Categoria Últimas

Amil compra controle da Medial por R$612,5 milhões

Amil compra controle da Medial por R$612,5 milhões

SÃO PAULO, 19 de novembro (Reuters) – A Amil Participações fechou acordo para adquirir o controle da Medial Saúde por 612,5 milhões de reais em dinheiro, em meio à recente onda de fusões e aquisições no setor segurador que até agora sempre envolveram um banco de grande porte na ponta compradora.

A operação consolida a posição de líder da Amil no mercado brasileiro de planos de saúde.

Com o negócio, a fatia de mercado da Amil no Estado de São Paulo, o mais rico do país, quase dobra, dos atuais 7,9 para 15,1 por cento. Em todo o Brasil, o market share salta de 6,2 para 10,1 por cento, atingindo 4,2 milhões de beneficiários em saúde e outros 986 mil em planos dentais.

Pelo acordo firmado nesta quinta-feira, a Amil comprará, direta e indiretamente, 36,22 milhões de ações ordinárias da Medial Saúde nas mãos de seus controladores, equivalentes a 51,9 por cento do capital total da companhia.

A Amil está comprando ações da Medial Participações, que detém 49,5 por cento da Medial Saúde, e diretamente da Medial Saúde representativas de outros 2,4 por cento do capital da empresa.

Conforme a Amil, o valor atribuído por ação da Medial Saúde na operação é de 17,2 reais –o que embute um prêmio de 7,2 por cento sobre o fechamento do papel na bolsa na quarta-feira, de 16,05 reais. O preço por ação da Medial Participações no acordo com os controladores é de cerca de 8,4 reais.

A Amil utilizará recursos em caixa para pagar os controladores da Medial.

OFERTA PÚBLICA

A Amil informou ainda que fará uma oferta pública de aquisição (OPA) das ações da Medial Saúde em circulação no mercado “em igualdade de condições, inclusive preço, àquelas acordadas com os acionistas controladores”.

Em seguida, a Amil pretende cancelar o registro de companhia aberta da Medial Saúde, com saída da empresa do Novo Mercado da Bovespa.

Só então a Amil implantará uma reorganização societária que pode envolver a cisão ou incorporação.

O negócio será submetido à aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), assim como de órgãos antitruste.

Cresce a procura pela blindagem de carros na capital

Cresce a procura pela blindagem de carros na capital

Violência impulsiona crescimento do setor, que quintuplicou

A-Ganine Horta

Para quem acha que é exagero blindar um veículo, com a ideia de que em Belo Horizonte ou Minas Gerais não há tanta violência para tanto, as lojas que fazem esse serviço recebem de retorno dos clientes justamente o contrário. Em uma delas, que fica no bairro São Francisco, em Belo Horizonte – ATM Blindados – somente neste ano seis carros voltaram para fazer reparos na blindagem, pois tinham levado tiros. De fato, a frota de veículos com proteção balística quintuplicou no Brasil nos últimos dez anos.

De acordo com a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), em 2003 o país tinha uma frota de 22 mil carros blindados. Atualmente, há mais de 120 mil carros blindados rodando pelo Brasil.

“Meu serviço dobrou nos últimos anos. Em 2010, eu entregava, em média, quatro a cinco carros blindados por mês. Hoje, já faço de 8 a dez carros por mês”, conta um dos sócios da ATM Blindados, Guilherme Oliveira Pais.

Na Target Blindagens, empresa que está há dez anos em Belo Horizonte, no bairro Estoril, o proprietário, Emerson Márcio Henriques observou um crescimento de 100% nos últimos três anos. “Nossos clientes são empresários e até pessoas da classe média”, diz Henriques. “Também atendemos artistas, advogados e empresas que blindam os carros para os seus executivos”, completa Pais.

Os preços variam conforme o modelo de carro e o tipo de proteção. Na Target, uma pick-up pequena custa a partir de R$ 28 mil. Blindar veículos grandes custa em torno de R$ 50 mil. Na ATM, a blindagem mais adotada, que resiste até a tiro de revólver Magnum 44, sai perto de R$ 44 mil.

Horário eleitoral rende R$ 4,3 bilhões às emissoras de rádio e televisão

Horário eleitoral rende R$ 4,3 bilhões às emissoras de rádio e televisão

Para especialistas, é importante manter o espaço, mas quantia ‘é um escândalo’

Nonato Viegas

Rio – Emissoras de televisão e rádio privadas deixaram de pagar — entre 2004 e 2013, período analisado pelo DIA através de dados fornecidos pela Receita Federal — R$ 3,5 bilhões em impostos, com a desculpa de que o valor é um ressarcimento pelas transmissões de programas eleitorais. Somados aos R$ 839,5 milhões previstos para este ano pela Receita Federal, o Brasil terá aberto mão, ao fim de dez anos, de R$ 4,3 bilhões. A quantia é maior do que o PIB (total de riquezas produzidas) de 75 dos 92 municípios do Estado do Rio.

Os dados constam em relatórios divulgados no site do fisco, que não libera, no entanto, quanto cada emissora reteve de imposto. O órgão alega “sigilo fiscal”. Para o grupo Intervozes, que reúne especialistas e ativistas que militam pela democratização, liberdade e pluralidade nos veículos de comunicação, classificou como “escândalo” o valor da renúncia fiscal.

“O espectro pelo qual as empresas exploram rádio e TV pertence ao cidadão, que não deveria pagar para receber informações de interesse público, como as do programa eleitoral”, afirma Ana Mielke, porta-voz do coletivo, que faz parte do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.

Nem sempre foi assim.Quando, em 1997, a reforma eleitoral que instituiu a reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi aprovada, incluíram a “compensação fiscal”, após forte lobby da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

O valor do desconto nos impostos varia de emissora para emissora de acordo com o seu lucro, numa lógica em que, quanto maior o faturamento, mais desconto ela terá.

Partidos e candidatos não podem comprar espaço publicitário na televisão, como empresas normalmente fazem, limitando-se aos horários estabelecidos conforme o tamanho de cada bancada no Congresso Nacional.

Como exibem as propagandas partidárias todos os anos, mesmo naqueles em que não há eleição, o benefício é concedido e calculado pelas emissoras a partir das tabelas de publicidade destes veículos.

A grosso modo, é como se a sociedade pagasse 80% do valor cobrado a uma empresa pelo tempo em que as inserções de anúncios são feitas.

“Não entendemos ser uma renúncia fiscal. Nós entendemos como ressarcimento pela cessão do nosso tempo. O horário eleitoral muda todos os anos, aumentando sempre. Para as emissoras é extremamente danoso”, reclama Luís Roberto Antonik, diretor da Abert, para quem o horário eleitoral interrompe o segmento normal das estações de rádio e TV: “ A audiência cai e não conseguimos recuperar depois. As empresas pagam para poder explorar a frequência e precisam de espaço para obter remuneração e se manter saudáveis economicamente.”

Utilidade pública

A lei que regula a radiodifusão estabelece a divisão do tempo total de programação em 75% (6.570 horas por ano) para conteúdo — como telejornais, shows e entretenimento — e 25% (2.190 horas/ano) para os anúncios comerciais.

Se houver segundo turno para presidenciáveis e candidatos ao governo do estado, o horário reservado para os partidos e políticos terá ocupado, desde o início do ano, 120 horas — apenas 1,7% do tempo de conteúdo das TVs.

Nesta conta, cada hora de programação terá custado aos cofres públicos R$ 7 milhões, no fim de 2014. Como comparação, a Igreja Internacional da Graça pagou pela hora, em 2013, para ocupar a faixa nobre na TV Bandeirantes, R$ 10,9 mil.

Como existem 1.922 estações registradas na Abert, segundo dados de 2010, cada uma caberia o ressarcimento de R$ 3,6 mil. Entretanto, a conta não é esta. Segundo Antonik, as quatro maiores emissoras de TV — Globo, Record, SBT e Band — são as que mais faturam.

“Para as médias e pequenas estações de rádio e TV não vale a pena pedir o ressarcimento fiscal, pois é preciso pessoal especializado, que custa caro e elas normalmente não tem, para fazer os relatórios mensais necessários. Então, elas assimilam o horário eleitoral sem descontar nada dos impostos sobre faturamento”, explica ele.

Os ativistas do Intervozes, porém, acreditam que não deveria haver isenção alguma. “É obrigação das emissoras transmitir informações de interesse público”, reforça Ana Mielke.

Espaço permite a ampliação do debate

O cientista político João Feres Júnior, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ, vai além e defende a obrigatoriedade do horário eleitoral, “de fato gratuito”, também para as emissoras de TV paga.

De acordo com ele, conforme vai se popularizando o acesso aos canais por assinatura — hoje são 18,8 milhões de assinantes — e a audiência migra para as novas mídias, o eleitor perde contato com o espaço de diálogo entre partidos, políticos e cidadãos. “O programa partidário, em que os partidos se apresentam, ou os eleitorais, que são dedicados aos candidatos, são espaços onde ocorre a divulgação de informações para além do controle e mediação da grande mídia”, afirma ele.

Na mesma linha vai o professor da Escola de Comunicação da USP Laurindo Leal Filho, que concorda com a declaração do cientista político. Ele afirma que o horário eleitoral é muito positivo, pois permite a ampliação do debate público. “Eu sou a favor deste espaço, que é de diálogo e foge, de certa forma, dos interesses de grupos de comunicação e amplia vozes que não seriam ouvidas de outra maneira”, diz Leal, acrescentando que o que tem de ser discutido é o conteúdo, não sua relevância.

Porta-voz do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Ana Mielke afirma que a previsão do espaço deveria constar no contrato de outorga. “Investimos anualmente, através do governo, uma exorbitante quantia de dinheiro nessas emissoras para veicular publicidade e propaganda de campanhas de vacinação, de prevenção de doenças e de acidentes de trânsito. Até esse outro tipo de informação de interesse público deveria ser gratuito nas concessões”, conclui ela.

Fonte: IG

Porto Seguro Visa amplia desconto na renovação

Porto Seguro Visa amplia desconto na renovação para segurados Auto.

O Porto Seguro Visa (www.cartaoportoseguro.com.br) amplia para 7% o percentual de desconto na renovação do Porto Seguro Auto, para clientes que pagam o seguro com o Cartão.

Para aproveitar a vantagem, basta que o segurado tenha utilizado seu cartão nos 12 meses anteriores à operação. Já para os segurados que não utilizaram o Cartão nesse mesmo período, o desconto na renovação do seguro é de 2%. E para seguros novos pagos com o Porto Seguro Visa, permanece o desconto de 5% sobre o valor do prêmio líquido.

“Com a iniciativa, queremos beneficiar ainda mais os clientes que utilizam com frequência o Cartão e estimular os segurados a aproveitarem as vantagens do produto”, explica Marcelo Picanço, Diretor Financeiro da Porto Seguro. Picanço lembra ainda que os clientes Porto Seguro Auto podem acumular outros descontos no seguro mediante a utilização do Porto Seguro Visa. “Ao pagar as compras do dia a dia ou os serviços da Central de Conveniência com o cartão, o segurado acumula pontos que podem ser trocados por até R$ 1.500,00 de desconto no seguro”, conclui.

Central de Conveniência

Pela Central de Conveniência do Porto Seguro Visa, os clientes do cartão podem solicitar diversos serviços para a residência, que são realizados por prestadores que seguem o padrão de qualidade e atendimento Porto Seguro – com pagamento feito por meio do cartão ou com a troca de pontos acumulados. Muitos não são facilmente encontrados no mercado, como pequenas reformas, pinturas, suporte e manutenção para informática, conserto de equipamentos eletrônicos (com retirada do item), instalação de home theater, entre outros. A Central também indica estabelecimentos para realização de serviços como despachante, por exemplo.

Programa de Relacionamento

Além de descontos no seguro de automóvel, os pontos acumulados mediante a utilização do Porto Seguro Visa podem ser trocados* por outras vantagens disponíveis pelo Programa de Relacionamento do produto.

Descontos em serviços nos Centros Automotivos Porto Seguro – exemplos de serviços disponíveis: alinhamento de direção, suspensão, avaliação do sistema de freios, amortecedor e molas, entre outros.

