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Veja as datas do licenciamento obrigatório 2015

Veja as datas do licenciamento obrigatório 2015

Veículos com placas de final 1 em circulação no estado de São Paulo devem ser licenciados até o final deste mês

24/04/2015 – Redação / Foto: iCarros / Fonte: iCarros

Neste mês de abril deverão ser licenciados os veículos com placas de final 1 em circulação no estado de São Paulo. O prazo para o licenciamento obrigatório de 2015 expira na próxima quinta-feira (30) e o serviço pode ser feito de forma eletrônica, com a entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) pelos Correios ou diretamente no Poupatempo e nos postos do Detran.SP.Multa para atraso

Vale lembrar que, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), todos os veículos devem ser licenciados anualmente. O descumprimento prevê infração gravíssima, com multa de R$ 191,54, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), assim como apreensão e remoção do veículo com o licenciamento atrasado. O porte do CRLV também é obrigatório e o descumprimento acarreta em infração leve, multa de R$ 53,20, três pontos na CNH e retenção do veículo até que o documento seja apresentado.

Pagamento

Em São Paulo, o período de licenciamento vai de abril a dezembro, de acordo com o final da placa. A taxa cobrada é de R$ 72,25 e pode ser paga pela internet, nos caixas eletrônicos ou nas agências dos bancos credenciados (Banco do Brasil, BMB, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, HSBC, Itaú, Safra e Santander). Para realizar o serviço é necessário fornecer o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e quitar débitos de IPVA, seguro obrigatório e multas.

Retirada

Por um taxa adicional de R$ 11 é possível receber o documento via Correios, com prazo de até sete dias úteis, mas é necessário que o endereço cadastrado no Detran.SP esteja em dia. Também é possível retirar o documento nos postos de atendimento do departamento ou no Poupatempo – neste caso não é cobrada a taxa adicional, mas é necessário apresentar o comprovante de pagamento do licenciamento. As instruções também estão disponíveis no site oficial do Detran.SP.

Confira as datas de licenciamento para veículos automores, reboques e semirreboques em São Paulo (o prazo é até o último dia útil de cada mês):

Final de placa 1 – mês de abril;
Final de placa 2 – até mês de maio;
Final de placa 3 – até mês de junho;
Final de placa 4 – até mês de julho;
Final de placa 5 e 6 – até mês de agosto;
Final de placa 7 – até mês de setembro;
Final de placa 8 – até mês de outubro;
Final de placa 9 – até mês de novembro;
Final de placa 0 – até mês de dezembro.

Serviço

www.detran.sp.gov.br
Disque Detran.SP:
Capital e municípios com DDD (11): 3322-3333
Demais localidades: 0300 101 3333
Atendimento: segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h

Atualização do WhatsApp com novas funções chega oficialmente ao Android

Atualização do WhatsApp com novas funções chega oficialmente ao Android.

por Maria Clara Pestre
Da redação

Oito dicas para fugir de um ‘amigo chato’ no WhatsApp

A versão 2.12.250 do mensageiro para Android oficializa também outros recursos já populares entre os usuários como a possibilidade de editar as notificações de cada conversa e o modo para diminuir o consumo de dados durante ligações.

Emoji com dedo do meio (com marca d'água) (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Com atualização, WhatsApp ganhou o “polêmico” emoji de dedo do meio (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

Para ter acesso a todos esses recursos não é mais necessário baixar uma APK, como antes. Basta acessar a Play Store, procurar pela atualização mais recente do mensageiro e fazer o update. Veja detalhes sobre os recursos presentes na nova versão do WhatsApp:

Novos emojis

Com a nova versão do aplicativo instalado, o usuário terá acesso rápido aos emojis de etnia, ou seja, que permitem alteração na cor de pele. Também estarão disponíveis a figura da saudação do Spock, do filme Star Treck, e o polêmico emoji de dedo do meio.

Mensagem ‘não lida’ 

A possibilidade de marcar mensagens como “lidas” ou “não lidas” também chegou à nova versão do WhatsApp. O recurso funciona como um lembrete, para que o usuário não esqueça de responder uma conversa, mas não impede que o contato saiba que sua mensagem foi visualizada.

Atualização do WhatsApp agora está disponível para todos os Androids (Foto: Reprodução/Thássius Veloso)Atualização do WhatsApp agora está disponível para todos os Androids (Foto: Reprodução/Thássius Veloso)
Fonte: Techtudo

Vendedor quer indenização do Santos por carro incendiado

Vendedor quer indenização do Santos por carro incendiado após briga de torcidas na Vila

Gazeta Press

Torcedores do Santos na frente da Vila Belmiro

Torcedores do Santos na frente da Vila Belmiro

O vendedor André Medeiros Silva de Abreu, 36 anos, ingressou na Justiça com ação por danos materiais e morais contra o Santos Futebol Clube, por briga entre torcidas ocorrida nas imediações da Vila Belmiro, em 2012.

Na ocasião, no dia 8 de agosto, torcidas de Santos e Cruzeiro entraram em conflito nos arredores do estádio. O confronto, ocorrido na Praça da Bíblia, na Avenida Pinheiro Machado, causou prejuízo ao vendedor pois seu carro acabou incendiado na confusão.

O veículo, um Palio Fire 1.0 Flex ano 2009, pegou fogo durante a pancadaria por causa de um sinalizador e sofreu danos no valor de R$ 6.053,48, conforme provam demonstrativos de uma concessionária disponibilizados por André de Abreu.

O vendedor alega ter tentado contato com a diretoria do Santos várias vezes, visando que a mesma arcasse com as despesas, mas não teve sucesso. Os advogados de André citam o artigo 14, inciso I, da lei 10671/2003, para justificar a indenização.

“A responsabilidade pela segurança do torcedor em evento esportivo é da entidade de prática desportiva detentora do mando de jogo e de seus dirigentes, que deverão solicitar ao Poder Público competente a presença de agentes públicos de segurança, devidamente identificados, responsáveis pela segurança dos torcedores dentro e fora dos estádios e demais locais de realização de eventos esportivos”, diz a lei.

Os artigos 12 e 14 da lei 8078/90 ainda apontam que a responsabilidade pelos danos é da agremiação que organiza a partida, segundo advogados do autor da ação. André de Abreu pede R$ 29.693,48 de indenização.

Procurado, o Santos afirmou que não vai comentar o assunto.

Fonte: ESPN

 

Bradesco amplia seguros com HSBC e pode deixar a HDI

Bradesco amplia seguros com HSBC e pode deixar a HDI.

Com o HSBC, O Bradesco encostou no Itaú Unibanco em ativos, ficando apenas a cerca de R$ 39 bilhões do seu principal concorrente

Aline Bronzati, do Estadão Conteúdo
São Paulo – O Bradesco vai ampliar sua participação no mercado de seguros com a aquisição do HSBC e suas seguradoras e pode extinguir o contrato existente com a alemã HDI, firmado em 2005.

Sua fatia no segmento de aproximadamente 24% passará para 26%, após a aprovação dos reguladores responsáveis, de acordo com Marco Antonio Rossi, diretor vice-presidente do Bradesco e presidente da Bradesco Seguros. Até lá, segundo o executivo, nada muda.

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“O contrato com a HDI está em vigor e não se altera com a aquisição do HSBC. Quando tivermos possibilidade (aval de reguladores), vamos conversar com a HDI. Não há cláusula de que em uma aquisição o contrato seja extinto”, explicou Rossi, acrescentando que existe a possibilidade de o contrato ser extinto embora a questão ainda não tenha sido avaliada.

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Em relação a possíveis multas no caso de eventual quebra do contrato com a HDI, do grupo Talanx, o executivo disse que a Bradesco Seguros vai analisar essa questão e ainda a possibilidade de manter o contrato até o vencimento, pesando os prós e contras.

A seguradora alemã desembolsou R$ 300 milhões pelo canal de agências do HSBC, no ano de 2005. O contrato, segundo fontes, termina em 2018.

Procurada pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a HDI informou que juntamente com o acordo de venda de seguros com o HSBC há cláusulas de confidencialidade que impedem que a seguradora faça comentários a respeito.

Executivos do mercado, que preferiram falar sob a condição de anonimato, já dão como certo o término do contrato com a alemã.

Receitas

Em prêmios, a compra do HSBC gera um adicional de R$ 2 bilhões à Bradesco Seguros, conforme dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) de 2014.

Apesar de a cifra parecer pequena para uma companhia que no primeiro semestre emitiu mais de R$ 30 bilhões, somou mais de R$ 196 bilhões em ativos totais e de R$ 22 bilhões em patrimônio líquido, Rossi reforçou que é possível aumentar de forma “significativa” as receitas do HSBC em seguros. Para este ano, a seguradora do Bradesco estima crescer seus prêmios de 12% a 15%.

“Evidentemente, temos uma oportunidade enorme no seguro (com a aquisição do HSBC). Vemos um oceano azul em termos de oportunidade no mundo dos seguros. Temos uma penetração em seguros maior que o HSBC”, destacou Rossi.

Há produtos com possibilidade de sinergias entre a Bradesco Seguros e as seguradoras do HSBC, como em seguro de vida, previdência privada e capitalização, conforme o executivo.

A companhia tem penetração de duas a quatro vezes maior em previdência e de duas a cinco vezes superior em vida, segundo ele. Existem também, de acordo com ele, oportunidades ainda não exploradas no balcão do banco adquirido como a venda de seguro saúde e dental e vice e versa.

Em relação aos principais projetos da Bradesco, que incluem a integração dos sistemas em uma única plataforma, que consumirá R$ 500 milhões em investimentos, e a unificação da diretoria comercial, concluída no ano passado, Rossi disse que não estão previstas alterações.

“A plataforma já conta com a utilização de parcerias em um primeiro momento. Isso já está contratado e em andamento. Vamos dar continuidade da mesma forma”, comentou o executivo.

De acordo com o presidente da Bradesco Seguros, o HSBC está posicionado, principalmente, em três negócios, vida, previdência e capitalização, que não necessitam de grande estrutura para serem viabilizados. Além disso, as seguradoras do banco não possuem sucursais nem atuam com o canal corretor de seguros, o que facilita. “É uma estrutura mais enxuta dentro da área bancária”, destacou ele.

Aquisições

Rossi afirmou que apesar de os esforços estarem direcionados para a chegada das operações do HSBC no Bradesco, o banco segue aberto para avaliar aquisições no setor de seguros.

Com o HSBC, a instituição encostou no Itaú Unibanco em ativos, ficando apenas a cerca de R$ 39 bilhões do seu principal concorrente. “Se ocorrerem oportunidades, o Bradesco está atendo”, acrescentando que não há interesse em operações de vida em grupo.

O Itaú está se desfazendo dessa carteira.

Sobre a possibilidade de a Bradesco Seguros passar a representar mais de um terço dos resultados do banco com a aquisição das seguradoras do HSBC, Rossi afirmou que esse não é o objetivo.

O foco, conforme ele, é maximizar as oportunidades existentes e ganhar espaço no mercado, o que deve acontecer entre três e quatro anos. No primeiro semestre, a seguradora respondeu por 29,2% do lucro líquido ajustado do Bradesco que somou R$ 8,778 bilhões.

A Bradesco Seguros espera protocolar nos próximos dias junto à Susep, conforme Rossi, o pedido para avaliar a aquisição das seguradoras do HSBC. Procurada pelo Broadcast, a autarquia confirmou que a companhia ainda não deu entrada na solicitação.

O executivo disse ainda que sua saída da presidência da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), não está associada à compra do HSBC e que até o final de agosto um substituto deve ser sugerido.

Fonte: Exame

 

Quanto custam os seguros dos carros mais vendidos em julho

Quanto custam os seguros dos carros mais vendidos em julho

Despesa extra

São Paulo – O Toyota Corolla tem o valor médio de seguro mais caro (3.260 reais) e o Volkswagen Fox o mais barato (1.629 reais) dentre os 10 carros mais vendidos no Brasil em julho de 2015, segundo simulação realizada pela corretora online Minuto Seguros.

Diversas variáveis são contempladas para a formação dos preços dos seguros de carros. Além de considerar o valor de mercado do veículo, que a seguradora precisaria pagar em caso de perda total, o seguro também leva em conta o índice de roubo do carro e o custo de reposição de peças.

Sendo assim, mesmo com preços de venda semelhantes, os carros de um mesmo segmento podem ter valores de seguro bem diferentes, como no caso do Novo Gol (valor médio do seguro de 2.200 reais) e do Novo Ford Ka (preço médio do seguro de 1.722 reais).

Os preços médios dos seguros foram encontrados a partir das cotações feitas em 12 seguradoras: Azul, Allianz, Bradesco, Chubb, HDI, Itaú, Liberty, Marítima, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Yasuda. A lista dos veículos mais vendidos foi baseada nos dados de emplacamentos de veículos da Fenabrave.

O perfil de condutor usado para a comparação foi o de um homem de 35 anos, casado, com garagem em casa e no trabalho. E o seguro simulado contemplaria uma cobertura de 50 mil reais de danos a terceiros.

As cotações foram baseadas em CEPs de cinco regiões diferentes: Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.

Navegue pela galeria e compare os preços dos seguros dos carros mais populares de julho em diferentes regiões. A lista foi ordenada de acordo com a posição no ranking dos carros mais vendidos, do primeiro para o décimo lugar.

Hackers conseguem controlar Corvette

Hackers conseguem controlar Corvette usando mensagens de texto via celular.

Recentemente vimos hackers encontrarem uma falha de segurança no sistema automotivo da Fiat Chrysler que permitia que intrusos possam ter controle sobre o seu carro. Tudo foi possível por causa de uma “porta aberta” no sistema de entretenimento UConnect. Este sistema é desenvolvido pela Harman, sendo baseado em um software mais antigo que conta com tal vulnerabilidade.

Os pesquisadores identificaram diversas portas abertas. Uma delas, de número 6667, era um sistema de interligação que envia comandos a outros sistemas e, portanto, um recurso de alto risco, sendo capaz de controlar os freios do veículo. Não há necessidade de expor esse serviço, a não ser com o objetivo de dar parte do controle do carro para a internet. Para piorar, o serviço não exigia senha para o acesso e envio de comandos.

Agora, vemos outro sistema automotivo ser hackeado. Neste caso estamos diante da Corvette. Os envolvidos na façanha detectaram que é possível controlar várias partes do equipamento do automóvel ao explorar uma vulnerabilidade via SMS. No vídeo abaixo, podemos ver que é possível controlar os limpadores, luzes, e até mesmo o freio – o que pode comprometer seriamente a segurança dos passageiros em caso de acesso remoto.

Os pesquisadores entraram em contato com a empresa, mas a mesma não comentou sobre a vulnerabilidade. Espera-se que uma atualização seja lançada já que esta falha poderá ser grave se for bem aproveitada por usuários mal-intencionados. O governo busca um maior investimento e preocupação das fabricantes com este avanço dos carros inteligentes. Enquanto a segurança não for levada a sério, medidas deverão ser tomadas para evitar que eventos trágicos se tornem realidade.

Esse só deverá ser mais um caso de vários outros envolvendo segurança. Como podemos ver, não apenas os sistemas operacionais móveis sofrem deste problema. Mas em veículos, onde os freios poderão ser desativados remotamente, a preocupação torna-se muito maior.

Fonte : Tecmundo

Perfil e endereço fazem seguro custar até metade do preço do carro

Perfil e endereço fazem seguro custar até metade do preço do carro

  • Idade, sexo, estado civil, cidade, ter garagem ou não... Tudo interfere na cotaçãoIdade, sexo, estado civil, cidade, ter garagem ou não… Tudo interfere na cotação

A contratação de um seguro para automóvel no Brasil funciona como um “catadão” de critérios estatísticos. Se, há alguns anos, apenas tipo e preço do modelo importavam na hora de chegar ao valor da apólice, hoje cada detalhe da vida particular do cliente interfere na cotação.

Por meio dos chamados “questionários de análise de risco”, as seguradoras usam idade, sexo, estado civil, cidade, bairro e várias outras informações para dizer o quanto determinada pessoa deve pagar pelo serviço. “Os valores estão cada vez mais personalizados. O objetivo é não onerar, nem afugentar quem oferece menos riscos de gerar sinistros”, justifica Neival Freitas, diretor-executivo da FenSeg (Federação Nacional de Seguros).

UOL Carros conversou com especialistas da área e listou cinco situações que geram bons descontos no preço final da apólice. Também apontamos outras cinco hipóteses que podem fazer o seguro custar quase metade do valor do seu carro. Usamos como critério inicial o perfil de um homem de 27 anos, morador de São Paulo (SP), solteiro, formado e com emprego fixo.

A cotação cai quando…

Arquivo pessoal

Mais cuidadosas, mulheres pagam sempre mais barato pelo seguro; problema é quando ela é jovem e acabou de tirar a CNH: aí o valor sobe

1. O contratante já é cliente e não possui histórico de sinistros:
Quanto mais tempo se é cliente da mesma empresa, maior será o desconto para a próxima renovação. Isso, claro, se o dono do veículo não acionar o seguro nesse período. É a chamada “classe de bônus”. “Cada ano extra com bom histórico representa um ponto a mais na classe de bônus”, explica Maurício Alexandre, diretor de marketing da Bidu, empresa especializada em cotações online.Claro, há um limite na pontuação de cada seguradora, geralmente entre oito e dez pontos, o que leva a descontos máximos de 50%.

2. O condutor é mais experiente e estudado:
Quem já passou dos 25, possui CNH (Carteira Nacional de Habilitação) há mais de cinco anos, é formado e tem emprego fixo pode pagar até 35% menos em um seguro. “Quem faz faculdade tem mais propensão a sair à noite para festas. Já quem trabalha costuma ser mais caseiro”, alega Neival Freitas, diretor da FenSeg.

3. O motorista possui garagem e alarme:
Saber que a unidade segurada terá onde “dormir” também rende um bom abatimento no preço final da apólice (a diferença chegou a R$ 2.700 nas cotações mais caras do Gol Trendline 1.0 2015). O motivo é óbvio: carro que fica sempre na rua tem mais chances de ser roubado.

Rivaldo Gomes/Folhapress

Ter garagem na residência faz diferença na hora de calcular o preço do seguro: companhias não gostam de carros que dormem na rua

4. O modelo está fora da “lista negra” de mais roubados:
As marcas mais vendidas do Brasil, Fiat, GM, Volkswagen e Ford, geralmente oferecem peças de reposição mais baratas e em maior quantidade na hora de consertar um veículo. Isso conta a favor na hora de cotar um seguro. Entretanto, modelos dessas montadoras também tendem a ser os mais visados por bandidos.Nessa balança, o risco de furto/roubo pesa mais e, enquanto a cotação mínima do já mencionado Gol Trendline 1.0 2015, de R$ 35.000, ficou em R$ 3.600, um Toyota Corolla 2.0 Altis, de R$ 96.330, teve o título orçado em  R$ 3.400.

5. O condutor é mulher e casada:
A cotação mais baixo para segurar um Volkswagen Gol Trendline 1.0 2015 4-portas (R$ 35.000) ficou em R$ 3.600, por nosso perfil inicial. Mas se a simulação for para uma mulher, de mesma idade e nas mesmas condições, o piso cai para R$ 2.900.
“Além de serem mais cuidadosas, as mulheres andam em velocidades menores e, mesmo quando batem, não geram danos”, compara Freitas.

A cotação sobe quando…

1. A região é considerada “de risco”:
Quando a simulação para o Gol Trendline 1.0 2015 se referia a um morador de Pinheiros, bairro com bons indicadores na Zona Oeste de São Paulo, o preço máximo cotado foi de R$ 5.100. Bastou mudar o CEP para Guaianases, no extremo leste da capital, para o teto atingir absurdos R$ 17.400, variação de 340% que equivale a quase metade do valor do automóvel.

“As área de risco são determinadas pelas estatísticas de roubo e também por fatores como enchentes e quedas de árvore. Algumas seguradoras elevam o orçamento exageradamente para algumas delas de propósito, porque não querem trabalhar ali”, alerta o diretor-executivo da FenSeg.

Wesley Santos/Folhapress

Seguradores estudam até as chances de seu carro ser atingido por uma árvore

2. O motorista é recém-habilitado:
Se você é um jovem de 18, que acabou de tirar a CNH, e ganhou um carro de presente do pai porque passou no vestibular, prepare-se:  vai pagar pelo menos 15% a mais pelo seguro. “Pessoas mais jovens e sem experiência correm mais riscos de se envolver em acidentes”, ressalta Maurício Alexandre, do site de cotações online Bidu.3. O carro foi blindado:
É verdade que um carro blindado é mais difícil de ser violado. Por outro lado, o procedimento aumenta bastante o seu preço, além de tornar os reparos bem mais complicados. Resultado: enquanto o Volkswagen CrossFox 2014 comum (R$ 43.500) pode ser segurado por R$ 3.500, um mesmo modelo blindado vai cobrar R$ 7.300.

Atenção: além da diferença de preço, o processo é mais burocrático: o dono precisa apresentar a documentação da blindagem, e o veículo terá de passar por vistoria na seguradora.

4. O modelo é esportivo:
“Quem compra um carro esportivo é visto como alguém que gosta de andar com mais emoção, consequentemente correndo mais riscos”, aponta o diretor-executivo da FenSeg, Neival Freitas. Isso explica por que a simulação de um Honda CR-V EXL 2.0 2WD (R$ 110.900) variou de R$ 5.600 a R$ 14.500 em nossa pesquisa, ao passo que a de um Volkswagen Golf GTI (R$ 108.500) oscilou entre R$ 6.700 e impressionantes R$ 59.000.

Murilo Góes/UOL

Modelos esportivos deixam seguradoras desconfiadas e fazem cotação subir

5. O contratante mora em cidade grande:
Contratar seguro para um Gol Trendline 1.0 2015 em São Paulo, nas condições já mencionadas, não sai por menos de R$ 3.600. Já um morador solteiro e com 27 anos de Cerro Corá, cidadezinha de 6 mil habitantes no RN, pode fechar o mesmo negócio por R$1.900. “Metrópoles tendem a ser mais violentas e inseguras, elevando o fator de risco”, resume Freitas.

Fonte? UOL
Leonardo Felix

Colaboração para o UOL, em São Paulo (SP) / Simon Plestenjak/Folha Imagem

Você conhece o Teimoso?

Versão ‘pelada” do Gordini foi pioneiro dos carros populares


Carro “popular”, hoje, tem freios com sistema ABS, airbag. Pode ter vidros e travas elétricos e ar-condicionado, entre outros mimos. Também tem nome pomposo, em geral formado pela junção de números e letras. Mas nem sempre foi assim. Em 1965 numa tentativa de tornar o automóvel mais acessível, o governo abriu uma linha de crédito ao consumidor e incentivou as montadoras a lançar carros populares, ou seja, baratos e pelados.

Surgiram então versões espartanas de modelos que já estavam no mercado, como Fusca Pé de Boi, Vemaguet Pracinha, Simca Profissional e o pioneiro Gordini Teimoso, fabricado pela Willys. As fábricas “depenavam” os carros sem dó, para reduzir o preço. Cromados e pintura metálica, nem pensar. Espelho retrovisor e marcador de combustível eram luxo. De rádio, não havia nem o buraco no painel. Com isso, saía 40% mais barato que seus irmãos mais equipados.

O Teimoso que ilustra esse post pertence a um colecionador paulista que concluiu há pouco sua restauração. O exemplar foi fabricado em 1965 e é um carro raro porque, além das poucas unidades produzidas, preserva características originais. Na época – como ainda hoje -, muitos dos consumidores que adquiriam um carro básico por falta de recursos com o tempo mandavam instalar acessórios e equipamentos das versões mais sofisticadas, o que mudava a cara do produto.

No caso do Teimoso, só existiam duas cores, cinza e marrom, ambas sólidas. Os bancos possuíam apenas uma capa recobrindo as ferragens. Rodas, para-choques, maçanetas e moldura dos faróis eram pintados de cinza. Não havia retrovisores externos. As luzes traseiras eram agrupadas em um conjunto sobre a placa.

O painel se resumia a um conjunto com hodômetro e algumas luzes-espia. O porta=luvas não tinha tampa e quase não havia revestimentos internos. O carburador não trazia afogador automático.