Descontos nos serviços da Central de Conveniência – uso dos pontos para pagar parcial ou integralmente serviços executados na residência.

Milhas Aéreas – troca por milhas dos Programas de Fidelidade Multiplus e Smiles (disponível para as versões Gold e Platinum).

Viagens e Lazer – troca por pacotes de viagens ou estadias em hotéis. Basta solicitar o resgate por meio da Central de Atendimento.

Casa e Cia. – troca de pontos pelos mais avançados equipamentos e utensílios para casa.
*O resgate poderá ser feito a partir de cinco mil pontos.

Fonte:Fenaseg- Danielly Almeida

Seguro contra incêndio é obrigatório

Secovi alerta que a medida prevista no Código Civil para condomínios é válida para sinistros e moradores devem aprovar contratação

O artigo 1.346, do novo Código Civil, estabelece a obrigatoriedade do seguro em toda edificação (prédios e condomínios) contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial. A medida, mais que uma determinação prevista em lei, é uma proteção para os moradores, uma vez que a seguradora se responsabiliza financeiramente pelos danos patrimoniais causados por algum imprevisto. Como a contratação do seguro abrange toda a edificação, ela é válida também para partes comuns e privativas. Assim, segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), outras modalidades de seguro existentes na praça são facultativas.

O Secovi esclarece também que, na apólice deve constar com clareza em que condições será indenizado o condomínio ou o condômino em caso de incêndio. O assessor jurídico do Secovi-SP, João Paulo Rossi Paschoal, esclarece que o seguro cobre também a reconstrução das unidades autônomas e, somente se o condômino quiser, poderá fazer um seguro complementar para a sua unidade.

“O seguro é feito de forma global e inclui as áreas comuns e os apartamentos”, reforça Paschoal. Ele afirma que o artigo do Código Civil que trata deste tema entrou em vigor em 2003 e veio disciplinar o assunto, de forma simples e objetiva.
Caso o condomínio esteja em desacordo com a lei, o síndico irá responder pelo não cumprimento da medida. Para Paschoal, isso dificilmente acontece, pois nas assembleias feitas no início do ano, quando são discutidos o orçamento e demais temas de importância, o seguro contra incêndio é sempre colocado em pauta. “A medida deve passar pela assembleia e, para aprová-la, basta maioria simples. Cabe aos moradores fiscalizar se a medida está sendo cumprida sob pena de destituir o síndico, se ela não estiver em vigor”, explica.

O advogado Alexandre Rachkorsky lembra que, como a contratação do seguro é responsabilidade do síndico, ele poderá responder civil e criminalmente caso não o faça: “Sem o seguro contra incêndio, os próprios moradores podem entrar na Justiça contra o síndico diante de uma incidência.” Segundo Paschoal, uma dúvida frequente em relação ao rateio desta despesa é se ela deve ser paga pelo proprietário ou inquilino. “Trata-se de um gasto ordinário e deve ser pago pelo inquilino”, orienta.

Muitas seguradoras acabam se aproveitando desta obrigatoriedade para vender outros tipos de seguro. O alerta do Secovi é para que os condomínios fiquem alertas, pois o seguro contra incêndio é o único obrigatório. “Os demais são facultativos. O condomínio contrata se quiser”.

Rachkorsky adverte para a necessidade e facilidade do serviço de proteção: “É um investimento indispensável e relativamente barato considerando a possibilidade de um sinistro”. Caso os moradores não queiram contratar o seguro contra incêndio, o síndico deve se proteger legalmente registrando em ata de assembleia a opção da maioria em favor da não contratação.

Segurança
No condomínio Parque Residencial João XXIII, em César de Souza, em Mogi, além da obrigatoriedade prevista no Código Civil, a medida faz parte da Convenção do Regulamento Interno, na qual constam várias regras e normas que devem ser cumpridas tanto pelos moradores quanto pelo síndico. Com base nesta convenção, a contratação do seguro contra incêndio é aprovada automaticamente.
O administrador condominial do João XXIII, Marcio Roberto da Silva, lembra que, além do seguro, o condomínio também possui para-raios e faz a manutenção regular dos extintores de incêndio: “Antes de tudo, está a segurança do condômino”. O condomínio João XXIII possui 624 apartamentos e abriga quase 3.000 pessoas.

Fonte:  Mogi News – MARIA REGINA ALMEIDA

Eu contrato seguros com corretor de seguros

Cheio de nuances, o seguro exige o contato com um profissional especializado que ajudará a encontrar o produto mais adequado

Passadas duas semanas do fim do Congresso Estadual dos Corretores de Seguros de São Paulo, me parece importante voltar ao tema para explicar um pouco como funciona a distribuição das apólices e a melhor forma de contratar seguros.

O produto seguro tem características especiais que o fazem um produto único, tanto no que diz respeito aos seus pressupostos fundamentais quanto em relação à sua distribuição. Assim, para escolher a melhor forma de contratar um seguro o interessado deve antes saber o que ele pretende segurar, contra o que e a que preço. Pode parecer óbvio, mas não é. O objeto do seguro, o risco e o preço que o consumidor deseja pagar fazem uma enorme diferença, principalmente quando ocorre um sinistro.

Objeto do seguro é o que está sendo segurado, como uma vida, atendimento de saúde, um crédito, uma obrigação. O risco é contra qual evento o segurado pretende fazer o seguro, como um incêndio, um acidente pessoal, danos da natureza, batida de automóvel. Já o preço é quanto o segurado está disposto a pagar para ter o objeto do seguro protegido de determinado risco. E ele pode variar em função da cobertura, da sofisticação das garantias, dos serviços acoplados à apólice e de quem é a seguradora que o está garantindo.

Os riscos não são iguais. Nem mesmo dois bens iguais, segurados contra os mesmos riscos, pelo mesmo tipo de apólice, numa mesma seguradora, são iguais. Jamais serão iguais porque os proprietários não são os mesmos, nem a forma do seu uso.

É importante se ter claro que quanto mais complexo o seguro pretendido, mais desamparado o segurado fica. Seguro é contrato, mas é um contrato altamente específico, com nuances e detalhes que podem fazer uma imensa diferença se não forem corretamente dimensionados.

Como exemplo, vale lembrar o antigo ditado de que em casa de ferreiro o espeto é de pau. Meu escritório tem uma apólice de seguros para os equipamentos de informática. Conceitualmente estava bem segurado, mas, na prática, quando passei todos os nossos seguros para um corretor de seguros, descobri que a apólice era quase que inútil em função das franquias aplicáveis em caso de sinistro.

E a prática tem me mostrado que minha situação era boa em comparação com uma série de outros seguros bem mais mal feitos do que o meu.

No Brasil não há uma diferença de preço significativa entre o seguro contratado de um corretor profissional de seguros ou de outra forma de comercialização das apólices. Como, em função da legislação aplicável, a figura do corretor faz parte do negócio, os seguros vendidos em agências bancárias ou por outra forma de colocação têm embutido o valor da comissão média paga para aquele tipo de produto.

A vantagem da contratação do seguro por meio de um corretor de seguros é que este profissional existe para assessorar o segurado, desde a prospecção da melhor cobertura até a liquidação do sinistro. É ele quem vai dizer qual é a melhor seguradora para um determinado tipo de risco e vai cotar o risco em diferentes companhias para oferecer ao segurado um número razoável de alternativas.

É o corretor quem vai conferir o preenchimento da proposta de seguro a ser encaminhada para a seguradora e conferir se a apólice emitida está de acordo. Ele vai acompanhar a regulação de um eventual sinistro que atinja seu segurado, o que pode ser fundamental para o pagamento correto da indenização pela seguradora.

O corretor profissional de seguros é capacitado a navegar em mar perigoso, dando ao segurado todo o suporte necessário para que ele tenha o melhor seguro para suas necessidades. Por isso todos os meus seguros são feitos por meio do corretor de seguros.

18 de outubro de 2010 | 0h 00

Fonte:Antonio Penteado Mendonça –
O Estado de S.Paulo

É ADVOGADO, SÓCIO DE

PENTEADO MENDONÇA

ADVOCACIA, PROFESSOR DA

FIA-FEA/USP E DO PEC DA

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS E COMENTARISTA DA RÁDIO

ELDORADO. E-MAIL: ADVOCACIA@PENTEADOMENDONCA.COM.BR

Estradas mais seguras no feriado de 12 de outubro

Porto Seguro mobiliza atendimento especial nas rodovias das regiões Sul e Sudeste

Os motoristas que pretendem aproveitar o feriado de 12 de outubro para viajar, contam com esquema especial de atendimento em rodovias parceiras na região Sul e Sudeste. A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) preparou uma operação de socorro que abrange regiões de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Ao todo, as operações envolverão guinchos extras, chaveiros, taxistas e socorristas, mobilizados desde a ida (a partir de 8 de outubro, sexta-feira) até o retorno do feriado (12 de outubro, terça-feira). “Nosso objetivo é proporcionar segurança aos motoristas e garantir melhor fluidez no tráfego”, afirma Marcelo Sebastião, diretor do produto Auto da Porto Seguro. “Mesmo não-segurados pela empresa contarão com apoio extra da Porto Seguro nas remoções até um local mais seguro nas principais rodovias”, acrescenta.

Gentileza no trânsito

A Porto Seguro também está empenhada em melhorar o trânsito e a atitude dos motoristas da cidade com o movimento “Trânsito Mais Gentil”. Lançado em dezembro de 2009, o movimento (www.transitomaisgentil.com.br) propõe a mudança de comportamento para melhorar a convivência e reduzir os conflitos no trânsito. Além disso, motoristas dos Estados de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro que não tiverem multas registradas na habilitação, nos 12 meses anteriores à contratação, vão ganhar 5% de desconto no prêmio líquido do seguro de automóvel, podendo ainda acumular essa redução com outros descontos. A vantagem, inédita no mercado segurador, foi lançada em março na Grande São Paulo e já está disponível em todo o Estado de São Paulo, Paraná e no Rio de Janeiro.

Escolha a melhor rota com o Porto Vias

Uma maneira de se programar e escolher o melhor momento e rota para o feriado é consultar o Porto Vias (www.portovias.com.br), portal desenvolvido pela Porto Seguro com tecnologia inédita de indicação de tempo de percurso, além de contar com ferramentas que ‘avisam’ o usuário sobre o melhor momento de partir. No portal, há a cobertura de um raio de até 100 km da cidade de SP e também cobre a região metropolitana do RJ.

Segundo Rafael Caetano, gerente de Canais Eletrônicos e Marketing Direto da Companhia, o Porto Vias é o primeiro portal de trânsito completo para consultar o tempo das rotas de acordo com o trânsito. As informações são provenientes de um amplo monitoramento de vias. “As informações de trânsito são captadas e tratadas a partir dos rastreadores instalados e mais de 400 mil veículos da frota segurada e da rede de prestadores de serviços da Porto Seguro. O sistema ‘soma’ e processa o posicionamento e velocidade média de veículos rastreados por GPS, assegurando uma ampla cobertura das vias e informações precisas sobre velocidade de tráfego”, explica Caetano. “A malha das vias monitoradas é quase três vezes maior que a de outros serviços oferecidos”, observa.

Manutenção preventiva no Centro Automotivo

Além de promover ações nas estradas, a Companhia ressalta a importância da manutenção prévia dos veículos antes da viagem. Para isso, mantém mais de 80 endereços em todo o País, os Centros Automotivos Porto Seguro, que possuem uma estrutura completa para atender quem necessita de reparos e revisão em seus veículos, com profissionais qualificados, peças com garantia do fabricante e pagamento facilitado para segurados. No portal www.portoseguro.com.br/caps, clientes Porto Seguro Auto podem consultar a relação completa dos endereços, horários, diagnósticos e serviços disponíveis.