Tamanha simplicidade tinha lá suas vantagens. O alívio de cerca de 70 quilos ajudava o trabalho do motor, um quatro cilindros de 853 centímetros cúbicos de cilindrada e 40 hp. E também facilitava o trabalho dos freios, a tambor. O problema é que o consumidor da época não se entusiasmou tanto pelo produto. Com apenas 8.967 unidades produzidas, o Teimoso foi “descontinuado” em 1966.

fonte: Estadao – jornal do carro/ROBERTO BASCCHERA – 27.jun.2015
 

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Fusca de 1974 tem apenas 357 km rodados

Fusca de Orlando Watanabe é o único com atestado de 100% de originalidade no Estado de São Paulo

O único Volkswagen Fusca 1974 com atestado de 100% de originalidade está no Estado de São Paulo. Ele pertence ao comerciante Orlando Watanabe, de 66 anos, que vive em Barueri, região metropolitana da capital. Além disso, este “besouro” também é candidato a outro título: o de carro menos rodado do País. Seu hodômetro marca apenas 357 quilômetros.

Werther Santana/Estadão
Fusca de 74 está impecável

O carro foi comprado por Watanabe há 15 anos, após o comerciante ter visto um anúncio em uma seção de classificados. O ex-proprietário estava liquidando vários modelos dos anos 70, todos zero-km. “Comprei o Fusca por R$ 13 mil, no comecinho do plano Real”, lembra seu atual dono. O valor está impresso em uma nota fiscal feita com máquina de escrever.

Ao lado de um jardim impecável, situado em sua residência e semelhante a um templo japonês, Watanabe mantém este Fusca como se fosse uma extensão arquitetônica do local. O cuidado do comerciante com o “sedãzinho” é tão grande que as palhetas ficam levantadas para a borracha não rachar e a limpeza é feita diariamente. “Não coloco capa porque ela risca o carro ou esquenta a pintura no calor”, explica ele.

Como o Fusca tem as mesmas peças desde que saiu da linha de montagem, algumas delas já começaram a sofrer. Os pneus, com câmara, já estão com a borracha lateral rachando. “Comprei o jogo dos novos para colocar em alguma emergência. Mas não são radiais”, acrescenta Watanabe.

Para ir aos encontros de clássicos com o Fusca sem acumular “milhas”, o comerciante usa um guincho. Geralmente, a raridade é transportada antes e Watanabe se dirige ao local guiando um carro mais atual.

Outra mostra de que o Fusca quase não anda está nas cartelas das revisões, prontas para serem perfuradas. Nelas, constam as 10 mil km, 30 mil km e assim por diante. Tudo fica no porta-luvas em um envelope de plástico junto com as chaves reservas e o manual do carro.

Com o Volkswagen, Watanabe carrega um troféu: o de melhor carro original da edição 2013 do Encontro Paulista de Autos Antigos, realizada em Águas de Lindoia, no interior. “No meio de tantas raridades, o Fusca conseguiu se destacar”, comemora o dono do carro de cor bege Alabastro.

Mecânica. O motor 1.500 de 52 cv e 10,3 mkgf a 2.600 rpm permanece intacto e funcionando. A mangueira não tem marcas de ressecamento e, no propulsor, não há nenhuma graxa ou sujeira de óleo. “Ligo o motor todos os dias pela manhã para manter a lubrificação”, explica Watanabe. O ato de dar a partida no Fusca faz o comerciante se lembrar de sua adolescência. “Tenho este carro porque ele me remete ao passado. Naquela época só existiam no País carros como Fusca e Brasília”, conta ele.

No interior, a tapeçaria está impecável e o lugar do rádio, fechado. As lanternas e os faróis funcionam, assim como o motorzinho do sistema de limpadores do para-brisa.

fonte: Estadao – jornal do carro – 02.jun.2014

Está bêbado? Esta tecnologia vai impedir que o carro arranque

Está bêbado? Esta tecnologia vai impedir que o carro arranque

Com novo recorde, Corolla é o mais vendido no mundo em 2014.

Com novo recorde, Corolla é o mais vendido no mundo em 2014

Toyota Corolla é o modelo mais vendido no mundo, segundo consultoria (Foto: Divulgação)

Toyota Corolla é o modelo mais vendido no mundo, segundo consultoria (Foto: Divulgação)

O Toyota Corolla foi o carro mais vendido no mundo em 2014, com um novo recorde histórico de unidades, segundo levantamento da consultoria Focus2move divulgado nesta segunda-feira (26).

Foram 1.223.253 carros com o nome Corolla – um avanço de 2,1% sobre o número de emplacamentos de 2013. Em alguns países, o modelo tem versões hatchback e “perua”, também inclusos.

Embora tenha superado o líder em março, o Ford Focus perdeu fôlego e foi vice pelo 5º ano consecutivo. Em vez de mirar a ponta, o Focus deve olhar para o retrovisor em 2015, porque o Volkswagen Golf vem crescendo.

O compacto alemão, que será feito em São José dos Pinhais (PR) no 2º semestre deste ano, cresceu 29% no ano passado e pulou do 9º para o 3º lugar. Em setembro, o Golf até superou o Corolla.

Entre os 20 mais vendidos no mundo, o maior salto em relação a 2013 foi do utilitário chinês Wuling Hongguang, que emplacou 67% a mais. O Toyota Yaris também se destacou, com alta de 33%.
Com novo recorde, Corolla é o mais vendido no mundo em 2014.
Confira os 20 modelos mais vendidos do mundo em 2014, segundo a Focus2move (variação ante 2013):

POSIÇÃO MODELO UNIDADES VARIAÇÃO
1 Toyota Corolla 1.223.253 +2,1%
2 Ford Focus 1.025.081 -7,3%
3 VW Golf 952.144 +29,7%
4 Ford F-Series 898.781 -0,1%
5 Hyundai Elantra 808.189 -7,6%
6 Toyota Camry 763.804 -3,2%
7 Wuling Hongguang . 750.019 +67,2%
8 Honda CR-V 728.821 -2,6%
9 Chevrolet Cruze 706.172 -4%
10 Ford Fiesta 693.908 -6,7%
11 VW Polo 684.805 -1%
12 Toyota RAV4 627.400 +14,4%
13 VW Jetta 611.331 +3%
14 Honda Civic 610.428 -9,4%
15 Honda Accord 595.702 +1,4%
16 Chevrolet Silverado . 592.642 +10%
17 Toyota Hilux 574.526 -10,1%
18 VW Passat 540.943 -4,2%
19 Buick Excelle 539.403 +7,8%
20 Toyota Yaris 511.766 +33,5%

fonte: Do G1, em São Paulo

Mudança dará fim à placa preta de carros

Mudança dará fim à placa preta de carros.

A partir de 2016 haverá novo modelo, com fundo branco e letra cinza.

Federação pretende criar placa preta secundária só para carros históricos.

Luciana de Oliveira Do G1, em São Paulo

Futura placa de carro de colecionador tem fundo branco, como todas, e se diferencia pela cor das letras e números, em cinza (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)Futura placa de carro de colecionador tem fundo branco, como todas, e se diferencia pela cor das
letras e números, em cinza (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)

A padronização de placas para veículos dos países do Mercosul deverá dar fim a uma tradição dos carros clássicos no Brasil: a placa preta. A partir de 2016, todas as placas de circulação terão fundo branco. O que vai diferenciá-las, entre outros itens, será a cor das letras e números. No caso dos carros de coleção, eles serão prateados.  Atualmente, veículos que têm mais de 30 anos e atingem, no mínimo, 80 pontos (de um total de 100) em critérios de originalidade e conservação podem obter uma certificação e utilizar placa preta.

É preciso também ser filiado a um dos 120 clubes de carros antigos associados à Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), que, por sua vez, é credenciada pela Fédération Internationale des Véhicules Anciens, a entidade máxima do antigomobilismo mundial.Na placa preta, muitos carros exibem o ano de fabricação (Foto: G1)

Segundo o presidente da FBVA, Roberto Suga, atualmente há cerca de 17 mil veículos no Brasil com placa preta. Ela foi criada em 1998 e, até 2001, valia para carros com mais de 20 anos de fabricação; depois o limite de “idade” foi aumentado para 30 anos ou mais.

Na placa preta, muitos carros exibem
o ano de fabricação (Foto: G1)

Placa preta secundária
A federação, porém, pretende criar uma tradição com uma “nova” placa preta, que não será oficial: a de veículo histórico.

Ela será dada a “veículos de mais alto grau de originalidade e de valor histórico significativo”, adianta Suga. Será como um certificado, e não poderá substituir a placa oficial no carro, mas poderá ser colocada próxima da mesma.

Essa placa “premium” também terá números e letras, mas será menor do que a placa oficial dos carros, “provavelmente em formato quadrado”, segundo Suga. A implementação deve começar no ano que vem, antes mesmo da mudança de padrão no Mercosul.

A própria FBVA vai expedir a placa. Para recebê-la o carro antigo terá de atender a critérios ainda mais rigorosos do que para a obtenção da placa de colecionador. Eles deverão ser similares aos dos concursos de elegância que existem no exterior.

“Todos os itens do carro devem funcionar. Se o carro tiver um relógio de hora, por exemplo, se estiver funcionando, ele pode receber a placa de veículo histórico; se não, não recebe”, explica o presidente da FBVA.

Substituição
O Denatran informa que apenas veículos que serão emplacados a partir de 2016 seguirão o novo modelo com fundo branco, mas a federação acredita que a substituição atingirá, paulatinamente, todos os veículos. “Será como quando a placa cinza substituiu a amarela. Primeiro, foram os carros novos, depois foram trocando todos”, diz Suga.

Além de registrar que se trata de um carro antigo, um clássico, a placa de colecionador também permite algumas vantagens. O presidente da FBVA lembra que, em São Paulo, veículos que tinham essa diferenciação não precisaram passar pela inspeção veicular, que visava o controle de emissão de poluentes.

Ferrari Mondial 1982 com placa preta exibida no AutoEsporte ExpoShow (Foto: Luciana de Oliveira/G1)

Ferrari Mondial 1982 com placa preta exibida no AutoEsporte ExpoShow (Foto: Luciana de Oliveira/G1)

Tipos de placas se diferenciarão pela cor das letras (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)

Tipos de placas se diferenciarão pela cor das letras (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)

Zen no trânsito Seguro Auto Porto Seguro

Zen no trânsito Seguro Auto Porto Seguro

ão é preciso ter a paciência de um monge e mestres de Yoga para enfrentar os engarrafamentos, mas é possível aprender com eles, por Patrícia Ribeiro – @patiribeiro18

Todos os dias a cena se repete. É só ligar o rádio depois das 5 horas em uma grande metrópole e as notícias são sempre as mesmas: engarrafamentos sem fim em quase todos os cantos da cidade. Se você é uma daquelas pessoas que depende do carro para trabalhar e, infelizmente, não pôde aderir à bike como meio de transporte por problemas estruturais ou de distância, deve passar boa parte do tempo preso dentro do carro, refém de um trânsito caótico e de motoristas que parecem ter esquecido todas as normas da boa educação. Haja Yoga para se manter sereno a tantas fechadas, buzinadas e congestionamentos.

Se tem consciência de que terá de enfrentar tudo isso, em vez de bufar, gritar ou ter pensamentos negativos do tipo “não vai dar tempo de chegar” ou “isso sempre acontece comigo”, por que não tentar algumas mudanças de atitude e perceber que é possível, sim, manter-se sereno no trânsito? Conversamos com professores de Yoga e com a mestre em zen budismo, monja Coen, que nos deram sábios conselhos e dicas para administrar o estresse atrás do volante.