Operação 12 de outubro de 2010 – Estradas e regiões abrangidas:

– no Estado de São Paulo:

Ecovias – SP / Sistema Anchieta – Imigrantes – Litoral Sul;
Viaoeste – SP / Sistema Castelo Branco – Raposo Tavares – interior de SP;
Autoban/ Sistema Anhanguera – Bandeirantes – interior de SP;
Autopista Fernão Dias – Saída de São Paulo a Bragança, Rod. BR 381
Colinas – SP / Continuação da Rod. Castelo Branco após Sorocaba (SP);
OHL Régis Bittencourt – SP / Saída de São Paulo a Miracatu, Rod. BR 116
Regis Bittencourt;

Nova Dutra – SP – RJ / Trechos de chegada a São Paulo, São José dos Campos e Rio de Janeiro;
DER – Litoral Norte – SP / Serra Mogi-Bertioga – Serra Tamoios – Serra Oswaldo Cruz – Rio-Santos;
Ecopistas – SP / Rodovias que ligam as serras sentido Litoral Norte – Airton Senna, Carvalho Pinto;
Mogi das Cruzes – Retorno do feriado;
Serra de Miracatu/ Trecho de serra da BR-116 – Régis Bittencourt;
São José dos Campos – Retorno do feriado.

– em outros Estados:

Rodosol – Rodovia do Sol / Vitória a Guarapari – Espírito Santo;
Ponte S/A – RJ / Rio de Janeiro a Niterói – Ponte Rio-Niterói;
Via Lagos – RJ / Rio de Janeiro a Região dos Lagos;
Auto Pista Fluminense – OHL/ Rio de Janeiro a Campos dos Goitacazes (RJ);
Ecovia – PR / Trecho que liga curitiba a Paranaguá;
Auto Pista Litoral Sul – OHL / litoral do Estado de Santa Catarina;
Concepa – RS / Trecho que liga Porto Alegre a região de praias;

*Diagnósticos gratuitos

Os segurados Porto Seguro Auto podem realizar nos Centros Automotivos, gratuitamente: cristalização do pára-brisa; revisão de luzes (lâmpadas externas**); regulagem de foco dos faróis; rodízio de pneus; e diagnósticos de: bateria e alternador, óleo do motor, filtros, suspensão, direção e de sistema de freios. Os motoristas poderão aproveitar para avaliar o nível de emissão de poluentes de seus veículos nas cidades de SP, Campinas (Taquaral e Anhanguera), Santos, São José do Rio Preto e Rio de Janeiro (Botafogo).

Fonte:fenaseg – Danielly Almeida NOTÍCIAS – Seguros

Allianz coloca corretores no clima da Fórmula 1 durante o Conec

Este ano, pela primeira vez, a marca Allianz estará exposta no Autódromo de Interlagos durante o GP Brasil de Fórmula 1™. Para comemorar sua presença em grande estilo, a companhia antecipa-se e pretende replicar, para todos os corretores presentes no 14º Conec, parte da emoção que a categoria máxima do automobilismo mundial pode proporcionar.

A Allianz Seguros instalará em seu estande dois simuladores de carros da Fórmula 1™ que contam com pedais, volante e marcador de velocidade. Além disso, foi instalado no automóvel um sistema de trepidação no volante para aumentar o clima de velocidade e equipamento sonoro especial para ouvir toda a potência do motor.

Os participantes dessa divertida corrida ganham brindes com o tema da Fórmula 1™. Já o campeão de cada dia do evento leva para casa uma miniatura do carro da Williams. A ação foi possível porque o Grupo Allianz é patrocinador da equipe AT&T Williams e parceiro global da Fórmula 1™, o que permite oferecer esse tipo de diversão ao seu principal canal de vendas, o corretor. O evento será no Parque Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1.209 – São Paulo.

Mas a Allianz tem muito mais atrações em seu estande, além do simulador. Os corretores poderão tirar fotos no interior de um carro virtual da Williams, dos pilotos Rubens Barrichello e Nico Hülkenberg. A novidade é possível por causa da tecnologia. A foto é tirada em um painel e, graças à edição feita no computador, o corretor é colocado virtualmente dentro do veículo.

O tema Fórmula 1 ambientado no estande coincide com a conclusão da bem-sucedida campanha de vendas Grande Prêmio de Corretores da Allianz. Na segunda quinzena de outubro a companhia anuncia os vencedores. As maiores pontuações no ranking são premiadas com um fim de semana, em São Paulo, para acompanhar o treino que define o grid de largada e a prova no Autódromo de Interlagos. [2]

14º Conec – Congresso dos Corretores de Seguros, de 7 a 9 de outubro – das 19h às 22h, no dia 7/10, e 9h às 22h, nos dias 8/10 e 9/10, no Pavilhão Oeste do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP.

Fonte: Fenaseg Segs. Portal Nacional.

Planos de saúde terão prazo para marcar consultas e exames

Os meses de espera para marcar consultas, exames ou cirurgias nos planos de saúde estão com os dias contados. O plano da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) é aprovar nos próximos 15 dias novas normas para as operadoras. Marcar consulta básica não poderá levar mais do que sete dias.

As operadoras deverão cumprir prazos que variam de três a 21 dias, dependendo da especialidade. Segundo o órgão, o fiscal será o próprio usuário do plano de saúde que, ao passar por dificuldades, deverá reclamar primeiramente na operadora para depois recorrer à ANS, que investigará o caso.

Para as consultas de especialidades, como cardiologia, o prazo desejado pela agência será de no máximo 14 dias (ver tabela com prazos ao lado). Exames básicos, como hemogramas, têm que ser feitos em até três dias. Já os exames complexos (ressonância magnética), em até dez dias.

Na opinião da advogada e assessora de representação do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Daniela Batalha Trettel, “a regulamentação a ser editada pela agência também deveria conter regras que vedem a burocracia exagerada que dificulta a realização de procedimentos médicos”.

As mudanças foram estabelecidas pelo órgão regulador a partir de pesquisa realizada com 840 operadoras de saúde entre os meses de junho e julho. O Idec considera importante a iniciativa de estipular prazos para atender o consumidor.

Entretanto, aponta que a melhora também passa pelo estabelecimento de padrão de qualidade e distribuição da rede credenciada. O instituto considera a necessidade de ouvir os usuários.

REGRAS
De acordo com a ANS, as regras são válidas tanto para a rede própria de atendimento quanto para a credenciada. Se o usuário não conseguir marcar consulta na rede de apoio da operadora, deverá solicitar contatos de mais profissionais.

Havendo problemas, o consumidor deverá reclamar com o plano de saúde e, em último caso, fazer denúncia ao órgão regulador, que irá apurar o caso e exigir explicações da empresa.

Segundo o diretor de normas e habilitação de operadoras da ANS, Alfredo Cardoso, a partir de março os planos de saúde serão cobrados para adequar sua rede assistencial aos novos prazos estabelecidos para o setor
Fonte: Diario do Grande ABC

AIG fecha acordo que permite saída do governo dos EUA

NOVA YORK – A American International Group (AIG) e reguladores dos Estados Unidos fecharam um acordo sobre um plano que abre caminho para que o governo norte-americano deixe sua participação majoritária na seguradora. De acordo com a proposta, o Departamento do Tesouro dos EUA converterá US$ 49,1 bilhões das ações preferenciais que possui na AIG em ações ordinárias e aumentará a participação majoritária do governo na companhia para 92%, dos atuais 80%. A conversão, que poderá ocorrer no início de 2011, se a seguradora cumprir certas condições impostas, permitirá que o governo norte-americano se desfaça de sua participação na AIG ao longo do tempo através de uma série de vendas de ações.

O conselho de administração da AIG e membros do governo estiveram reunidos até o final da noite de quarta, e, em alguns casos, até a madrugada de quinta-feira, para finalizar os termos da tão aguardada estratégia do governo para sair da empresa. A proposta exigiu a aprovação do Tesouro, do Federal Reserve (Fed), do conselho de administração da AIG, e dos administradores da participação do governo na companhia.

As ações das AIG negociadas em bolsa fecharam cotadas a US$ 37,45 no pregão de quarta-feira em Nova York. Nesse nível, a participação de 92% na AIG que o Tesouro poderá deter, corresponderá a um valor de mercado para a companhia de mais de US$ 60 bilhões, o que a tornará uma das maiores instituições financeiras de capital aberto nos EUA depois da conversão de suas ações.

O plano é um marco para os funcionários da AIG e o governo. A empresa, uma fração do que era antes que entrar em colapso em setembro de 2008, está tentando reconquistar a independência e ter acesso ao financiamento do setor privado. O governo, que forneceu mais de US$ 120 bilhões dos contribuintes para socorrer a AIG, está ansioso para começar um controverso e dispendioso resgate do pacote de ajuda por meio do plano para se desfazer de sua participação majoritária na companhia. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Estadão

Como contratar um seguro residencial com segurança

Apesar das inúmeras vantagens oferecidas pelas seguradoras, apenas 10% das 51 milhões de residências brasileiras tem algum tipo de proteção, de acordo com uma estimativa da Bradesco Seguros. No caso de veículos, esse percentual aumenta para 30% da frota.

O seguro residencial garante tranquilidade em casos de acidentes como incêndio, explosões e quedas de raio,
mas é preciso prestar bastante atenção na hora de contratar o serviço.

No caso de apartamentos, o advogado especialista em direito imobiliário, Hamilton Quirino, recomenda que o interessado se informe, primeiramente, sobre o seguro obrigatório do prédio:

— Nesse caso, a proteção do apartamento será complementar à coletiva. Veja o que pode ser agregado para uma
cobertura maior, visto que o seguro coletivo não contempla o valor de mercado do imóvel.

Em apartamento ou casa com financiamento, é preciso checar se já existe um seguro do agente financeiro, e o que ele cobre. Assim, o seguro a ser contratado também será complementar.

— Em situações onde não há nenhuma proteção, devese checar primeiro se o seguro menciona todos os principais riscos, como chuvas torrenciais e inundações. Em segundo lugar, é necessário avaliar o valor do imóvel e a abrangência da cobertura.

Preços

Simulações de planos básicos (cobertura de incêndio, quedas de raios, explosões e coberturas adicionais) para um apartamento com avaliação de R$ 120 mil na Tijuca, na Zona Norte: Banco do Brasil – R$ 68,17; Bradesco – R$ 96,64; Porto Seguro – R$ 97,96; Itaú – R$ 244,81; SulAmérica – R$ 150,16.

Como funciona

O seguro oferece proteção de uma residência, seja um apartamento ou uma casa. O consumidor pode optar por garantir o conteúdo da residência, o espaço físico da casa ou do apartamento ou ambas as proteções.

Novas coberturas

As modalidades de seguro residencial estão cada vez mais sofisticadas. Há desde os planos mais básicos — que geralmente cobrem incêndios, explosões e quedas de raio — até coberturas mais amplas, que protegem contra roubos e assaltos.

Dinheiro vivo

Os planos não cobrem quantias em dinheiro que estiverem dentro do imóvel, já que não há como comprovar a existência desses recursos, no caso de sinistro. Joias e obras de arte também não são garantidas, na maioria dos planos.

O segurado

O seguro residencial pode ser comprado pelo proprietário do imóvel e pelo inquilino que queira proteger seus bens.

Tipos de indenização

O consumidor deve conferir com atenção quais são as coberturas previstas no plano contratado, os limites máximos de indenização e as condições para que ocorra o pagamento no caso de um sinistro.

Ressarcimento

Quando fizer o seguro do conteúdo do imóvel, que inclui itens como móveis e aparelhos eletrônicos, verifique junto à seguradora quais são as condições de ressarcimento. Em alguns casos, a seguradora exige a nota fiscal do item, enquanto em outros é feita uma estimativa do valor do produto.

Pagamento

Caso tenha alguma dificuldade para o pagamento de um sinistro, o consumidor deve negociar com a seguradora. Se o problema não for resolvido, pode buscar ajuda pelo Disque-Susep (0800- 021- 8484) ou pelo site www.susep.gov.br.

Fonte: Segs Portal Nacional/Extra Online NOTÍCIAS – Seguros

GARANTIA DE ALUGUEL E INADIMPLÊNCIA DO INQUILINO

Barros de Moura: É muito difícil encontrar pessoas dispostas a assumir as responsabilidades de ser fiador

Fiança locatícia cresce 191% em três anos

Criação do histórico positivo do inquilino junto aos órgãos de controle de crédito

O seguro fiança locatícia cresceu 191% nos últimos três anos e as perspectivas são ótimas, principalmente por causa da nova Lei do Inquilinato, cujas regras tendem a motivar maior demanda pelo produto, que garante o pagamento de aluguéis e demais encargos em caso de inadimplência do inquilino.

De acordo com o especialista da BarrosDeMoura & Associados e diretor da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Carlos Barros de Moura, o seguro fiança locatícia possui vantagens tanto para o inquilino como para o proprietário: para o primeiro, garante independência e cria um histórico positivo junto aos órgãos de controle de crédito, e para os proprietários, garante o recebimento do aluguel sem burocracia.

Ficha cadastral

“Mas é sempre bom lembrar que o consumidor precisa pagar pela ficha cadastral, que fica em torno de R$ 45, valor que não é devolvido caso a seguradora não aceite a proposta”, ressalta Barros de Moura. Ele lembra que, em geral, não há diferenças significativas entre casas e apartamentos, mas o seguro pode variar de preço de acordo com a região do país se a finalidade do imóvel for comercial.

O especialista exemplifica: uma casa situada em São Paulo, considerando um aluguel de R$ 1 mil, o seguro custa R$ 965,09. Esse valor pode chegar a R$ 2.283,99 se a pessoa incluir coberturas acessórias para IPTU, contas de água e luz, danos causados ao imóvel, além de optar pelos serviços agregados (como chaveiro, vidraceiro, dedetização, instalação de ventilador de teto, assistência em antenas, entre outros).

Diferenças

Ao contrário dos imóveis com finalidade residencial, os comerciais apresentam diferenças significativas, de acordo com a localização. No caso de um espaço cuja locação custa R$ 3 mil, o pacote completo do seguro (valor mensal do aluguel mais coberturas acessórias), fica em cerca de R$ 4 mil.

Barros de Moura lembra que as diferenças existem porque as seguradoras trabalham com análises de riscos que envolvem o estudo da localização, ocupação e construção dos imóveis. Mas o seguro fiança locatícia que, em geral, pode ser dividido em até 12 vezes, é um produto hoje muito bem aceito pelo setor imobiliário.

“É muito difícil encontrar pessoas dispostas a assumir as responsabilidades de ser fiador. Além disso, o produto se modernizou e é uma excelente opção para quem vai alugar um imóvel, pois oferece uma série de benefícios que podem ser acoplados à cobertura básica”, avalia.
Fonte: Monitor Mercantil

Estádios devem gerar US$ 2,5 bi em seguros

 

SÃO PAULO – O seguro estimado para obras de reformas, construções de estádio e os jogos da Copa do Mundo no Brasil podem gerar receitas na casa de US$ 2,5 bilhões às seguradoras que atuarão no evento. Segundo Rodrigo Belloube, executivo da Munich Re, o preço dos seguros para o evento será 50% menor do que o cobrado na África do Sul.


A estimativa da empresa é que Copa naquele continente demandou coberturas de riscos de US$ 5 bilhões. “A previsão é que entre obras de estádio e de infraestrutura sejam gastos R$ 50 bilhões em estádios, malha de mobilidade urbana e metroviária. A expansão dos aeroportos deve gerar investimentos de mais R$ 3 bilhões até 2014.”

O motivo apontado pelo executivo para tamanha diferença não estaria nos riscos, mas sim, na abertura do mercado de resseguros no Brasil. “A Copa está com um viés bem comercial.”

Questionado se a matriz aceitaria preços defasados, o executivo ressaltou “que de jeito nenhum. A Munich é uma empresa relativamente pequena dentro do mercado brasileiro. O nosso foco é resultado. Não buscaremos volume”, destacou.

Belloube disse que o foco da empresa é atuar na Copa junto com as parceiras para ter precificação técnica e sustentável no longo prazo. “Não vamos comprar mercado para distorcer o setor de resseguro brasileiro.”

Destacando que “todo mundo quer fazer negócios com o Brasil”, o temor do executivo é que o mercado sofra com uma pressão de redução de preços por conta de muita oferta para pouca demanda. “Queremos manter o mercado. O mercado tem de ser equilibrado”, reforçou.

Ao DCI, Belloube revelou que o grande mercado de resseguro não está na Copa e Olimpíadas, mas sim, nas grandes obras de infraestrutura de petróleo e estruturas de offshore e estaleiros. “O segundo setor mais importante é o de distribuição de energia. As duas pontas são as principais pontas de investimentos do Brasil para os próximos quatro anos”.

Segundo perspectivas da Associação Brasileira das Empresas de Resseguro (Aber), o faturamento do setor para 2010 ficará em linha com o registrado em 2009, que foi de US$ 2 bilhões. A entidade estima ainda que o Brasil represente 1% do mercado global de resseguros, estimado em US$ 200 bilhões. A entidade informa que as dez maiores seguradoras do mundo, que respondem por 50% do mercado mundial, estão inscritas no Brasil.

A projeção do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) aponta que o número de empregos diretos na indústria naval brasileira passou de 40 mil em 2009 para 78 mil até agosto. Dados do Sinaval apontam ainda que a carteira de pedidos nos estaleiros nacionais até 2014 vai passar de 300 embarcações.

Outro dado que mostra a força do setor é que a Petrobras divulgou que o consumo médio de gás natural no Brasil bateu recorde em setembro, até o dia 14, com 77,6 milhões de metros cúbicos por dia. No dia 9 de setembro aconteceu o pico de consumo, também recorde, com 83,9 milhões de metros cúbicos, conta que inclui os mercados térmico e não térmico.

O executivo da Munich destacou ainda que o investimento previsto pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é outro grande nicho para seguradoras e resseguradoras. “O governo fala de investimentos na casa de R$ 950 bilhões em investimentos entre 2011 e 2014. Claro que devemos olhar a cifra com certa ressalva, pois é um número de véspera de eleições.”

Outra ressalva, de acordo com ele, é excluir o financiamento para programas de habitação. “O razoável é pensar em números na casa de R$ 750 bilhões para quatro anos. O Brasil cresce, enquanto o resto do mundo passou por uma crise e tem incertezas quanto a recuperação.”

Para abocanhar mercado, a Munich trouxe executivos de outros países para oferecer soluções para o Brasil. “Eles falam português. Na maior expansão de malha rodoviária do País, temos o resseguro de 90% do risco. Em uma das usinas do complexo do Rio Madeira, temos uma porcentagem de 35%.”

Quanto à capacidade financeira do grupo para ressegurar as obras no Brasil, o executivo disse não ter limite predeterminado. “Depende da característica de cada risco e da formação do portfólio. O Brasil não apresenta grandes riscos como furações, terremotos e outras intempéries.”

Para ele, o maior risco do Brasil são acidentes em grandes obras. “Ainda não temos fenômenos de destruição de rodovias inteiras como o que aconteceu, recentemente, no Chile.”

Belloube contou que a capacidade do Brasil é tão grande quanto a de qualquer país do mundo. “A capacidade depende da análise do risco da carteira.”

Saúde

A quebra do monopólio do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB Brasil RE) é apontada pelo executivo de Vida e Saúde da Munich, Edgar Kataguiri, como ponto fundamental para o desenvolvimento do setor no Brasil.

Kataguiri disse ao DCI que as seguradoras de vida no Brasil, agora podem escolher a resseguradora que vai atuar. “O grande diferencial que a seguradora ganha é o serviço que ela ganhará da resseguradora, principalmente na área de vida.”

Ele conta que antes da quebra do monopólio, as seguradoras não escolhiam as melhores taxas.

Fonte : DCI – Fernando Teixeira

As 5 fraudes mais comuns em seguradoras

Indenizações com suspeita de fraude alcançaram 11,1% dos sinistros em 2009; saiba quais são as modalidades de seguro em que os consumidores mais mentem

Mentiras contadas pelos segurados aumenta o valor das apólices

 

As fraudes comprovadas em 2009 fizeram as seguradoras poupar 225 milhões de reais em indenizações. Mas conforme aponta Julio Avellar, superintendente geral da CNSeg (Confederação Nacional das Seguradoras), o número é apenas a ponta do iceberg. Segundo o Sistema de Quantificação da Fraude, levantamento anual produzido pela entidade, as suspeitas de fraude foram responsáveis por 2,1 bilhões de reais em sinistros. O montante corresponde a 11,1% de todos os prejuízos que as empresas ressarciram no ano passado. Para Avellar, não há dúvidas: quando o jeitinho brasileiro se encarrega de maquiar os detalhes de alguma ocorrência, quem arca com a conta são os demais consumidores. “As seguradoras levam em consideração o que pagam a mais e a apólice termina mais cara para todo mundo”, esclarece.

Adilson Pereira, diretor da Pereira Advocacia e consultor na área de seguros, explica que a diferença entre o número de fraudes estimado pelas seguradoras e aquele que é efetivamente comprovado se assenta, sobretudo, na dificuldade em apurar as informações neste ramo. “Parte-se do princípio da boa fé. Se um cliente diz que teve o carro roubado, a seguradora vai oferecer a cobertura que vendeu, a não ser que os dados sejam muito desconexos”, sustenta. “E chegar a essa constatação demanda tempo, investigação e dinheiro.”

Por isso, há quem aumente, distorça e até provoque o dano de maneira proposital. Tudo para receber o reembolso mais tarde. Conheça a seguir as modalidades de seguro mais fraudadas no país de acordo com levantamento da CNSeg divulgado em setembro de 2010.

1. Seguro de veículos

 

Se os carros estão entre as grandes paixões dos consumidores brasileiros, as fraudes envolvendo o sinistro de veículos também ocupam a primeira posição no ranking das maquinações mais recorrentes do mercado. Para se ter uma ideia, as suspeitas de fraude nessa categoria foram responsáveis por 1,2 bilhão de reais de um total de 10,1 bilhões pagos em indenizações.

Segundo Julio Avellar, da CNSeg, o caso mais comum no ramo de veículos é a inversão de responsabilidade, que acontece quando um motorista que não tem seguro bate em outro que possui cobertura. Para resolver a situação, os envolvidos combinam que o condutor com seguro irá assumir a culpa e o causador do acidente vai arcar com o valor da franquia. Outra situação comum é a tentativa de aproveitar a oportunidade para consertar avarias que nada têm a ver com a batida em questão. “Quem estraga o capô tenta convencer o mecânico a arrumar os pára-lamas traseiros, a trocar o filtro de ar e por aí vai”, conta Avellar.

Embora menos freqüente, o chamado auto-roubo também costuma figurar entre as práticas adotadas pelos consumidores que querem se dar bem. Nesta situação, a pessoa vende o veículo para o desmanche em um país vizinho, para depois afirmar que teve o carro roubado. Há os que facilitam o furto, deixando a porta aberta e a chave na ignição. E os que adotam medidas extremas para simular a perda do veículo. “Já detectamos um caso em que o indivíduo enterrou o carro quando estava fazendo as fundações da sua residência”, diz Avellar. “E quem denunciou o plano foi o vizinho da casa ao lado”.

2. Seguro DPVAT

 

O seguro DPVAT foi criado por lei e deve ser pago todos os anos junto com a cota única ou primeira parcela do IPVA. O seguro cobre danos pessoais causados por acidentes com veículos, com indenização de até 13.500 reais por morte ou invalidez e reembolso de até 2.700 reais por despesas médicas. A obrigatoriedade garante que as vítimas sejam assistidas mesmo que os responsáveis fujam de qualquer responsabilidade.

Mas justamente por cobrir uma cadeia muito grande de eventos (só em 2008, foram 428.970 acidentes com vítimas no país, segundo o último levantamento divulgado pelo Denatran), muitas quadrilhas se aproveitam da extensão desta cobertura para ter acesso ao benefício. Segundo a CNSeg, as suspeitas de sinistros fraudulentos chegaram a 365,5 milhões de reais em 2009.

“O mais comum é que o criminoso obtenha uma procuração do beneficiário para receber as indenização em seu lugar”, afirma o advogado Adilson Pereira. Obter o reembolso é muito simples: basta apresentar os comprovantes do acidente em qualquer seguradora, sem necessidade de intermediação de terceiros. “Mas como a desinformação é grande, muita gente repassa esses documentos e cai na mão de aproveitadores”, sustenta Pereira.