Glauco Tavares, professor de Yoga e proprietário do Yoga Shivalaya, em São Paulo, conta uma história que aconteceu com ele: “Estava pensando na pergunta ‘por que praticar Yoga’ e com isso em mente entrei no carro e saí em direção à minha casa. Após uns cinco minutos deparei com um táxi fazendo uma conversão proibida e o motorista falando ao celular. Logo, quase colidi com o táxi. Minha reação naquele momento foi tirar o carro da lateral do taxista, atravessado na pista, e buzinar forte. Dois mil metros à frente, parei o carro em um semáforo e fui surpreendido com um soco no cotovelo por um homem, agora em pé, ao lado do meu carro, aos berros. Enquanto eu tentava argumentar para saber quem era aquele senhor, levei um ‘belo’ soco na boca sentado no banco do carro. Juro que fiquei sem reação, na verdade eu não acreditava. Então, aos gritos, aquele senhor disse que era o taxista. Mas me surpreendi com os próximos instantes: uma calma tão grande se fez presente, que a única coisa que eu dizia era para ele voltar para o seu carro, pois estava completamente fora de si. Aquela situação durou cerca de um minuto, mas mantive uma calma que não esperava. Voltei a dirigir mantendo a mesma serenidade, como se não houvesse ocorrido nada, minha respiração sob controle, um sentimento tão grande de compaixão por aquele homem, que estava visivelmente transtornado. Alguns segundos e uma voz silenciosa se manifestou: ‘Está aí sua resposta, é para isso que você pratica Yoga’. Confesso que a resposta poderia vir sem aquele soco na boca”, conta.

Yoga na prática

Essa história ilustra o que devemos ter em mente: não adianta apenas praticar na sala de aula, suar no mat, fazer pranayamas e meditar todos os dias se não levamos a prática para o nosso cotidiano. Também não adianta ouvir CDs de relaxamento, entoar mantras ou meditar com japamala depois de levarmos uma fechada ou quando todos os motoristas estiverem buzinando ao mesmo tempo. O ideal é cultivar uma mudança de pensamento antes de uma situação tensa. Marcos Rojo, coordenador do curso de pós-graduação de Yoga da UniFMU, diz: “Para os menos devocionais, ficar ouvindo repetidamente cantos ou mantras num momento de estresse poderá deixá-los ainda mais nervosos. Temos de ser sinceros. Não adianta ser hipócrita e ficar dizendo a si mesmo o tempo todo: ‘Eu sou um praticante de Yoga e por isso não vou ficar nervoso com este estúpido que me deu uma fechada’. Nessa altura, provavelmente você já ficou nervoso e está apenas se enganando. É preciso reagir antes que um estado não saudável se instale na mente. Ouvir CDs de aulas de grandes mestres sobre temas como o Bhagavad Gita ou Upanishads poderão distraí-lo, fazendo com que não se sinta perdendo tempo, caso você goste do assunto. Repetir um mantra também vai depender do envolvimento de cada um com a técnica. Embora não seja um bom momento para a meditação, é importante criar uma condição passiva, já que para os que moram em cidades grandes, o trânsito não é sua escolha, é fato”, conclui.

Mudança de atitude

Para aqueles momentos em que o trânsito não anda, fazer alguns exercícios respiratórios poderá deixá-lo mais calmo. Há métodos simples que qualquer um pode fazer, praticante de Yoga ou não.

Marcos Rojo enfatiza que o pranayama é uma preparação para a meditação e que os antigos yogis possivelmente achariam bizarro uma técnica tão sofisticada para um objetivo tão comum, e compara: “Seria quase o mesmo que convidar a Orquestra Filarmônica de Berlim para tocar Mamãe eu quero. Sendo assim, vamos considerar o controle do ritmo respiratório como estratégia para a diminuição do estado de ansiedade. Respirar lenta e profundamente pelas narinas, com a expiração pelo dobro do tempo da inspiração, contraindo um pouco a glote e emitindo um som muito suave (ujjayi pranayama) por pelo menos dez repetições, já será muito proveitoso para nos acalmar”, afirma.

De tanto ouvir as pessoas se queixando sobre o estresse no trânsito, a professora Nicole Witek, do instituto que leva seu nome em São Paulo, produziu um CD com técnicas de relaxamento para fazer durante engarrafamentos, no trabalho e em casa. “Aconselho acolher os sentimentos de frustração, raiva e aplicar os métodos de Yoga: buscar uma emoção positiva, focar a atenção na região do coração e continuar respirando calma e tranquilamente para que o sangue possa trocar sua química relativa ao estado de estresse (adrenalina, cortisol, açúcar) para uma química de bem-estar. É como se fosse uma minimeditação. Manter essa emoção positiva por alguns minutos reverte a produção de secreções no corpo que danificam a saúde e leva a um estado de tranquilidade”, explica.

Monja Coen ensina: “Verifique que não estamos sozinhos e que não é alguma coisa pessoal, contra nós especialmente. Alinhe a coluna vertebral e a cervical. Sinta seus pés, suas mãos, todo o seu corpo. Perceba o processo mental da impaciência, raiva, agonia, tristeza, alegria — porque muitas vezes ficamos alegres por algum engarrafamento que dificulta um encontro desagradável que fomos obrigados a marcar. Engarrafamento não é apenas horrível. Pode ser bom. Pode se fazer amigos, principalmente consigo mesmo. Esteja presente no que está sentindo e observe que tudo é passageiro. Se você estiver aflito, seja gentil com você. Não fale palavrões, não faça gestos rudes e ásperos, não queira estar em outro local. Não insulte a si mesmo. Não insulte a cidade, os carros, as pessoas, o trânsito. Pense em soluções melhores. Faça sugestões e as envie ao Departamento de Trânsito. Atue para transformar. Seja a transformação que quer no mundo. E lembre-se: se for pegar um bom engarrafamento, é melhor levar alguns alimentos no carro, água, sucos, livros, revistas, CDs. E não se esqueça de ir ao banheiro antes de sair. E, quando vir alguém muito bravo, cortando, xingando, buzinando, pense que essa pessoa nunca fez Yoga, nunca meditou, desconhece o Zen e o autocontrole e, quem sabe, esteja muito mesmo querendo ir ao banheiro. Dê passagem e o abençoe para que atinja seus objetivos com êxito, sucesso e em tempo hábil. Querer, pensar e fazer o bem faz muito bem”.

Algumas sugestões para fazer no carro:

– Lentamente leve o queixo para baixo, depois gire a cabeça para os dois lados como se a orelha fosse tocar os ombros.
– Inspire e expire fazendo movimentos circulatórios com os ombros para a frente várias vezes e depois para trás.
– Busque um bom posicionamento no banco do carro, ajeitando bem os ísquios para manter a coluna ereta.
– Traga os dedos dos pés na direção da tíbia e depois leve-os à frente esticando bem o peito do pé. Faça movimentos giratórios com os pés, ora no sentido horário, ora no sentido anti-horário.
– Pequenas massagens que podemos fazer nos ombros e pescoço, apertando e soltando, para melhorar a circulação local, também ajudam.

Fonte: Blog Trânsito mais gentil  Porto Se4guro Auto

 

Honda Civic: o manual da diversão

Honda Civic: o manual da diversão

Leandro Alvares

Embora responda por apenas 30% do mix de vendas do Civic, a versão com câmbio manual do sedã Honda não foi esquecida na linha 2014. Atualizada, a transmissão passa a ter seis velocidades e está disponível na opção de entrada do três-volumes, LXS, com motor 1.8 flexível de 140 cv e tabela de R$ 66.690.

A renovada caixa deixou o Civic ainda mais divertido de dirigir. Com diferencial encurtado, o modelo ficou melhor nas retomadas de velocidade, especialmente em terceira marcha, e está bem ágil em ultrapassagens, por exemplo.

A transmissão curta tem engates precisos e faz pouco ruído nas passagens. Também não foi alterado o ótimo posicionamento da manopla da alavanca, que fica mais à direita no console central e bem à mão do motorista. Essas características ajudam a aprimorar o desempenho do Honda, o que reduz o cansaço em situações como trechos de trânsito congestionado.

A agradável impressão ao volante deve-se, ainda, ao bom casamento do novo câmbio com o motor 1.8, que entrega o torque máximo a 5 mil rpm. A maior parte dessa força surge a partir das 2 mil rotações.

A boa agilidade em arrancadas e retomadas não compromete a autonomia do Civic, que faz médias de 7,4 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com etanol, de acordo com informações da fabricante. Em rodovias, a sexta marcha atua como um overdrive – solução típica de caixas automáticas. Isso permite reduzir a rotação do motor em altas velocidades. A 120 km/h, por exemplo, o conta-giros marca 2.750 rpm.

Outra proeza do Civic LXS está na boa lista de itens de série. O pacote inclui direção elétrica, air bag frontal, freios ABS e rodas de liga leve de 16”, entre outros equipamentos.

Na linha 2014, o Honda também passa a oferecer chave do tipo canivete, som com Bluetooth e forração interna da tampa do porta-malas – com 449 litros, é menor que o de muitos sedãs compactos.

Pequenas como o espaço para cargas do Civic são as cifras da apólice de seguro do Honda. A cotação média na capital é de R$ 1.585 (fornecida pela Resicór, telefone 2239 4900).

Ficha Técnica
Preço sugerido: R$ 66.690
Motor: 1.8, 4 cilindros, 16V, flexível
Potência: 140 cv a 6.500 rpm
Torque: 17,7 mkgf a 5.000 rpm
Câmbio: Manual, 6 marchas

BMW 335i encara Volvo S60 R Design

BMW 335i encara Volvo S60 R Design

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Em briga de sedãs de luxo com motor seis-cilindros, modelo da marca sueca derrotou o da alemã

À primeira vista, eles são bem parecidos. São de marcas reconhecidas por oferecer modelos luxuosos, têm motores seis-cilindros com potência e torque semelhantes, dimensões próximas e visual esportivo. Mas basta uma acelerada para deixar claro que BMW 335i e Volvo S60 R Design têm temperamentos opostos. O primeiro é para quem gosta de esportividade e o outro serve melhor os que prezam segurança e conforto.

Portanto, o fator que determinou o vencedor deste comparativo não foi o desempenho, mas o preço. E o campeão é o S60, que custa R$ 84 mil a menos que o 335i. A tabela do Volvo é de R$ 205.950 e a do BMW, de R$ 289.950.

O fato de o alemão ser o suprassumo do prazer ao volante e feito sob medida para os amantes da velocidade não justifica essa diferença de valores.

Isso porque a lista de equipamentos de série é semelhante e o modelo belga leva vantagem nos itens de segurança, que incluem sensor que detecta pedestres e ciclistas e freia o carro automaticamente para evitar atropelamentos. O 335i contra-ataca com seu sistema mais completo e eficiente de ajuste do modo de condução.

Sua suspensão não dá baques secos contra o solo, como no 328i. O modo Sport, por sua vez, confere rigidez aos amortecedores e deixa o carro muito firme em curvas.

Dá para desligar o controle de estabilidade. Nesse caso, é preciso cuidado. Quando provocados, carros com tração traseira e motor forte perdem o controle com facilidade.

ACELERANDO

O S60 muda mas mantém as virtudes. Além de ser confortável, sua eficiente tração 4×4 permanente não o deixa escapar das mãos do motorista.

Na hora de acelerar, o Volvo não decepciona. Mas ele não é páreo para o BMW. Os 306 cv do alemão superam em apenas 2 cv o rival belga – e o torque do 335i é até menor. Mas tanto a potência quanto a força do BMW surgem em rotação bem mais baixa. E seu câmbio automático tem oito marchas, ante as seis marchas do Volvo.

Esse conjunto torna o 335i um segundo mais rápido que o S60 na aceleração da imobilidade a 100 km/h, conforme informações das fabricantes.

O espaço na cabine é semelhante em ambos, mas o BMW leva vantagem no porta-malas. O Volvo contra-ataca com melhor ergonomia.

1º VOLVO S60 R DESIGN

Motor – 3.0 turbo, V6, 24V, gasolina
Potência – 304 cv a 5.600 rpm
Torque – 44,9 mkgf a 2.100 rpm
Câmbio – Automático, seis marchas
0 a 100 km/h – 6,5 segundos
Comprimento – 4,62 metros
Entre-eixos – 2,77 metros
Porta-malas – 380 litros
Tração – 4×4
País de origem – Bélgica
Seguro – R$ 5.854,64 (Porto Seguro)*
Principais itens de série – ar-condicionado digital dual zone, bancos de couro, detector de pedestres e ciclistas com frenagem de emergência, ESP, freio de estacionamento elétrico, navegador GPS, sensor de estacionamento com câmera de ré, sistema multimídia, teto solar

2º BMW 335I M SPORT

Preço sugerido – R$ 289.950
Motor – 3.0 turbo, seis cilindros em linha, 24V, gasolina
Potência – 306 cv a 5.800 rpm
Torque – 40,7 mkgf a 1.200 rpm
Câmbio – Automático, oito marchas
0 a 100 km/h – 5,5 segundos
Comprimento – 4,62 metros
Entre-eixos – 2,81 metros
Porta-malas – 480 litros
Tração – Traseira
País de origem – Alemanha
Seguro – R$ 4.936,83 (Porto Seguro)*
Principais itens de série: ar-condicionado digital dual zone, bancos de couro, ESP, navegador GPS, sensor de estacionamento com câmera de ré, sistema multimídia, teto solar

*Cotação feita pela Résicor (011-2239-4900) para o perfil de homem, casado, 40 anos, morador do centro da cidade de São Paulo

Logan desafia Grand Siena e Prisma

Logan desafia Grand Siena e Prisma

Em nova geração, sedã da Renault faz comparativo com o líder de vendas Fiat e o renovado Chevrolet

Logan superou rivais pelo custo-benefício - Werther Santana/Estadão

A receita foi aprimorada: espaço interno de sedã médio, preço de compacto e boa lista de equipamentos agora vêm acompanhados por um visual bonito por dentro e por fora. Com esses ingredientes, a nova geração do Renault Logan, na versão Expression 1.6, superou neste comparativo o líder do segmento, Fiat Grand Siena, e outro que passou por recente renovação, o Chevrolet Prisma.

O Logan se deu bem por ter o menor preço. O Renault parte de R$ 39.440, enquanto o Grand Siena Essence 1.6 começa em R$ 42.890 e o Prisma LT, em R$ 40.490. Também pesou a favor do sedã feito em São José dos Pinhais (PR) o fato de ele ter mais equipamentos de série que os rivais.

A briga com o Prisma foi bem acirrada. O Chevrolet ficou apenas um ponto atrás do Logan (veja na próxima página) por ser mais gostoso de dirigir e ter agilidade semelhante. Apesar de trazer motor 1.4, a potência é idêntica à do 1.6 do Renault – 106 cv com etanol.

O torque inferior é compensado pela eficiência do câmbio, mais bem escalonado e preciso que o do Renault. No trânsito urbano, em que mudanças de marcha são mais constantes, o Prisma agrada mais que o Logan – e sem ficar devendo quando o assunto é fôlego.

Em agilidade quem se deu melhor foi o Grand Siena, com seu 1.6 de até 117 cv (etanol). Mesmo sendo mais pesado que os concorrentes, ele compensa essa desvantagem com o maior torque. Além disso, seu câmbio é bem escalonado, embora careça de precisão.

Nada que se compare, porém, à sensação ruim de trocar as marchas do Logan. Esse é o ponto crítico do modelo paranaense. Além de os engates serem difíceis, a alavanca apresenta muita vibração.

1º RENAULT LOGAN AUTHENTIQUE 1.6
A segunda geração do carro corrigiu as falhas do anterior. O desenho abandonou as linhas quadradonas e agora é atraente. O interior melhorou, e ficou bonito na versão avaliada, com molduras nos quadros e um belo painel central. O preço continua competitivo – entre os modelos desta comparativo, é o mais em conta -, assim como o espaço interno. Ponto crítico é o câmbio, com engates difíceis, que causa até certo desconforto.

Raio-X
Preço sugerido – R$ 39.440
Motor – 1.6, 4 cil., 8V, flexível
Potência – 106 cv a 5.250 rpm (etanol)
Torque – 15,5 mkgf a 2.850 rpm (etanol)
Câmbio – Manual, cinco marchas
Comprimento – 4,35 metros
Entre-eixos – 2,63 metros
Porta-malas – 510 litros
Seguro* – R$ 1.470,74 (Itaú)

2º CHEVROLET PRISMA LT 
A nova plataforma deixou o Prisma, cuja segunda geração foi lançada no início do ano, um carro muito bom de dirigir. Ressaltam essa sensação a suspensão bem ajustada e a direção de respostas diretas. A principal falha é a lista de equipamentos de série, na qual falta ar-condicionado, item de série nos concorrentes. Para tê-lo, o cliente paga R$ 2 mil. O sistema multimídia está em pacote de R$ 3,6 mil.

Raio-X
Preço sugerido – R$ 40.490
Motor – 1.4, 4 cil., 8V, flexível
Potência – 106 a 6.000 rpm (etanol)
Torque – 13,9 a 4.800 rpm (etanol)
Câmbio – Manual, cinco marchas
Comprimento – 4,27 metros
Entre-eixos – 2,52 metros
Porta-malas – 500 litros
Seguro* – R$ 1.806,22

3º FIAT GRAND SIENA ESSENCE
É o mais ágil deste comparativo graças ao moderno motor, que tem até 117 cv. Além disso, sua lista de opcionais traz itens não disponíveis no rival, como air bags dianteiros laterais e teto solar. O painel central, no entanto, é o único que não tem tela para o sistema multimídia. O que comprometeu o Grand Siena, no entanto, foi o preço. Ele é o mais caro e seu seguro supera o do Logan em mais de R$ 2 mil.

Raio-X
Preço sugerido – R$ 42.890
Motor – 1.6, 4 cil., 16V, flexível
Potência – 117 a 5.500 rpm (etanol)
Torque – 16,8 a 4.500 rpm (etanol)
Câmbio – Manual, cinco marchas
Comprimento – 4,29 metros
Entre-eixos – 2,51 metros
Porta-malas – 520 litros
Seguro* – R$ 3.800

*Cotações feitas pela Résicor (011-2239-4900) para o perfil de homem de 40 anos, casado, morador do centro da capital

NOTAS

LOGAN

Acabamento – 3
Câmbio – 2
Conforto – 5
Desempenho – 3
Equipamentos – 4
Ergonomia – 4
Espaço – 5
Estabilidade – 3
Estilo – 4
Instrumentos – 4
Motor – 3
Porta-malas – 5
Preço – 5
Seguro – 4
Suspensão – 3
Total – 57

PRISMA

Acabamento – 3
Câmbio – 4
Conforto – 3
Desempenho – 3
Equipamentos – 3
Ergonomia – 4
Espaço – 4
Estabilidade –
Estilo – 4
Instrumentos – 4
Motor – 4
Porta-malas – 5
Preço – 3
Seguro – 4
Suspensão – 4
Total – 56

GRAND SIENA

Acabamento – 4
Câmbio – 3
Conforto – 3
Desempenho – 4
Equipamentos – 5
Ergonomia – 4
Espaço – 4
Estabilidade – 3
Estilo – 4
Instrumentos – 3
Motor – 4
Porta-malas – 5
Preço – 3
Seguro – 2
Suspensão – 2
Total – 53

(Total de 75 pontos possíveis. Avaliação: 1 – muito ruim; 2 – ruim; 3 – regular; 4 – bom; 5 – ótimo)

Fonte: Jornal do Carro/ Estadão

Porto Seguro Auto São Paulo SP

Porto Seguro Auto, contrate online e tenha o melhor seguro de carro do Brasil.

Seguro Auto Porto Seguro O grupo Porto Seguro administra três importantes seguradoras: Porto Seguro, Itaú seguros de auto e residência e Azul Seguros. O seguro automóvel da Porto seguro é o mais completo seguro para carros do mercado, possui inúmeros serviços e benefícios, porque a Porto Seguro é lider em seguros de automóveis.

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Vai cair o preço do seguro de carro?

Vai cair o preço do seguro de carro?  O índice de roubo de carros está em queda há cinco meses no Estado de São Paulo. A se consolidar essa tendência, a Secretaria Estadual de Segurança Pública aposta que em algum momento, possivelmente em 2015, as seguradoras serão compelidas a reduzir os patamares dos preços dos seguros, pela primeira vez nos últimos anos, o que é outra boa notícia. Os preços dos seguros obedecem à lei do risco da cobertura. Menos roubos, mais barata a apólice. O Estado de São Paulo é responsável por cerca de 40% do mercado de seguros de veículos no País. O secretário Fernando Grella atribui a redução dos roubos de veículos à Lei dos Desmanches, promulgada em janeiro pelo governador Alckmin e regulamentada em portaria de junho. Grella anunciou a lei em entrevista exclusiva à Rede APJ (Associação Paulista de Jornais) ainda em 2013. Como efeito, em setembro último, por exemplo, a polícia vistoriou 42 estabelecimentos que comercializam peças de veículos na região de Araçatuba e 16 foram interditados. Ao todo no Estado, foram fechados 385 desmanches irregulares de um total de 707 fiscalizados. São estes os índices negativos de roubos de automóveis (média estadual): junho: -2,6%; julho: -11,2%; agosto: -10,9%; setembro: -9,4; outubro: -11,1%. Furtos: junho: -2,5%; julho: -0,5%; agosto: -0,5%; setembro: +3,5%; e outubro: -1,2%. O jornal O Estado de S.Paulo calcula que cerca de 100 mil veículos são desmontados todos os anos somente na Capital e 10% dos locais são clandestinos.

Flexibilização
O pulo do gato na queda dos roubos de carros é o controle fiscal sobre o setor. Os desmanches devem ser cadastrados no Detran e Secretaria da Fazenda e as peças são identificadas e devem ser acompanhadas de nota fiscal. Aqui cabe mais uma vez a ponderação. A redução de players no mercado de fato colabora para afastar atividades criminosas, mas ao mesmo tempo concentra os negócios em poucas empresas e afasta dos leilões o cidadão comum que deseja “garibar” o seu carrinho. As pessoas físicas de boa-fé estão impedidas de participar dos leilões de sucatas, conforme já exposto nesta coluna semana passada. Alguém pode explicar o porquê?

Fonte: Diário do Grande ABC

Palio é o carro mais vendido do Brasil

Palio é o carro mais vendido do Brasil. Fiat superou VW Gol em mais de 1,5 mil unidades no acumulado do ano

MÁRIO CURCIO, AB

Ainda que market share e liderança “não paguem almoço”, como Thomas Schmall costumava dizer em entrevistas coletivas, também parece certo que seu sucessor na presidência da Volkswagen do Brasil, David Powels, terá de lidar com uma incômoda e recente perda de liderança, após 27 anos, do Gol para o Palio como carro mais vendido do País. De janeiro a novembro deste ano foram emplacados 160.784 Palio, somadas as gerações antiga e atual do Fiat, ante 159.207 Gol, segundo dados da Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários.

Até o mês anterior o Volkswagen ainda segurava a liderança no acumulado do ano, mas desde junho o Fiat vinha obtendo números superiores, que lhe deram o topo na soma dos 11 meses, com vantagem de mais de 1,5 mil carros sobre o Gol. A conquista pelo Fiat se deve não só ao benefício da soma das duas gerações, mas também porque a versão antiga, chamada Fire, tem o menor preço de tabela do mercado nacional, com versões a partir de R$ 25.430.

O Gol ainda é o líder em vendas diretas, em regra feitas a frotistas. No varejo, contudo, está atrás não só do Palio, mas também de Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Fiesta (cujo total também inclui duas gerações, Rocam e New Fiesta).

O Gol assumiu o posto de carro mais vendido do Brasil em 1987 e não se pode descartar a possibilidade de que retome a liderança até o fim de 2014 se a Volkswagen fizer ações de venda direcionadas tanto a varejo como a grandes frotistas, mas a Fiat também pode usar o mesmo recurso para erguer a taça no fim do ano – e já sai com vantagem de mais de 1,5 mil carros.

OS MAIS VENDIDOS EM NOVEMBRO E NO ACUMULADO DO ANO

Fiat
Fonte: Fenabrave/ Automotivebussines

Qual carro interage melhor com seu celular?

Qual carro interage melhor com seu celular?

Analisamos as centrais multimídia dos carros mais vendidos para avaliar qual explora o melhor do seu celular

Das diversas opções no mercado, o iCarros elaborou um guia com os sistemas de conectividade oferecidos nos modelos mais vendidos. Telas sensíveis ao toque, streaming de áudio por Bluetooth e GPS integrado já não bastam. A disputa agora é para saber quem consegue a melhor interação entre carro e celular.

MyLink, Blue&Me, MediaNav, BlueNav, Maps & More e SYNC. As centrais multimídia têm se popularizado no painel dos carros com rapidez semelhante à popularização dos smartphones. Isso significa que a exigência dos consumidores tem aumentado na mesma proporção. Será que as montadoras têm acompanhado a velocidade dessas mudanças? Confira!