Júlio Avellar, da CNSeg, lembra que as quadrilhas também atuam por outras frentes, apresentando atestados falsos de invalidez e óbito. “Já vimos, inclusive, pessoas mortas por outras causas serem arrastadas para o meio da estrada para os fraudadores simularem um acidente de trânsito”, diz.

3. Seguro de vida

 

Na literatura e no cinema, o tamanho da bolada assegurada pelos seguros de vida inflama crimes hediondos e transforma beneficiários em criminosos. Para o superintendente da CNSeg, encurtar o enriquecimento por essa via também é um caminho considerado por muita gente na vida real. “Mas essa é uma coisa complicada de se investigar, afinal de contas, a fraude neste caso é um assassinato e este é um trabalho da justiça”, afirma.

Na maior parte das vezes, medidas menos extremas se escondem por trás das fraudes nos seguros de vida. Entre elas, estão o pagamento de apólices para pessoas com doenças terminais ou para indivíduos que já faleceram. Assim como no DPVAT, também há os que simulam morte e acidente e os que apostam na automutilação. Por essas e outras razões, os sinistros com suspeitas de fraude somaram 269,4 milhões de reais em 2009.

4. Seguro de transporte

 

As indenizações duvidosas envolvendo transporte de cargas alcançaram 129,8 milhões de reais no ano passado. Embora o valor corresponda a 10% do número estimado para veículos, é a proporção de fraudes que mais assusta no que diz respeito aos seguros de transporte: o valor corresponde a 21,5% de todas as indenizações pagas nesta modalidade. “Acontece muito desvio. A pessoa diz que houve acidente ou que houve um roubo, quando na verdade a carga foi entregue em outro lugar, com ou sem a anuência da empresa transportadora”, sustenta Júlio Avellar. Outra situação recorrente é a “majoração da ocorrência” – ou simplesmente o exagero proposital. “Quando o saque foi parcial, o beneficiário defende que levaram tudo para que ele possa ser ressarcido em uma quantia mais alta”, completa Avellar.

5. Seguro de patrimônio

 

Os seguros patrimoniais cobrem danos físicos às casas ou estabelecimentos comerciais: roubo, enchente ou incêndio se enquadram nesta categoria. Assim como acontece com os seguros de transporte, os fraudadores destes seguros também costumam aumentar o tamanho da tragédia para receberem um benefício mais polpudo. “O comerciante que tinha mil mercadorias e foi roubado, por exemplo, sustenta que o estoque era de cinco mil para receber a mais”, explica Júlio Avellar, da CNSeg. “O indivíduo age desta forma para se livrar da falência, mas existe muita gente que vive disso, montando empresas com estoques artificiais e provocando incêndios criminosos para receber o seguro depois”, completa o advogado Adilson Pereira.

Fonte: Marcela Ayres, de EXAME – 17/09/2010

Brasil faz seguro para precaver cancelamento do Mundial 2014

O Brasil foi o palco escolhido para receber o Mundial de 2014.
O Brasil já garantiu um seguro para a realização do Mundial de Futebol em 2014. Sequestros, alterações climáticas ou atentados terroristas estão cobertos pela apólice.

A notícia é avançada pelo Brasil Económico que dá conta que a Fifa já contratou a resseguradora alemã Munich Re para cobrir o evento. Devido a cláusulas de confidencialidade, porém, a companhia não pode dar detalhes sobre o contrato.

A apólice cobre os custos, despesas e a perda de lucro caso um evento seja cancelado ou adiado por motivos que fujam ao controlo dos organizadores, como alterações climáticas ou atentados terroristas.

No leque de seguros de eventos como o Mundial ou os Jogos Olímpicos, a apólice de cancelamento de eventos é a mais cara, segundo Warren Harper, director geral da Marsh Atlanta, especialista em riscos e seguros de eventos desportivos.

Isto porque o cancelamento ou adiamento de um jogo gera um efeito cascata de despesas, desde a organização do evento até às emissoras de televisão que compraram direitos de transmissão.

O segundo seguro mais caro é o de responsabilidade civil, já que esses eventos concentram muitas pessoas num mesmo local ao mesmo tempo.

Além das coberturas de cancelamento e responsabilidade civil, são contratadas várias outras apólices, como de responsabilidade civil de administradores (D&O), patrimonial, seguro de equipamentos e de transportes.

“Essas são as coberturas de praxe”, comenta Mauro Leite, líder da Especialidade de Responsabilidade Civil e Ambiental da Marsh Brasil.

Há, no entanto, coberturas adicionais que podem ser contratadas de acordo com as necessidades locais do evento desportivo. Uma delas é a de sequestro.

“É importante que a gestão de riscos e o programa de seguros comece a ser discutido quatro ou cinco anos antes do evento”, alerta Harper, da Marsh Atlanta, que participou no programa de gestão de riscos dos Jogos de Atenas (2004), Torino (2006) e Pequim (2008).

Os seguros são contratados pelos agentes organizadores e participantes dos eventos: organizações desportivas como a Fifa, comités organizadores locais, emissoras de TV, patrocinadores, companhias de viagens, hotéis, entre outros. Segundo a Munich Re, o último Mundial de Futebol implicou apólices no valor de 5 mil milhões de dólares.
Fonte: Sapo.pt

Cresce poder de consumo e melhora mercado de seguros

Informações: É certo que o cenário macroeconômico favorece a expansão do mercado de seguros no Brasil. Em 2009, o mercado de seguros movimentou R$ 75,7 bilhões no Brasil e a perspectiva para 2012 é fechar com R$ 89,1 bilhões, o que comprova a tendência irreversível da expansão da área.

Esse mercado vem dialogando com o consumidor das classes C e D e fortalecendo a ideia que seguros podem ser adquiridos por todos os brasileiros, não se restringindo apenas a classe A. Na última década, o equivalente a 31,9 milhões de pessoas ascenderam à classe C, ingressando no mercado consumidor.

O aumento da massa salarial é um fator que ajuda a impulsionar a demanda por aquisição de seguros, assim como o impulso de consumo na classe C que aumenta a demanda por seguros, como automóveis e garantias estendidas para eletrodomésticos.

Segundo dados do IBGE, o rendimento médio real do trabalho cresceu 2,2% de 2008 para 2009, atingindo R$ 1.106 por mês. Estimulado pelo aumento no salário do trabalhador, o consumo de bens duráveis pelas classes C e D cresceu e atualmente 58% da frota brasileira de veículos está na classe C, bem como 49% das lavadoras de roupa.

Embora o microsseguros ainda não esteja disponível para vendas, a categoria de seguro tem grande potencial de crescimento, pois oferece aos cidadãos oportunidade de adquirir coberturas para vida, incapacidade, doença e até o seguro prestamista – caracterizado por cobrir prestações de bens adquiridos em caso de morte ou invalidez do beneficiário. [2]

Para Rubens Nogueira Filho, presidente da Classic Corretora de Seguros (www.classiccorretoradeseguros.com.br/) pioneira na comercialização de massificados, o microsseguro vai aumentar a inclusão social à medida que ofertar produtos direcionados às necessidades da população de baixa renda. “O mais importante dessa categoria de seguros é um preço bastante acessível. Ao ter acesso a um produto securitário, as classes de menor poder aquisitivos estarão mais amparadas contra riscos eventuais.”

Fonte: Oficina da Comunicação Integrada NOTÍCIAS – Seguros
Segs. Portal Nacional

Fenseg lança guia de boas práticas de seguro automóvel

Na última sexta-feira (10), a Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais) lançou o Guia de Boas Práticas para o seguro automotivo.
O guia é uma carta de princípios com orientações às empresas e tem como um dos objetivos aumentar o conhecimento do consumidor.
“Um dos objetivos é ampliar a informação do consumidor que adquire seguros sobre seus direitos e sobre a responsabilidade das empresas”, explica o presidente da Fenseg, Jayme Garfinkel.
Orientações
Dentre as orientações do guia, está o fornecimento com rapidez e clareza de respostas aos questionamentos dos segurados, sempre que possível no prazo máximo de cinco dias úteis, com exceção das situações em que as informações não dependam apenas da seguradora.
Além disso, a publicação prevê que as empresas mantenham serviço de atendimento que forneça informações atualizadas sobre as etapas de aceitação, emissão, cobrança e regulação de sinistros, bem como forneçam informações precisas sobre o produto de seguro, coberturas e valor do prêmio a ser pago pelo segurado, limites de indenização, extensão e abrangência das coberturas contratadas.

Meio ambiente

No que diz respeito ao meio ambiente, a publicação determina que as seguradoras incluam nos contratos cláusulas que garantam o compromisso com a preservação ambiental, o que significa ter mais rigor na avaliação do impacto gerado pelos fornecedores de peças sobre as práticas adotadas pelas oficinas.
“Para ter efetividade, a conscientização e aplicação das normas de responsabilidade socioambiental precisa ser estendida a toda a cadeia (…) Veículos antigos ou acidentados são mais sujeitos a estarem com a regulagem comprometida, e precisam de atenção redobrada para não excederem os níveis de poluição aceitos”.
Fonte :Infomoney NOTÍCIAS – Seguro

Atropelamento é o que mais mata crianças no trânsito, aponta DPVAT

Seguro do Trânsito indenizou 1.045 crianças atropeladas no 1º semestre.
Alta velocidade e embriaguês são apontados como principais causas.
Do G1, em São Paulo
Atropelamento é o que mais mata crianças no trânsito, aponta DPVAT. Do cinto de dois pontos à carona, tire dúvidas sobre o uso da cadeirinha Estatísticas do Seguro do Trânsito – DPVAT divulgadas nesta quinta-feira (9) apontam que no primeiro semestre deste ano famílias de 1.045 crianças entre 0 e 10 anos receberam indenização por atropelamento. Do total, 530 foram para mortes; o restante, por invalidez. Segundo a Seguradora Líder, responsável pela administração do DPVAT, essa é a principal causa de morte de crianças dessa faixa etária no trânsito.
No caso de acidentes com crianças dentro de automóveis, foram registradas no mesmo período do ano 450 indenizações pelo DPVAT.
O Seguro do Trânsito, que todo proprietário de veículos é obrigado a pagar, oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).
As principais causas dos acidentes apontadas pela seguradora são alta velocidade, imprudência e embriaguês. Outro tipo de atropelamento frequente é o causado quando o motorista entra ou sai de uma vaga, seja em garagens ou em casa. “Esses acidentes ocorrem, porque o motorista não enxerga a criança que está atrás ou em volta do veículo,” explica o diretor-presidente da Seguradora Líder, Ricardo Xavier.
Para evitar acidentes, a seguradora recomenda nunca deixar a criança sozinha dentro do carro, verificar se o dispositivo de segurança é utilizado de acordo com as normas de segurança, olhar em volta do carro antes de ligá-lo e deixar as crianças aguardando em lugar seguro e visível, além de alertar os menores de 10 anos a nunca brincarem dentro ou perto de veículos, não permitir que brinquedos fiquem no caminho do estacionamento ou garagem, e trancar o carro se estiver parado, para que as crianças não entrem sozinhas.
Fonte: Auto Esporte

Mapfre mira liderança após parceria com o BB

SÃO PAULO – O lucro líquido da Mapfre Seguros somou R$ 140,5 milhões no primeiro semestre de 2010, um crescimento de 44% em relação ao mesmo período do ano passado. “A Mapfre foi a seguradora que mais ganhou espaço no último semestre”, garantiu ao DCI o presidente da Mapfre Seguros, Antônio Cássio dos Santos.

De acordo com Santos, a subsidiária brasileira do grupo espanhol cresceu em todos os segmentos em que atua. “Em automóveis, a frota assegurada avançou 13% em número de veículos, para 1,25 milhão de unidades, e o volume de prêmios nesse segmento cresceu 14,8%”, detalhou o presidente da seguradora.

A participação de mercado no segmento de automóveis ficou em 13,9% quando considerada a frota de 9 milhões de veículos segurados. “Entramos no segmento de caminhões e de veículos de maior valor aquisitivo”, explicou Santos, diferenciando-se da atuação de seu principal concorrente, a Porto Seguro.