MyLink (Chevrolet)

O MyLink é oferecido em diversos modelos da linha Chevrolet, sendo que a opção avaliada – aquela utilizada por Cobalt, Onix, Prisma, Spin, S10 LT e Tracker – é a versão mais simples do sistema multimídia. Ele é opcional nas versões de entrada, mas vem de série nas topo de linha. O equipamento possui tela de sete polegadas sensível ao toque e se destaca pela conectividade com smartphones, que permite ao usuário acessar os aplicativos instalados no aparelho móvel, como GPS e rádios on-line. Também está disponível com comandos de áudio no volante.

Vantagens: O acesso à internet por meio do celular permite que o usuário disponha de informação em tempo real. O sistema permite acessar pelo rádio os aplicativos BringGo (GPS), Stitcher (de podcasts), TuneIn (de rádios on-line) e Siri, da Apple. Também é possível visualizar na tela fotos e vídeos por meio das conexões auxiliar e USB. Além disso, o MyLink oferece reprodução de músicas por streaming – permite ouvir os arquivos de áudio do celular – via Bluetooth e acesso aos comandos de aparelhos Android e da Apple, como iPhone e iPod.

Desvantagens: Para ter acesso às vantagens, é necessário que o celular esteja conectado e com acesso à internet móvel. Além disso, caso o smartphone utilizado seja um iPhone, é necessário conectá-lo via Bluetooth e via USB para a utilização dos aplicativos. Além disso, o sistema não é compatível com o Waze, um dos aplicativos de navegações mais utilizados.

Blue&Me (Fiat)

O Blue&Me estreou no mercado brasileiro em 2007, equipando opcionalmente o Fiat Punto – de série, só na topo de linha T-Jet. Hoje, pode ser instalado também no Linea. Esse sistema trouxe recursos inéditos nos segmentos mais populares, como comandos por voz. O aparelho oferece conexão por Bluetooth, que permite ligações e consulta à agenda telefônica, mas não dispõe de função streaming de áudio. Os comandos no volante permitem controlar, não apenas o som, como também as ligações.

Vantagens: A central dispõe do Social Drive, sistema que narra para o usuário as notícias das redes sociais. Entretanto, o sistema é, na verdade, um serviço que armazena as atividades de amigos selecionados e é acessado apenas por meio de ligação, como uma caixa postal. Os comandos de voz controlam, além das chamadas, o reprodutor de áudio.

Desvantagem: Não há acesso aos aplicativos do celular, além da interface do smartphone não ser replicada no Blue&Me. Os comandos físicos são feitos apenas por meio de botões, sem espelhar as funções do smartphone conectado através de uma tela sensível ao toque. Falta também a função de streaming de áudio por Bluetooth.

Media Nav (Renault)

O Media Nav 1.2 é o sistema multimídia oferecido pela Renault na nova geração dos modelos Logan e Sandero – opcional em quase todas as versões. O equipamento, já em versão atualizada, possui tela sensível ao toque de sete polegadas, GPS integrado, conexão Bluetooth com streaming de áudio, além de entrada auxiliar e USB.

Vantagens: O Media Nav1.2 permite ao usuário deixar registrados números de telefones para chamadas via Bluetooth e oferece interface compatível com os comandos dos aparelhos da Apple, como iPhone e iPod. O GPS integrado também merece destaque.

Desvantagens: Diferente das outras fabricantes, a Renault adota os controles de áudio na coluna de direção, o que dificulta o manuseio. O sistema não oferece compatibilidade com os aplicativos instalados no smartphone conectado, além de não replicar na tela a interface do celular.

BlueNav (Hyundai)

O sistema BlueNav, oferecido pela Hyundai na linha HB20 – opcional nas configurações de entrada e de série nas topo de linha -, possui tela de sete polegadas sensível ao toque com capacidade para controlar a biblioteca de áudio do celular. Além disso, os comandos de áudio e de chamadas podem ser feitos por meio das teclas no volante. Porém, por não possuir compatibilidade com os aplicativos do celular, o sistema multimídia tem interação limitada com smartphones.

Vantagens: O sistema possui funções como streaming de áudio por Bluetooth, assim como comandos no volante que controlam o som e as chamadas telefônicas. Também estão presentes entradas auxiliar e USB, que ficam dentro de um compartimento protegido com tampa retrátil.

Desvantagens: O BlueNav não tem acesso aos aplicativos de smartphones e não reproduz na tela a interface do aparelho. Além disso, não compartilha a internet móvel dos smartphones conectados.

Maps & More (Volkswagen)

A central Maps & More, oferecida pela Volkswagen como opcional no up! possui tela de cinco polegadas sensível ao toque e funciona como uma extensão do aparelho de rádio e do computador de bordo. Entretanto, no quesito interação com o celular, o aparelho fica devendo para o consumidor. A única opção de interação entre o sistema e o smartphone é nas ligações por Bluetooth.

Vantagens: O aparelho deixa a desejar, dispondo apenas de conexão Bluetooth para chamadas e streaming de áudio. O destaque é que o Maps & More permite o pareamento simultâneo com dois celulares.

Desvantagens: A central possui uma tela pequena e não traz comandos no volante. Além disso, o Maps & More não dá acesso aos aplicativos do smartphone conectado. Também não há entrada USB, o que limita a conexão dos celulares à entrada auxiliar ou ao Bluetooth.

SYNC (Ford)

O sistema, de série nas versões topo de linha do Ford Ka, é o primeiro no mercado nacional a oferecer o assistente de emergência. O equipamento também realiza chamadas por comando de voz, além de possuir o recurso de mensagens de texto sonoras – que são “lidas” pelo SYNC e reproduzidas no sistema de som. Outro destaque é o AppLink, que acessa os aplicativos instalados no celular.

Vantagens: O sistema SYNC do Ford Ka possui comandos de voz para ligações, além de “ler” mensagens de texto recebidas no celular. Há comandos do som no volante e streaming de áudio por Bluetooth. Um diferencial do equipamento é o assistente de emergência, que liga automaticamente para o número 192 do SAMU em caso de acidente e envia a localização do carro por meio das coordenadas do GPS. Porém, é necessário ter um celular pareado. Outro ponto de destaque é o sistema AppLink, que dá acesso aos aplicativos instalados no smartphone. Ele possui compatibilidade com os aplicativos Glymse (GPS), Let’s (que encontra vagas de estacionamento), Spotify (reprodutor de músicas on-line), além dos aplicativos da 89 FM Rádio Rock, da Rádio Alpha FM e do Guia UOL.

Desvantagens: Não é possível reproduzir fotos ou vídeos presentes no celular por não possuir uma tela que replique a interface do aparelho, ausência que também dificulta a navegação entre as funções disponíveis. Além disso, o SYNC é incapaz de reconhecer o aplicativo de navegação Waze.

Fonte: icarros

Bicicletas 'subversivas' feitas de lataria de carro fazem sucesso na Espanha

 Bicicletas ‘subversivas’ feitas de lataria de carro fazem sucesso na Espanha

  • 26 novembro 2014
Projeto de fazer bicicletas do ferro-velho partiu de agência de publicidade espanhola

Dezenas de milhares de carros acabam virando ferro-velho em todo o mundo e boa parte desse material é simplesmente desperdiçado. Mas não para o publicitário espanhol Francisco Cassis e seus colegas, que transformam ferro-velho em bicicletas.

O projeto Bicycled, sediado em Madri, é um trocadilho com “bicicleta” e “reciclagem”. A ideia nasceu de uma parceria informal entre a agência de publicidade Lola Madrid, onde Cassis trabalha, e uma loja de bicicletas da capital espanhola.

“Às vezes, nossos funcionários talentosos têm ideias maravilhosas que não estão relacionadas com publicidade, e para isso nós criamos um departamento especial que tenta dar vida a essas ideias”, diz ele.

O projeto é baseado no conceito de “upcycling” – de reaproveitar lixo, transformando-o em outros produtos. Alguns sites da internet, como o Etsy.com, se dedicam a comercializar exclusivamente produtos desse tipo.

Subversivo

Objetos feitos de coisas que já perderam o uso não são novidade; artesãos, por exemplo, transformam garrafas de vinho em porta-velas. Mas agora o conceito vem tomando uma escala industrial.

No Quênia, as sandálias Akala são confeccionadas a partir de pneus velhos. Em Mumbai, o empreendedor Anu Tandon Vieira criou o “Retyrement Plan”, uma linha de móveis também feita também a partir de pneus velhos.

Projeto fez tanto sucesso que precisou ser interrompido

Em Ruanda, a Angaza Limited transforma banners e telas de vinil em bolsas estilosas. No Reino Unido, o francês Gaspard Tiné-Berès fez fama com o Short Circuit, que dá vida nova a vários utensílios de cozinha.

O projeto Bicycled ainda contém uma certa dose de ironia. Nada é mais subversivo do que transformar um carro – uma máquina de poluição – justamente na sua alternativa mais ecológica: uma bicicleta.

“Uma bicicleta feita de carros abandonados é uma bicicleta com uma opinião. É essa novidade que faz dela especial”, diz Cassis.

Parte do apelo de mercado do produto é que não existe nenhuma bicicleta igual a outra nesta linha. Cada parte da bicicleta é feita a partir do material à disposição – que varia em cada momento de confecção. Então, se a fórmula é sempre a mesma, é impossível repetir os componentes.

Vítima do sucesso

A resposta dos consumidores no famoso festival de tecnologia SXSW, no Texas, foi excelente. Foram 7 mil consultas e pedidos do produto – entre compradores e curiosos. Nem mesmo o alto preço – cerca de US$ 800 (R$ 2 mil) – afastou o interesse da maioria, segundo Cassis.

“A reação geral de todos foi: ‘parabéns, é uma ideia ótima. Eu quero uma’.”

Mas o próprio sucesso do produto é um desafio. Cada bicicleta pode levar até três meses para ser confeccionada, já que é preciso derreter o metal do ferro-velho e transformá-lo nas partes. Com 7 mil consultas, fica claro que a demanda não será atendida logo.

“Se você quer vender algo como 500 ou mil bicicletas, com cada uma levando três meses para ser feita, vamos enlouquecer. Então acabamos tendo que dar uma parada no projeto até descobrirmos uma forma de acelerar a produção.”

O perigo é que se a resposta para esse dilema não surgir logo, o interesse do público pode cair. Cassis acha que os consumidores não estão interessados apenas na bicicleta – eles querem ter uma história para contar e dizer que participaram de um projeto importante.

Atender à demanda é um problema, mas a oferta de materiais não será um desafio. A agência ambiental europeia estima que 17 milhões de carros virarão ferro-velho no continente ao longo de 2015.

Leia a versão original em inglês desta reportagem no site BBC Autos.

Bicicletas ‘subversivas’ feitas de lataria de carro fazem sucesso na Espanha

 Bicicletas ‘subversivas’ feitas de lataria de carro fazem sucesso na Espanha

  • 26 novembro 2014
Projeto de fazer bicicletas do ferro-velho partiu de agência de publicidade espanhola

Dezenas de milhares de carros acabam virando ferro-velho em todo o mundo e boa parte desse material é simplesmente desperdiçado. Mas não para o publicitário espanhol Francisco Cassis e seus colegas, que transformam ferro-velho em bicicletas.

O projeto Bicycled, sediado em Madri, é um trocadilho com “bicicleta” e “reciclagem”. A ideia nasceu de uma parceria informal entre a agência de publicidade Lola Madrid, onde Cassis trabalha, e uma loja de bicicletas da capital espanhola.

“Às vezes, nossos funcionários talentosos têm ideias maravilhosas que não estão relacionadas com publicidade, e para isso nós criamos um departamento especial que tenta dar vida a essas ideias”, diz ele.

O projeto é baseado no conceito de “upcycling” – de reaproveitar lixo, transformando-o em outros produtos. Alguns sites da internet, como o Etsy.com, se dedicam a comercializar exclusivamente produtos desse tipo.

Subversivo

Objetos feitos de coisas que já perderam o uso não são novidade; artesãos, por exemplo, transformam garrafas de vinho em porta-velas. Mas agora o conceito vem tomando uma escala industrial.

No Quênia, as sandálias Akala são confeccionadas a partir de pneus velhos. Em Mumbai, o empreendedor Anu Tandon Vieira criou o “Retyrement Plan”, uma linha de móveis também feita também a partir de pneus velhos.

Projeto fez tanto sucesso que precisou ser interrompido

Em Ruanda, a Angaza Limited transforma banners e telas de vinil em bolsas estilosas. No Reino Unido, o francês Gaspard Tiné-Berès fez fama com o Short Circuit, que dá vida nova a vários utensílios de cozinha.

O projeto Bicycled ainda contém uma certa dose de ironia. Nada é mais subversivo do que transformar um carro – uma máquina de poluição – justamente na sua alternativa mais ecológica: uma bicicleta.

“Uma bicicleta feita de carros abandonados é uma bicicleta com uma opinião. É essa novidade que faz dela especial”, diz Cassis.

Parte do apelo de mercado do produto é que não existe nenhuma bicicleta igual a outra nesta linha. Cada parte da bicicleta é feita a partir do material à disposição – que varia em cada momento de confecção. Então, se a fórmula é sempre a mesma, é impossível repetir os componentes.

Vítima do sucesso

A resposta dos consumidores no famoso festival de tecnologia SXSW, no Texas, foi excelente. Foram 7 mil consultas e pedidos do produto – entre compradores e curiosos. Nem mesmo o alto preço – cerca de US$ 800 (R$ 2 mil) – afastou o interesse da maioria, segundo Cassis.

“A reação geral de todos foi: ‘parabéns, é uma ideia ótima. Eu quero uma’.”

Mas o próprio sucesso do produto é um desafio. Cada bicicleta pode levar até três meses para ser confeccionada, já que é preciso derreter o metal do ferro-velho e transformá-lo nas partes. Com 7 mil consultas, fica claro que a demanda não será atendida logo.

“Se você quer vender algo como 500 ou mil bicicletas, com cada uma levando três meses para ser feita, vamos enlouquecer. Então acabamos tendo que dar uma parada no projeto até descobrirmos uma forma de acelerar a produção.”

O perigo é que se a resposta para esse dilema não surgir logo, o interesse do público pode cair. Cassis acha que os consumidores não estão interessados apenas na bicicleta – eles querem ter uma história para contar e dizer que participaram de um projeto importante.

Atender à demanda é um problema, mas a oferta de materiais não será um desafio. A agência ambiental europeia estima que 17 milhões de carros virarão ferro-velho no continente ao longo de 2015.

Leia a versão original em inglês desta reportagem no site BBC Autos.

Carro recuperado pela polícia é entregue embaixo de pilha de veículos

Carro recuperado pela polícia é entregue embaixo de pilha de veículos

Veículo está no depósito da Polícia Civil de São José dos Pinhais, no PR.
Além de peças faltantes, ele reclama de ter de contratar empilhadeira.

Um comerciante que teve o carro furtado, e recuperado, foi surpreendido ao chegar no depósito de veículos da Polícia Civil em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O carro dele, um chevete ano 91, estava na parte de baixo de uma pilha formada por três carros, e sem diversas peças.

O carro, que foi furtado em Curitiba, no bairro Pinheirinho, foi localizado em janeiro de 2014 – estava abandonado em uma rua de São José dos Pinhais. “Fiquei feliz, porque na época o carro estava bonitão. Achei que ia encontrar da mesma forma”, afirmou Israel Farias. Como foi encontrado com a placa adulterada, o veículo precisou passar por uma vistoria antes de ser devolvido.

Essa vistoria, porém, levou quase 11 meses para ser feita, e o carro foi liberado apenas em novembro. Foi quando Farias encontrou o veículo embaixo de outros dois, e sem algumas peças. “Quando foi encontrado o carro ele estava funcionando, estava rodando. Agora estão faltando várias peças do motor, e não há possibilidade de o veículo funcionar”, reclama. Além disso, foi informado que para retirar o carro de baixo dos outros terá que contratar uma empilhadeira particular.

Segundo a Polícia Civil, o carro já chegou danificado e sem várias peças, especialmente dentro do carro. Ainda conforme a polícia, os carros precisam ser empilhados porque há pouco espaço no depósito.

Fonte: G1

Chubb Seguros abre escritório em Campinas

Chubb Seguros abre escritório em Campinas

A Chubb do Brasil, subsidiária da tradicional companhia de seguros do continente americano e a seguradora mais antiga em operação no Brasil, anuncia a abertura de escritório em Campinas para atender todo o interior do estado de São Paulo.

“A escolha do local foi estratégica, com base no expressivo crescimento da região, e faz parte de um movimento da companhia de ampliar a base geográfica e assim expandir seus negócios”, diz Gustavo Carvalho, Superintendente Comercial da Chubb Seguros. A empresa já opera localmente por meio de representantes e é reconhecida por atuar próximo aos corretores e segurados. “A abertura vai garantir ainda mais agilidade e interação no relacionamento com nossos parceiros”, completa.
O interior do estado de São Paulo vem crescendo nos últimos anos. Atualmente, representa 15,3% do PIB nacional, o que equivale a US$ 135,9 bilhões e representa metade da contribuição do Estado, superando o da maioria dos países da América Latina, como Chile e Colômbia.
 O plano de expansão da companhia para áreas onde há potencial de negócios a ser explorado já contemplou a abertura de unidades em Salvador e em Florianópolis recentemente. A Chubb do Brasil possui matriz em São Paulo e mantém sucursais nas principais capitais brasileiras.
Sobre a Chubb do Brasil – A companhia é subsidiária da norte-americana The Chubb Corporation, fundada em 1882, uma das maiores empresas de seguros dos Estados Unidos e do mundo. No Brasil iniciou suas operações em 1973 após a aquisição do controle acionário da mais antiga empresa de seguros do país, a Argos Fluminense, fundada em 1845. A Chubb se consolidou no mercado segurador nacional ao oferecer produtos e serviços com vantagens exclusivas, garantindo aos clientes segurança, qualidade e sofisticação. Ganhou destaque em diversos segmentos como Personal Lines, D&O (Directors and Officers), Mass Marketing, Property, Seguro Transporte, Vida em Grupo, Riscos Empresarias, Entretenimento, entre outros. Sobressaindo-se em meio a mais de 100 companhias de seguros no Brasil, a Chubb está entre as 15 melhores empresas de setor de acordo com o anuário Valor 1000, do Valor Econômico. Já no prêmio “As Melhores da Dinheiro”, da revista Istoé Dinheiro, a companhia figura entre as TOP 5 nas categorias Inovação & Qualidade e Governança Corporativa. A companhia recebeu ainda importantes reconhecimentos do setor, como Prêmio Segurador Brasil, Troféu Gaivota de Ouro e Melhores do Seguro.
Fonte: Segs Portal Nacional

Mulher deixa recado sobre carro mal estacionado e tem resposta grosseira

Mulher deixa recado sobre carro mal estacionado e tem resposta grosseira
Facebook

Mulher recebe "vá à merda" como resposta sobre estacionamento irregular

Mulher recebe "vá à merda" como resposta sobre estacionamento irregular

Uma mulher deixou um recado alertando sobre o estacionamento irregular de um veículo em um shopping de Fortaleza e recebeu um bilhete com resposta grosseira. “Oi, boa tarde! Que tal estacionar melhorzinho da próxima vez? Cuidado ao sair, pois a lateral direita do seu carro está bem próxima à minha”, dizia o bilhete fixado a uma pick-up, na vaga vizinha à de seu veículo.

Ao voltar ao carro dela, a motorista encontrou um outro bilhete com a resposta “vá à merda”. “Cansadinha, sabe, de ter que lidar com pessoas que creem viver num mundo só delas… A esta pessoa, um banho frio de amor. Melhore, você”, comentou a autora do bilhete, no Facebook. A mensagem recebeu mais de 260 compartilhamentos até a tarde desta terça-feira (25).

Ela conta que deixou o bilhete no veículo no estacionamento de um shopping na segunda-feira (24) para alertar sobre o veículo que ocupava duas vagas no estacionamento. “Porque o shopping tem câmera, ele/ela deve ter pensado duas vezes antes de fazer algo ainda pior”, comentou.

Fonte: G1

Carro voador pode estar prestes a se tornar realidade

 

Por Redação, com DW – de Braunschweig/Londres

Imagine ter que se deslocar todos os dias 300 quilômetros de casa ao trabalho, a distância Berlim-Hannover ou São Paulo-Volta Redonda – e vice-versa. Com um carro voador, bastariam menos de duas horas para percorrer o trajeto.

Ao todo, 17 projetos ao redor do mundo visam transformar essa ideia futurista em realidade. Entre eles o MyCopter, da União Europeia, envolvendo seis universidades e institutos de pesquisa europeus, incluindo o Centro Aeroespacial Alemão (DLR), em Braunschweig, a Universidade Técnica de Karlsruhe e o Instituto Max Planck de Biologia Cibernética, em Tübingen. A UE financia o projeto com 3,4 milhões de euros.

Durante quatro anos, os pesquisadores do MyCopter examinaram técnicas e concepções de veículos aéreos para uso diário. Na penúltima semana de novembro, os cientistas apresentaram seus resultados na cidade de Braunschweig. Entre outros equipamentos, desenvolveram um volante que permite pilotar um helicóptero como um carro.

“Os pilotos disseram: ‘Realmente, nada mal’”, orgulha-se Stefan Levedag, do Centro Aeroespacial Alemão. Até então, o volante foi testado em simulações, e atualmente está sendo instalado num helicóptero de verdade.

Todos os 17 projetos de carro voador têm o mesmo objetivo: construir um veículo que possa ser utilizado tanto na estrada como no ar. Essa é também a meta da AeroMobil, uma empresa de Bratislava, capital da Eslováquia.

Na conferência internacional sobre o futuro Pioneers Festival, realizada em Viena em outubro, a empresa apresentou seu protótipo mais recente, o AeroMobil 3.0. Ele já completou os testes na estrada e no ar com sucesso e está a apenas um passo do modelo final, apto a entrar no mercado.

O funcionário da AeroMobil Stefan Vadocz lembra que há quase cem anos se tenta construir carros voadores, em todo o mundo. “Mas o nosso é um pouco diferente: desde o início, ele foi projetado como um carro e avião comum” Sua característica especial é a possibilidade de alternar entre os dois objetos.

 

Falta apenas a licença europeia para o AeroMobil entrar no mercado

Carros esportivos com asas

O AeroMobil 3.0 parece um carro esportivo de luxo. Ele possui asas e rodas fabricados com materiais compostos e tudo o que é de se esperar em um carro voador: eletrônica aeronáutica, piloto automático e paraquedas. Ele utiliza gasolina comum, e, como um avião, é capaz de decolar e pousar, sobre uma superfície firme ou até mesmo sobre uma faixa de grama.

– Combinar um carro e um avião não é uma tarefa fácil – salienta Vadocz. “Um carro deve ser pesado e relativamente bem mais largo do que um avião.” Um avião, no entanto, precisa ser o mais leve possível. “O fato de ser possível alternar entre os dois permite ter tanto um carro quanto um avião de pleno direito”, assegura.

Depois de alguns testes bem sucedidos e da apresentação no Pioneers Festival, os construtores do AutoMobil 3.0 precisam acima de tudo resolver a papelada burocrática. Pois o carro voador precisa de licenças europeias para a estrada e para o ar.

Jan Lesinsky, professor de Técnica de Transportes e Automóveis da Universidade Técnica Eslovaca, em Bratislava, se entusiasma com a nova tecnologia por trás dos carros voadores. Mas ele não espera que o AeroMobil receba as autorizações necessárias, e muito menos que carros voadores se tornem em breve uma forma de transporte de massa.

“A ideia de simplesmente decolar, quando se esbarra num congestionamento, soa fantástica. Mas o que acontece quando carros voadores, digamos, somam 10% do tráfego? Quando os carros estiverem se movendo entre 20 e 100 metros de altura no transporte aéreo, serão necessárias regras de segurança muito claras”, alerta.

Os proprietários também precisam ser ao mesmo tempo motoristas e pilotos. E o motorista precisaria se comunicar de forma organizada com uma espécie de torre de comando, para decidir quem segue por onde.

– Definitivamente não sou pessimista quando se trata de projetos como este. Mas acredito que é pouco provável que num futuro próximo vamos ver carros voando em qualquer lugar – afirma Lesinsky. Stefan Levedag, do DLR, segue a mesma linha: “Com certeza não iremos ver o carro voador por um bom tempo.”