No segmento de Seguros Gerais, Santos apontou um crescimento de 17,3%. “É o impulso da classe C, em seguros de baixo tíquete, como garantia estendida e seguro residencial”, afirmou.

Em 2011, a companhia espera o término da integração da parceria com o Banco do Brasil em seguros contra danos. “O processo de integração segue o cronograma planejado: só estamos aguardando a aprovação dos reguladores para atuar em conjunto”, considerou Santos.

Ele aponta o segmento de seguros contra danos como a principal estratégia da companhia para manter o ritmo de crescimento. “A partir do primeiro semestre do próximo ano, teremos a liderança nessa área”, estimou Santos.

Em relação aos dados consolidados, o lucro antes dos impostos e participações ficou em R$ 236,3 milhões no primeiro semestre. O montante representa um salto de 41,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os ativos totais da empresa totalizaram R$ 7,339 bilhões, resultando em um aumento de 13,2%, e o faturamento em prêmios obtidos com seguro atingiu R$ 2,062 bilhões.

As provisões técnicas acompanharam o ritmo de crescimento da companhia e se expandiram em 14,7%, para R$ 4,538 bilhões, e as receitas totais atingiram a marca de R$ 2,214 bilhões, valor 4,8% maior quando comparado ao do mesmo período do ano passado.

As despesas administrativas da companhia mantiveram-se no mesmo patamar de 2009, representando 11% do somatório dos prêmios retidos, rendas de contribuições retidas e capitalização. O patrimônio líquido da empresa aumentou 8,5%, atingindo a significativa marca de R$ 1,612 bilhão. Neste semestre, a Mapfre atingiu a marca de 94,1% de índice combinado, com uma positiva melhora de 4,6%, mantendo-se abaixo dos 100%.

Na distribuição da carteira seguradora, além da de veículos, a companhia fechou o trimestre com 500 mil clientes de seguro residencial, 10 milhões de segurados em vida, e outros 50 mil clientes em previdência privada, cujos ativos atingiram R$ 1,2 bilhão.

Entre as novidades do primeiro semestre, a companhia passou a ser a seguradora das plataformas da Petrobras no segmento de seguros de grandes riscos.

“Desde 31 de maio, a Mapfre participa com 20% de um pool de empresas lideradas pelo Itaú que faz o seguro de grandes riscos da Petrobras”, esclareceu o diretor de Riscos Industriais da Mapfre, Octávio Luiz Bromatti.

De acordo com Bromatti, a participação da Mapfre é de cerca de US$ 10,5 milhões de prêmios, dos cerca de US$ 50 milhões dos prêmios totais do consórcio.

Bromatti esclareceu que, especificamente para a petrolífera, há fornecimento de seguros para plataformas off-shore (no mar), operações on-shore (em terra), responsabilidade civil, seguro de transporte e seguro de risco para fornecimento de combustível de aviação (querosene).

Segundo o diretor, a carteira de grandes riscos da Mapfre possui R$ 220 milhões em prêmios e atende mais de 100 médias e grandes empresas. “Estamos entre as três principais seguradoras, em alguns segmentos, superados por Itaú Unibanco e Bradesco”, contou Bromatti.

Embora em volume pequeno, a carteira de seguro de aluguel cresceu 50%, de R$ 4 milhões para R$ 6 milhões em prêmios. “Desde a nova Lei do Inquilinato, essa carteira para pessoas físicas cresce expressivamente”, garante o diretor de Seguros Especiais da Mapfre, Glacio Nogueira Toyama.

O presidente da Mapfre Investimentos, Wilson Toneto, considerou que a carteira de recursos evoluiu 33% nos últimos doze meses, para R$ 4,4 bilhões administrados. “Com nosso perfil conservador, fomos muito bem durante a crise, num período em que a indústria de fundos recuou”, considerou Toneto.

De acordo com Toneto, a carteira de recursos de terceiros evoluiu de R$ 577 milhões para R$ 1,275 bilhão em ativos.

Depois de registrar lucro líquido de R$ 140,5 milhões no primeiro semestre, avanço de 44% em relação ao mesmo período do ano passado, a Mapfre quer aproveitar a parceria fechada com o Banco do Brasil na área de seguros contra danos para chegar à liderança de mercado neste segmento. “O processo de integração segue o cronograma planejado: só estamos aguardando a aprovação dos reguladores para atuar em conjunto”, afirma Antônio Cássio dos Santos, presidente da seguradora

Fonte:DCI Ernani Fagundes

Chubb é a seguradora oficial do Meeting Brasil da Consulting House

A Chubb do Brasil é a seguradora oficial do Meeting Brasil, promovido pela Consulting House, de 27 a 29 de agosto, no Guarujá, São Paulo.  A companhia será responsável pela apólice de Responsabilidade Civil Eventos e Acidentes Pessoais do encontro, que reúne grandes executivos para troca de experiência, apresentação de cases e intercâmbio de ideias. Com o tema central “Um gestor de gestores. O desafio do Brasil 2010-2014”, a programação deste ano inclui vários eventos, todos cobertos pela Chubb.
A seguradora é a única do país que possui um departamento destinado a atender exclusivamente esta área, conferindo agilidade na cotação e emissão de apólices, boletos e certificados eletrônicos, além de trabalhar com as melhores corretoras do mercado. “Nossa companhia é líder e pioneira no segmento de entretenimento, características que nos confere experiência e excelência para oferecer produtos e atendimento diferenciado aos nossos clientes”, afirma o Presidente & CEO da Chubb Seguros, Acacio Queiroz.
No primeiro semestre de 2010, a Chubb emitiu cerca de 1.000 apólices entre shows, feiras, congressos, peças teatrais, filmes e musicais. Mais de 2,5 milhões de pessoas também foram seguradas pela empresa neste tipo de evento. No período, a carteira de Entretenimento da companhia obteve um crescimento de 42,3% no número de seguros contratados em relação aos seis primeiros meses de 2009.  Com mais de 35 anos de experiência em seguro de Entretenimento no mundo, a Chubb oferece apólices para empresas organizadoras de eventos, patrocinadoras e sub-contratadas, além de apólices de Responsabilidade Civil de Feiras e Exposições e de Cancelamento, Adiamento e Interrupção de Eventos.
Durante o Meeting Brasil, considerado um dos encontros empresariais mais completos do país, os profissionais irão participar de dinâmicas com a proposta de aprofundar seus conhecimentos sobre governança corporativa, resiliência, estratégia e performance. Os três dias de imersão ocorrem no Hotel Jequitimar, no litoral paulista.
Fonte: Segs. Portal Nacional  Funenseg

Baixa renda pode ter seguro residencial

Baixa renda pode ter seguro residencialcom custo equivalente a 1% do salário
Pesquisador diz que dá para famílias pobres protegerem a casa com menos de 1% da renda

Pesquisa mostra que 42 mi de domicílios de famílias de baixa renda não têm proteção

Proteger a casa contra desastres naturais, incêndios ou algum tipo de acidente vai ficar cada vez mais acessível. Com menos de R$ 10 por ano será possível contratar um microsseguro. E, segundo especialistas, há um grande potencial de crescimento para esse mercado: são 42 milhões de domicílios de famílias de baixa renda do país que não têm nenhuma proteção.
Um estudo realizado pelo professor Luis Eduardo Afonso, da FEA (Faculdade de Economia e Administração) da USP (Universidade de São Paulo), em parceria com Maria Pilar Varela Sepúlveda, mostra que dá para oferecer proteção residencial com preços menores do que 1% da renda de famílias que ganham pouco.
Para ele, o aumento da renda das classes C e D permite que essas famílias entrem no mercado de seguros. Em 2009, o setor cresceu 13% – mais que o dobro do PIB (Produto Interno Bruto, a soma das riquezas produzidas no país). Os dois grupos são mais da metade da população brasileira, de 193 milhões de pessoas.
Em entrevista ao R7, o pesquisador afirmou que o microsseguro é uma ferramenta que une proteção social para as classes de baixa renda, ao mesmo tempo em que pode significar lucros para as seguradoras, que poderiam oferecer bons serviços a baixos preços. Veja abaixo os principais trechos da entrevista:

Qual foi o principal objetivo do estudo?

O que a gente queria estudar neste trabalho é se haveria viabilidade para comercialização do microsseguro residencial no Brasil. Quando falamos de viabilidade, trabalhamos com dois conceitos. O primeiro é que ele tem que ser adequado às necessidades do público consumidor, isto é, tem que ter as coberturas e serviços específicos para esse grupo e caber no orçamento. É fundamental saber se esse público tem recursos para pagar os prêmios. A segunda questão da viabilidade se refere ao lado da oferta, ou seja, se o produto é atrativo para as seguradoras, se há um mercado suficientemente grande para ser atendido. As respostas a que nós chegamos a esse trabalho são positivas para ambas as perguntas.

Quanto pode custar um produto desse tipo?

Os prêmios a serem pagos pela população são bastante reduzidos, sendo inferiores a 1% da renda per capita [o valor da renda dividido por cada membro] das famílias. Fizemos a pesquisa envolvendo quatro faixas de renda, todas elas abaixo do valor determinado pela Susep [Superintendência de Seguros Privados], que define o microsseguro como um produto voltado para famílias de renda per capita com valores abaixo de dois salários mínimos [ou R$ 760 nos valores do mínimo de 2007, de R$ 380]. Nós dividimos em quatro faixas de renda per capita. Até um quarto do salário mínimo [R$ 95], de um quarto até meio [R$ 190], de meio a um [R$ 380] e de um até dois salários mínimos [R$ 760]. Em todas essas faixas o prêmio a ser pago é inferior a 1% da renda familiar bruta. Para todas essas faixas o prêmio parece ser adequado às necessidades das famílias. Na nossa faixa de renda, os preços dão menos do que R$ 10 por ano. Um seguro de R$ 40 é popular, mas ainda não é um microsseguro.

Qual é a estimativa de consumidores desse grupo?

Temos um mercado estimado de 42 milhões de domicílios, com potencial superior a R$ 1,452 bilhão (US$ 830 milhões) em prêmios. Sabemos que nem todos os domicílios serão alcançados, mas estes são números bastante atraentes para as empresas. Como todo produto, o que temos que olhar é o que o consumidor está pagando e o que ele tem em troca. Quais as coberturas oferecidas e qual o prêmio a ser pago para ter direito a isso. O mercado segurador no Brasil tem crescido a taxas maiores do que o próprio PIB [Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país]. E o microsseguro deve ter um potencial ainda mais elevado, principalmente tendo em vista a elevação da renda das classes C e D ocorridas nos últimos anos. Esses grupos passaram a ter acesso a uma série de produtos que antes estavam distantes. O caminho natural é que eles venham a demandar produtos de proteção como os microsseguros, e não só dos residenciais, mas de vida, seguros-funerais e do ramos agrícola, entre outros. No caso das empresas, também é importante pensar nos canais para atingir esse consumidor, porque muitos deles não têm conta em banco, não têm cartão de crédito, moram em regiões distantes. Há um mercado potencial expressivo, mas ele vai requerer serviços muito específicos das seguradoras para atingir esse público.