AeroMobil 3.0 deverá custar algumas centenas de milhares de euros

Só para ricos

De qualquer maneira, segundo Lesinsky, a maioria das pessoas não teria como pagar um carro voador. Vadocz, da AeroMobil, também admite que seu veículo é um produto de luxo. “O preço deve ficar entre o de um carro esportivo e o de um pequeno avião esportivo, ou seja, algumas centenas de milhares de euros.”

O funcionário acrescenta que já há interessados, embora atualmente a AeroMobil não esteja aceitando encomendas. “Mas estamos bastante felizes que o mundo esteja interessado em comprar o nosso veículo. Vamos cuidar rapidamente de todas as licenças e regularizações”, o que deve ser questão de alguns anos.

Caso a AeroMobil realmente adquira as autorizações necessárias, os veículos alados poderão estar voando por aí mais rápido do que muitos imaginam. No entanto, para a maioria o que sobrará é o gostinho de observar o voo dos carros alados a partir do solo.

Fonte: Correio do Brasil

Após ter carro roubado, Mousasi desafia ladrão para luta no UFC Suécia

Após ter carro roubado, Mousasi desafia ladrão para luta no UFC Suécia

Peso médio, que encara Dan Henderson em janeiro, usou redes sociais para desabafar após perder veículo.

 

Mousasi carro 650x480 Após ter carro roubado, Mousasi desafia ladrão para luta no UFC Suécia

No próximo dia 24 de janeiro, Gegard Mousasi enfrenta o veterano Dan Henderson na luta co-principal do UFC on FOX 14, na Suécia. Mas se dependesse do armênio-holandês seu adversário seria outro. Isso porque, após ter seu carro roubado, Mousasi publicou um desabafo nas redes sociais e desafiou o ladrão do seu veículo para enfrentá-lo em Estocolmo.

“Para o babaca que roubou o meu carro ontem: eu gostaria de estar lutando contra você na Suécia, no dia 24 de janeiro”, escreveu o peso médio em seu perfil oficial no Twitter, juntamente com uma foto sua ao lado de um carro alugado. Posteriormente, mais calmo, o lutador amenizou as críticas. “Nós vivemos em um lugar excelente. Pessoas más podem ser encontradas em qualquer lutas”, analisou.

Aos 29 anos, Gegard Mousasi tem um cartel profissional de 35 vitórias, cinco derrotas e dois empates. Ex-campeão do DREAM, Mousasi vem de revés para o brasileiro Ronaldo Jacaré e tentará se recuperar de derrota contra Dan Henderson, e não o responsável pelo sumiço de seu carro, no UFC on FOX 14, que tem Alexander Gustafsson x Anthony Johnson como luta principal

Fonte: SuperLutas

Roubo e supply chain preocupam menos os empresários brasileiros, segundo pesquisa da Zurich

Roubo e supply chain preocupam menos os empresários brasileiros, segundo pesquisa da Zurich . Uma pesquisa realizada pela Zurich revelou que, no segmento de seguros, alguns problemas que as pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam estão sendo reduzidos por meio da oferta de ferramentas para gerenciar riscos. A preocupação com roubos teve 10% de redução de 2013 para 2014. Na pesquisa realizada no ano passado, este tipo de receio era apontado por 24% dos empresários, e agora foi citado por 14% das 3.800 PMEs entrevistadas, de 19 países (sendo 200 delas brasileiras). O índice é o menor dentre os países pesquisados da América Latina, a exemplo da Argentina (26%). No México, o roubo é preocupação de 20,5% dos pesquisados.

Outro exemplo que confirma a importância do seguro para os empresários se dá no suporte do supply chain ante a preocupação com falhas de parceiros. Entre todos os receios apontados, este é o que mais se reduziu no último ano (de 32% para 17,5%). Em conjunto, informam os consumidores e favorecem a cultura do seguro no Brasil.

“O seguro desempenha um papel fundamental para ajudar as PMEs a cumprirem suas ambições” afirma Mike Kerner, CEO de Seguros Gerais do Grupo Zurich.

A intenção da pesquisa é elencar informações e contribuir com o mercado. Foram entrevistados altos executivos de PMEs de diferentes setores, que apontaram expectativas e receios para os 12 meses seguintes à pesquisa. Realizada anualmente em diversos países, o documento também estabelece comparativos e aponta caminhos que as entrevistadas pretendem seguir.

Rapaz foge em carro com parcelas em atraso, mas leva cobrador junto

Rapaz foge em carro com parcelas em atraso, mas leva cobrador junto

Mandado de busca e apreensão foi expedido devido à falta de pagamento.
Ele aproveitou distração e fugiu levando representante no banco de trás.

Do G1 Ribeirão e Franca

Segundo a polícia, carro estava com as parcelas atrasadas (Foto: Reprodução/EPTV)Segundo a polícia, carro estava com as parcelas atrasadas (Foto: Reprodução/EPTV)

Um homem de 28 anos foi detido pela Polícia Militar nesta quarta-feira (26) após tentar fugir com um carro financiado, para o qual havia um mandado de busca e apreensão devido à falta de pagamento das parcelas. Segundo a polícia, ele deixou o local ao receber a ordem judicial, mas levou no veículo o representante do banco que tentava reaver o automóvel. O rapaz foi encontrado próximo a Jardinópolis (SP), autuado por desobediência e liberado.

De acordo com o cabo da PM Luis César Isidoro da Silva, o representante do banco e um oficial de Justiça foram ao trabalho do rapaz, em Ribeirão Preto (SP), para cumprir um mandado de busca e apreensão para o veículo que ele havia financiado. Silva afirma que o pagamento das parcelas estava atrasado, mas que o dono do carro aceitou a ordem. “Na hora em que foi falado ao suspeito que iria ser realizada a busca e apreensão de veículo, ele concordou e foi retirar seus pertences do interior do veículo.”

O que a polícia não esperava era que o dono do veículo fosse aproveitar a oportunidade para tentar fugir. No entanto, o representante do banco, que havia entrado no carro para observá-lo, acabou sendo levado junto. “Nesse momento, ele fugiu com o veículo e o representante atrás, dentro do carro. Ele seguiu pelo bairro Sumarezinho, atravessou grande parte da cidade, pegou a Rodovia Anhanguera, sentido ao município de Jardinópolis, onde foi feito o cerco pelas viaturas da Polícia Militar”, conta Silva. Durante todo o caminho, o representante do banco manteve contato com o oficial por meio do celular.

Cercado pelos policiais, o homem alegou que comprou o veículo de outra pessoa, a quem seria dirigida a busca e apreensão. “Ele não queria devolver o veículo. Falou que ia ter um grande prejuízo”, afirma Silva. Ele também não explicou o motivo de ter levado o representante do banco na fuga.

O homem foi detido por desobediência e liberado após assinar um termo circunstanciado. O carro foi devolvido ao banco.

Suspeito acabou detido por desobediência, mas foi liberado (Foto: Reprodução/EPTV)Suspeito acabou detido por desobediência após fuga, mas foi liberado (Foto: Reprodução/EPTV)

ZURICH AVALIA IMPORTÂNCIA DO SEGURO ENTRE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

ZURICH AVALIA IMPORTÂNCIA DO SEGURO ENTRE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

Preocupação com roubo cai 10%

Problemas estão sendo reduzidos com oferta de ferramentas para gerenciar riscos

A preocupação com roubos teve 10% de redução de 2013 para 2014, segundo pesquisa realizada pela Zurich junto a 3.800 pequenas e médias empresas de 19 países, sendo que no Brasil participaram 200. No segmento de seguros, ficou evidenciado que alguns problemas que as PMEs enfrentam estão sendo reduzidos por meio da oferta de ferramentas para gerenciar riscos.

Na pesquisa realizada no ano passado, este tipo de receio era apontado por 24% dos empresários, e agora foi citado por 14% dos empresários. O índice é o menor dentre os países pesquisados da América Latina, a exemplo da Argentina (26%). No México, o roubo é preocupação de 20,5% dos pesquisados.

A intenção da pesquisa – e da divulgação dos resultados – é elencar informações e contribuir com o mercado. Foram entrevistados altos executivos de PMEs de diferentes setores, que apontaram expectativas e receios para os 12 meses seguintes à pesquisa. Realizada anualmente, e em diversos países, a pesquisa também estabelece comparativos e aponta caminhos que as entrevistadas pretendem seguir. O levantamento confirma a importância que a Zurich deposita no entendimento dos mercados em que atua.

Falhas de parceiros

Outro exemplo que confirma a importância do seguro para os empresários se dá no suporte do supply chain ante a preocupação com falhas de parceiros. Entre todos os receios apontados, este é o que mais se reduziu no último ano (de 32% para 17,5%). A Zurich comemora este resultado, porque entende que sua missão está sendo alcançada: as empresas estão entendendo seus riscos e se precavendo deles.

A empresa credita este aspecto positivo ao trabalho incansável de relacionamento entre os diretores e os parceiros corretores, apoiados por veículos de comunicação. Em conjunto, informam os consumidores e favorecem a cultura do seguro no Brasil. “O seguro desempenha um papel fundamental para ajudar as PMEs a cumprirem suas ambições” afirma Mike Kerner, CEO de Seguros Gerais do Grupo Zurich.

A análise foi executada pela empresa global de pesquisa GfK, e finalizada no primeiro semestre de 2014. Foram entrevistados executivos de 3.800 pequenas e médias empresas (0-250 empregados em tempo integral). Entre eles CEO / Proprietários, Gerentes Gerais, CFO / Tesoureiros, COO / Chefe de Operações por país foi incluído. A pesquisa foi realizada com PMEs de 19 países: Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Alemanha, Hong Kong, Itália, Irlanda, Malásia, México, Marrocos, Portugal, África do Sul, Espanha, Suíça, Taiwan, Turquia, Emirados Árabes Unidos e UK.

Os líderes das 3.800 empresas foram convidados a identificar até três ações e três desafios para o seu negócio ao longo dos 12 meses anteriores. Zurich e GfK continuam acompanhando as PMEs na intenção de compreender como os desafios estão sendo geridos. A decisão da Zurich em investir nesta ampla pesquisa corrobora seu empenho em entender e contribuir com o mercado.

Fonte: Monitor Mercantil

8 opções de smartphones para comprar

8 opções de smartphones para comprar

 

Celulares inteligentes devem estar entre os produtos mais procurados na megapromoção

A Black Friday começa nesta noite, a partir da meia-noite desta quinta-feira (27). Várias lojas participarão da promoção e os smartphones estão entre os itens mais procurados. Abaixo, o iG reúne 8 modelos de smartphones que podem ser boas opções de compra.

Na galeria você encontra os preços atualizados dos aparelhos. Assim, fica mais fácil saber se o desconto compensa ou não.

Moto G – Sucesso de vendas no Brasil, o Moto G ganhou recentemente uma nova versão, com tela maior (5 polegadas) e configuração similar à anterior. Veja teste completo do Moto G.

Zenfone 5 – A Asus estreou no mercado de smartphones brasileiro com o Zenfone 5, que tem ótimo custo/benefício. Leia o teste completo do Zenfone 5.

Galaxy Gran Prime – Este aparelho intermediário da Samsung é uma boa opção para selfies mais caprichados. Veja teste completo do Galaxy Gran Prime.

G3 – Topo de linha da LG, G3 tem acabamento de primeira e tela com altíssima resolução (padrão Quad HD). Leia o teste completo do G3.

Xperia Z3 Compact – Lançamento recente da Sony, Z3 Compact tem confiuração poderosa e tela de 4,6 polegadas. Veja mais informações sobre o Z3 Compact.

S480 – Smartphone da Positivo é intermediário com boa configuração. Veja o teste completo do S480.

iPhone 5C – O iPhone 6 é o sonho dos fãs da Apple, mas o preço alto afasta muita gente. Mesmo lançado há mais de um ano, o iPhone 5C é um aparelho com boa configuração e ainda se mostra uma opção interessante para quem quer gastar menos. Veja o teste completo do iPhone 5C.

Lumia 830 – Esse aparelho é uma opção intermediária para quem prefere o Windows Phone, sistema para smartphones da Microsoft. A câmera tem a sofisticada tecnologia Pureview. Saiba mais sobre o Lumia 830.

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