Fonte: Marcel Gugoni, do R7.Texto:   ..
Robson Fernandes/06.08.2010/AE

Seguro avança e abre caminho para forte expansão

O setor está sendo impulsionado pelo crescimento da economia.
Os números mostram que os brasileiros estão procurando mais por seguros, dos tipos mais diversos. Há uma busca por poupança e o seguro é um bom instrumento para este cuidado”, diz o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), Jorge Hilário Gouvêa Vieira.O setor, na verdade, já mostra muito vigor. No primeiro semestre deste ano, as vendas de seguros somaram R$ 40,9 bilhões, aumento de 16,7% em relação a igual período de 2009, segundo números da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Esses números não englobam, contudo, o seguro saúde, que está sob a jurisdição da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Segundo o superintendente da Susep, Paulo dos Santos, boa parte desse crescimento pode ser atribuída ao aumento do poder de compra de milhões de brasileiros. “Essas pessoas estão adquirindo bens e procuram o seguro para ter uma garantia de que não vão perder o patrimônio conquistado com tanto esforço”, afirma.
Para o presidente da CNSeg, o crescimento do mercado pode chegar a 17% este ano. Entre os segmentos que podem puxar esta alta está o de grandes riscos, que faz a cobertura de projetos de infraestrutura.”O mercado se mostrou apto a dar esta cobertura de riscos.” Esta visão é compartilhada pelo superintendente da Susep. “As perspectivas são muito positivas”, observa Santos.
Ao observar os números do setor nos últimos anos é possível ver uma clara evolução. A arrecadação de prêmios, por exemplo, totalizou R$ 109,2 bilhões no ano passado, um salto de 48,3% na comparação com os R$ 73,6 bilhões de 2006. Já as reservas técnicas foram a R$ 237,1 bilhões em 2009, alta de 80,5% na mesma base de comparação.
O retorno à sociedade (pagamento de indenizações, benefícios e resgates) chegou a R$ 39,7 bilhões no ano passado. Os investimentos do setor somaram R$ 306,1 bilhões, o equivalente a 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O montante é 74,5% maior que os R$ 175,4 bilhões de 2006, que representavam 7,5% do PIB.
Jorge Hilário Gouvêa Vieira afirma que o mercado tem perspectivas muito boas. “Não é a toa que muitas empresas estrangeiras estão vindo para o Brasil”, diz. De acordo com ele, estas companhias não estão apenas interessadas em comprar empresas brasileiras, mas também em começar do zero. “Isso mostra que todos estão muito interessados em acompanhar o desenvolvimento do mercado. Há muitos anos que eu não via tanta procura sobre a possibilidade de investir no Brasil. Isso me leva a acreditar que no futuro teremos uma participação maior do que já temos no PIB.” O presidente, que está à frente da CNSeg há apenas três meses, diz que já foi procurado por cerca de seis empresas estrangeiras de olho no Brasil. “Isto, para um mercado como o nosso, é impressionante.” Segundo Gouvêa Vieira, a grande apólice do brasileiro ainda é a de veículos. “O segmento de saúde também é muito expressivo. Os seguros de danos pessoais e a previdência complementar vêm se desenvolvendo muito fortemente, mas não são o carro-chefe.”
Apesar da força de diversos segmentos, os seguros de vida ainda caminham a passos lentos no País. O executivo afirma que, ao contrário dos países mais desenvolvidos, a economia brasileira representava um entrave para esta modalidade. “Historicamente este é um segmento que se desenvolveu menos, por causa da instabilidade da moeda. O Brasil tem uma moeda forte há apenas 16 anos e isto, para o mercado de seguros, é ontem”, comenta. Segundo ele, aos poucos, os clientes estão compreendendo melhor a força da economia e, com isso, procurando mais os seguros de vida, deixando grande espaço de crescimento para este segmento.
“Certamente o brasileiro está mais consciente sobre a necessidade de estar protegido. Hoje, todo o esforço de marketing das empresas está focado em mostrar a importância do seguro. Essa publicidade está sendo muito bem acolhida.” Um dos nichos com maior potencial é o dos consumidores com menor poder aquisitivo. De acordo com Gouvêa Vieira, as companhia têm domonstrado grande interesse nas classes C, D e E. “Para isso, elas estão criando produtos específicos, com tickets muito baixos, inclusive com oferta de microsseguros.” O presidente da CNSeg afirma que ainda falta informação sobre o mercado e que este é o grande entrave para o seu desenvolvimento. Para ele, as companhias estão fazendo um bom trabalho, com taxas de expansão expressivas, mas que os gargalos ainda precisam ser identificados.
“Temos que investigar por que a participação no PIB do setor está tão aquém do que poderia ser, se compararmos com os mercados mais desenvolvidos. Também precisamos saber por que o seguro de vida ainda é tão pequeno. Será que é um produto mal desenhado? Ou o problema está no órgão regulador, nas leis?”, questiona Gouvêa Vieira
Fonte: Segs Portal Nacional

Os Melhores Desempenhos das Seguradoras

Seguradoras brasileiras com faturamento acima e abaixo de R$ 1,5 bilhão/ano foram analisadas pelo economista Luiz Roberto Castiglione no estudo de melhor desempenho no 1º semestre de 2010, comparativamente com o mesmo período do ano anterior. Os dados foram extraídos do SES – banco de dados da Susep que tem como origem os FIPES informados pelas instituições à reguladora.
As diretorias das empresas que obtiveram os melhores desempenhos operacionais, por carteira, foram comunicadas pela Editora Brasil Notícias, responsável pela Revista Segurador Brasil, que fará a publicação na íntegra, em sua próxima edição, em setembro.
Os pontos foram estabelecidos segundo o crescimento das vendas e a margem gerada pelas mesmas, sob o conceito de elasticidade perante os números do mercado, de acordo com Castiglione. “Portanto, um critério democrático que independe do grau de penetração de cada empresa no setor, mas sim do esforço de vendas  – mesmo que diminuto em relação às líderes de mercado –  e o zelo pelos resultados obtidos”, ressalta.
A análise mostra o desempenho de cada seguradora, a situação do mercado e um comparativo da pontuação alcançada pelas Companhias.  A intenção é destacar os desempenhos mais significativos no 1º semestre de 2010, foco da avaliação anual, com vistas à premiação das melhores seguradoras deste ano, em evento específico em 2011. “Sabemos da proliferação de premiações no mercado. Contudo, a Brasil Notícias/Revista Segurador Brasil apresenta um Relatório de Avaliação detalhado e com bases analíticas consistentes”, afirma o editor executivo da publicação, João Carlos Labruna.
Estas são as empresas que obtiveram o melhor desempenho operacional no 1º semestre de 2010, de acordo com o estudo:
Seguradoras com faturamento acima de R$ 1,5 bilhão/ano: Riscos Diversos (Allianz), Riscos Rurais (Bradesco), Vida Individual (Allianz), Vida em Grupo (Caixa), Transportes Internacionais (SulAmérica), Transportes Nacionais (Tokio Marine), Residencial (Tokio Marine), Responsabilidades (Allianz), Habitacional (Aliança do Brasil), Prestamista (Aliança do Brasil), Property (Mapfre), Condomínio (Bradesco), Extensão Garantia (Porto Seguro), Garantia (Allianz), Acidentes Pessoais (Aliança do Brasil), Aeronáuticos (Bradesco), Automóvel (Bradesco).

Fonte: Segs. Portal Nacional

Chartis e Odebrecht fecham seguro para reforma do Maracanã

Chartis e Odebrecht fecham seguro para reforma do Maracanã

Contrato garante que as obras serão concluídas dentro do prazo previsto para a Copa de 2014

Fonte: Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado



SÃO PAULO – A seguradora Chartis (ex-AIG) ganhou a apólice do seguro de garantia das obras de reforma do estádio Maracanã para a Copa de 2014, informou a seguradora em um comunicado. Esse seguro garante que as obras vão ser concluídas dentro do prazo previsto em contrato.A reforma do estádio vai custar R$ 705 milhões. As construtoras Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Delta Engenharia formaram o consórcio Maracanã Rio 2014 e venceram a licitação do governo do estado do Rio de Janeiro para tocar a reforma. No seguro garantia, a Chartis venceu a concorrência. Os executivos da seguradora não estavam disponíveis para entrevista.As obras começaram na segunda-feira, dia 23. Após a reforma, o estádio terá capacidade reduzida para 76 mil torcedores. Em 1969, e um jogo classificatório para a Copa do Mundo, recebeu oficialmente 183,3 mil torcedores – recorde oficial de público.Além do Maracanã, outro estádio com seguro fechado para a Copa de 2014 é o Governador José Fragelli, conhecido como Verdão, em Cuiabá (MT). A apólice tem valor em risco de R$ 342 milhões e cobre a reforma da arena. A seguradora líder foi a inglesa RSA, a principal responsável pela apólice para a Olimpíada de Londres de 2012, conforme antecipado pela Agência Estado no último dia 21.A Chartis resolveu reforçar sua atuação no Brasil, ampliar a equipe e a área de atuação, que vai passar a incluir o varejo em 2011. A seguradora participa das garantias de outros grandes projetos no Brasil como a Usina Hidrelétrica Santo Antônio, em construção no Rio Madeira, em Porto Velho, e a concessão da Rodovia Dom Pedro I no Estado de São Paulo.

Fonte: Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado

Seguradora AIG reduz dívida em US$ 4 bilhões.

Seguradora AIG reduz dívida em US$ 4 bilhões. NOVA YORK (AFP) – A seguradora americana AIG reembolsará cerca de 4 bilhões de dólares ao Federal Reserve de Nova York, graças aos fundos captados por sua filial de arrendamento de aviões ILFC, reduzindo sua dívida em mais de 15 bilhões de dólares, informou o grupo nesta segunda-feira.

Graças a esses fundos, a seguradora, nacionalizada em 80%, pagará 3,95 bilhões de dólares ao governo federal, no que será “o mais importante pagamento líquido feito pela AIG” no reembolso de sua dívida, desde que excluiu suas filiais AIA e Alico de seu balanço, informou o grupo em um comunicado.

Fonte:Yahoo

Receba uma simulação de seguro auto em SP São Paulo e em todas as Cidades do Brasil, das seguintes Cias. de Seguros:

Zurich Seguros, Tókio Marine, Mapfre BB Banco do Brasil, Allianz, Liberty, HDI Seguros, Yasuda Marítima, SulAmérica, Generali, Itaú, Porto Seguro, Azul Seguros, Bradesco, Chubb; e outras conceituadas seguradoras de Veículos.

a1-1

Para iniciar sua cotação de seguro auto em SP São Paulo, basta clicar no botão abaixo:

 

bt-cotacao-solicitar-preco-seguro

 

Seguro para carro simulação de seguro auto em SP São Paulo e todo o Brasil

Este site para simulação, cotação e contratação de seguro auto online com o menor preço e melhor atendimento, foi desenvolvido pela Resicór Corretora de Seguros; empresa especializada em corretagem de seguro Automóvel, estabelecida na cidade de São Paulo, SP, Inscrita na SUSEP – Superintendência de Seguros Privados; oferecendo desde 1996 segurança e tranquilidade para você contratar o melhor e o mais barato seguro auto, desde um Automóvel de passeio ou Motocicletas à Caminhões, Guinchos, Rebocadores, Guindastes, Taxis, Carros nacionais e importados, Picapes, caminhonetes, carros blindados, automóveis adaptados para portadores de deficiência física e para todos os outros tipos de veículos automotores. A nossa empresa atua em todas as modalidades e ramos de seguros: Seguro Automóvel, Seguro Patrimonial, Embarcações, Seguros de riscos especiais, Seguro contra Roubo, Seguro Incêndio, Seguro de Transportes, Seguro de Riscos Diversos, Seguro Saúde e Planos de Assistência Médica Hospitalar, Seguro de Responsabilidade Civil , Seguro Garantia, Seguro Engenharia, Seguro Fiança(Seguro Aluguel),seguro empresarial e industrial, Seguro de Vida e Previdência, Seguro Residencial, Seguro de Condomínio; e Produtos exclusivos da corporação Porto Seguro: Porto Seguro Alarmes Monitorados para residências, lojas, empresas, escritórios e indústrias, Porto Seguro Auto, Porto Seguro Financiamentos de veículos, Porto Seguro Consórcio de Imóvel, equipamentos, tratores, máquinas agrícolas; de veículos, e muito mais.

Somos a corretora de seguros responsável pelo convênio Porto Seguro Auto & COMAER – Comando da Aeronáutica; oferecendo seguro automóvel com condições especiais para os militares da FAB e seus dependentes legais. Também somos referência na elaboração de orçamentos para comparativos de preços de seguro auto para o jornal do carro; encarte do Jornal O Estado de São Paulo. Simule compare e contrate o seguro de automóvel em São Paulo – SP, nas maiores e melhores Seguradoras de automóveis com a Resicór Corretora de Seguros de São Paulo – SP.

Temos o melhor site para simulação de seguro para carro em:– SP – São Paulo, saiba o preço do seguro do seu carro acessando :

www.seguroparacarro.com.br

Saiba quais são os seguros indicados para profissionais liberais

Essas pessoas, se não contribuírem para a Previdência Social, podem ficar desamparadas caso sofram algum acidente

Alguns médicos, advogados, dentistas e outros profissionais atuam como liberais. Como vantagem, eles têm um horário mais flexível e ganhos algumas vezes superiores. Entretanto, se não contribuírem para a Previdência Social, podem ficar desamparados caso sofram algum acidente que os impeça de trabalhar. Por isso, é indicado que façam um seguro.

O presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo), Mário Sérgio de Almeida, explica que existem produtos específicos para os profissionais liberais. O primeiro é o DIT (Diária de Incapacidade Temporária), direcionado ao profissional impossibilitado de exercer as suas atividades.

 

“O que mais convém aos profissionais liberais é um seguro de vida e de acidente de trabalho. No caso de acidente, a pessoa está vulnerável porque não poderá trabalhar. Esse seguro também é indicado aos empreendedores”, diz Almeida.

Já o segundo seguro indicado é o de Responsabilidade Civil, que cobre danos a terceiros no caso de erro causado pelo profissional. O especialista acrescenta que muitos médicos têm esse seguro. “Em alguns casos, ele não chega a cobrir o valor integral da indenização, mas pode cobrir uma parte”, afirma.

Custo
Sobre o custo dos dois seguros, Almeida afirma que é necessário avaliar algumas variáveis, como idade, tempo de experiência na carreira e profissão.No caso do DIT, quanto menos idade o profissional tiver, mais barato é o valor do seguro. No caso do seguro de Responsabilidade Civil, a situação é contrária, pois a chance de um profissional menos experiente errar é maior.“Quanto mais cedo o profissional puder fazer o seguro, melhor. A possibilidade de errar ainda jovem é maior. Porém, depois dos 50, esse profissional está mais perto das causas de mortes naturais”, explica o especialista.

Sobre a variável profissão, Almeida esclarece que as seguradoras avaliam os riscos de cada área individualmente. Como exemplo, ele cita que o seguro de Responsabilidade Civil de um dentista é diferente do de um médico, já que o dano que o dentista pode causar a um terceiro pode ser menor do que o de um médico.

 

Dica
O Sincor aconselha que a pessoa interessada em fazer um seguro deve evitar adquirir sem a consulta de um corretor. “Não compre esses pacotes prontos oferecidos. É importante que um profissional avalie quais são os seus riscos e as suas necessidades”, finaliza Almeida.

Fonte: Karla Santana Mamona, InfoMoney

Seguro fiança ganha espaço do fiador no mercado de locação

O seguro-fiança ganhou participação nos contratos de locação residencial nas grandes cidades, tirando espaço do tradicional fiador e do depósito de caução.
Na cidade de São Paulo, esse tipo de garantia passou de uma fatia de apenas 9,4% em junho de 2005, primeiro ano da pesquisa no formato atual, para 27,4% no mesmo mês deste ano, segundo o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).
De olho nessa expansão, as seguradoras investem no aperfeiçoamento do produto, ampliando a cobertura além da inadimplência com aluguel, incluindo também pintura, água, luz, gás e danos ao imóvel, entre outros.
“A participação tende a crescer. Em dez anos, acredito que seja a garantia predominante nas grandes cidades”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, lembrando as dificuldades em conseguir um fiador nesses locais.
Para ele, as alterações na Lei do Inquilinato, em vigor desde janeiro, podem contribuir para essa expansão, devido à maior facilidade do fiador para se desvencilhar do contrato.
Em caso de divórcio do casal que mora no imóvel, por exemplo, o fiador pode se eximir da responsabilidade 120 dias depois da notificação ao locador, em vez de ficar “preso” mesmo que não conheça bem o cônjuge que permaneceu na moradia.
RAPIDEZ
Na avaliação de Jaques Bushatsky, diretor de legislação do inquilinato do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o seguro-fiança “é a melhor modalidade porque é a única em que o locador recebe automaticamente. Nas outras, é preciso entrar com uma ação de despejo para então fazer a cobrança”.
Segundo ele, o período entre a decisão favorável a uma ação de despejo e o recebimento dos aluguéis atrasados pode chegar a um ano.
Para Viana, um dos empecilhos à aceleração do ritmo de crescimento ainda é o valor do seguro-fiança. “É muito caro. As seguradoras imputam uma taxa de risco muito alta”, analisa.
Na Porto Seguro, que domina esse segmento, o pagamento varia de 0,8 a 1,3 vez o valor do aluguel. Apesar disso, segundo o gerente da empresa Luiz Carlos Henrique, há inquilinos que também preferem o seguro-fiança, mesmo tendo uma despesa extra com a locação.
Assim, diz, conseguem se livrar do constrangimento de sair em busca de um fiador em locais em que têm poucos ou nenhum amigo ou parente para pedir o favor.
“Há muito o que crescer. O produto ainda tem baixa utilização por desconhecimento dos locadores”, analisa Rogério Vergara, presidente da comissão de crédito e garantia da Federação de Seguros Gerais. “Quanto maior for o volume de adesões, menor será o custo unitário. A tendência é que o preço caia.”

Fonte:  Folha Online

BB fecha parceria com Odontoprev para venda de planos odontológicos

 SÃO PAULO – O Banco do Brasil informa que, dando continuidade ao processo de reorganização societária da sua área de seguros, previdência complementar aberta e capitalização, fechou hoje, por meio da BB Seguros, um memorando de entendimentos com a Odontoprev, e suas controladoras Bradesco Seguros e ZNT Empreendimentos, Comércio e Participações. O objetivo, segundo a instituição financeira, é formar aliança estratégica para o desenvolvimento e comercialização de produtos do ramo odontológico. De acordo com comunicado, há estudos para a criação de empresa com participação de 75% do capital total (49,99% do capital votante e 100% do preferencial) da BB Seguros e de 25% do capital total (50,01% do capital votante) da OdontoPrev. Além disso, está previsto que a BB Seguros participará indiretamente de 10% do capital social total da OdontoPrev, por intermédio de uma holding a ser constituída junto com Bradesco e ZNT. Os valores da negociação não foram divulgados.

Segundo informam as empresas, esses estudos contemplam a disponibilização em caráter de exclusividade dos canais de distribuição do BB para a venda dos produtos do ramo odontológico provenientes da parceria pelo prazo de 10 anos, e a contratação de planos odontológicos aos colaboradores e dependentes do Banco do Brasil.

Na segunda-feira, em entrevista coletiva para anúncio dos resultados do trimestre, o BB informou que estudava entrar no segmento de planos odontológicos. Isso poderia ocorrer via compra de participação ou associação com alguma empresa do setor.

A efetivação da operação está sujeita à realização de estudos técnicos, jurídicos, financeiros, e a cumprimento das formalidades legais e regulatórias. A OdontoPrev tem 23 anos de atuação, atende cerca de 4,4 milhões de pessoas e sua rede possui 25 mil credenciados no Brasil.

Fonte: Agência Estado

Principal seguradora nacionalizada para Venezuela sair da "podridão" do capitalismo

Objectivo é criar uma rede estatal de seguros na reforma socialista que Chávez está a encetar no país.
A principal seguradora venezuelana vai ser nacionalizada. A Assembleia Nacional do país aprovou ontem a decisão, na senda da reforma socialista do sistema financeiro efectuada por Hugo Chávez.
Segundo a “Europe Press”, foi declarada a utilidade pública e social das acções, dos bens móveis e imóveis da Seguros A Previsora, como informou o presidente da Comissão Permanente das Finanças, Ricardo Sanguino.
Horas antes da aprovação, no Conselho de Ministros, Hugo Chávez tinha dito que a expropriação da empresa era uma forma de se caminhar para uma rede de seguros de propriedade estatal. “Com isto, estamos a sair da podridão do capitalismo”, defendeu.
Também nesta reunião, Chávez anunciou a nova Lei de Mercados de Valores que terá dois campos de funcionamento: o primeiro relacionado com as obrigações públicas e as operações de taxa fixa e o segundo com as taxas variáveis em que as empresas podem emitir acções.
O presidente da Venezuela afirmou que, assim, “os venezuelanos agora podem poupar, mas não nas carteiras podres da burguesia que leva o dinheiro para os EUA ou para paraísos fiscais”.

Fonte: Diogo Cavaleiro, jornaldenegocios

www.resicorseguros.com.br

Principal seguradora nacionalizada para Venezuela sair da “podridão” do capitalismo

Objectivo é criar uma rede estatal de seguros na reforma socialista que Chávez está a encetar no país.
A principal seguradora venezuelana vai ser nacionalizada. A Assembleia Nacional do país aprovou ontem a decisão, na senda da reforma socialista do sistema financeiro efectuada por Hugo Chávez.
Segundo a “Europe Press”, foi declarada a utilidade pública e social das acções, dos bens móveis e imóveis da Seguros A Previsora, como informou o presidente da Comissão Permanente das Finanças, Ricardo Sanguino.
Horas antes da aprovação, no Conselho de Ministros, Hugo Chávez tinha dito que a expropriação da empresa era uma forma de se caminhar para uma rede de seguros de propriedade estatal. “Com isto, estamos a sair da podridão do capitalismo”, defendeu.
Também nesta reunião, Chávez anunciou a nova Lei de Mercados de Valores que terá dois campos de funcionamento: o primeiro relacionado com as obrigações públicas e as operações de taxa fixa e o segundo com as taxas variáveis em que as empresas podem emitir acções.
O presidente da Venezuela afirmou que, assim, “os venezuelanos agora podem poupar, mas não nas carteiras podres da burguesia que leva o dinheiro para os EUA ou para paraísos fiscais”.

Fonte: Diogo Cavaleiro, jornaldenegocios

www.resicorseguros.com.br

Roubos e furtos de carros crescem 10% no segundo trimestre

resicorseguros
Roubos e furtos de carros crescem 10% no segundo trimestre

Data: 18.08.2010 – Fonte: Infomoney

 

O número de roubos e furtos de veículos foi 10% maior no segundo trimestre. No período, foram registrados 894 chamados contra 860 verificados entre janeiro e março deste ano, mostra levantamento da Tracker do Brasil, empresa de rastreamento e localização de veículos.
Considerando as categorias dos veículos, os números mostram que os pesados foram os que influenciaram o aumento, pois o número de roubos e furtos dessa categoria aumentou 14% entre abril e junho, frente ao trimestre anterior.
Já as ocorrências dos veículos leves cresceram 2% no período. Nos três primeiros meses do ano, foram registradas 726 delas contra 741 verificadas no trimestre posterior.
Gol é o mais roubado
Segundo pesquisa realizada pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais), com base nos dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), o Gol foi o modelo mais roubado ou furtado no Brasil nos seis primeiros meses do ano. O automóvel respondeu por 11,45% do total de 191.347 veículos roubados ou furtados.
Em segundo lugar, aparecem a moto CG 125 da Honda, cujas ocorrências representaram 6,82% do total no período, e o Fiat Uno, que ficou com 6,06% do total. Na quarta colocação ficou o Fiat Palio, com 5,28% das ocorrências do primeiro semestre, e em seguida a moto a CG 150 da Honda, com 3,97% das ocorrências.
Sistema evitou R$ 1 bi de prejuízos
Mais de 350 mil veículos do Brasil possuem sistema de monitoramento por radiofrequência. A tecnologia evitou, em nove anos, a recuperação de 17 mil veículos e um prejuízo de R$ 1 bilhão, segundo a Tracker.

 

Seguro Saúde x Plano de Saúde – Diferenças

Muitas vezes o consumidor fica em dúvida sobre as diferenças entre seguro saúde e plano de saúde. Tanto as seguradoras como as operadoras seguem padrões da Agência Nacional de Saúde (ANS). Então, o que difere um serviço do outro?
De acordo com a Federação Nacional dos Seguros Saúde (FenSaúde), somente dois aspectos diferem o seguro saúde do plano de saúde: o primeiro é relação com os hospitais e o segundo é a reserva técnica.

images[1]Segundo a diretora executiva da FenaSaúde Solange Beatriz Mendes, uma diferença está nas redes de atendimento que são montadas pelas próprias operadoras, que em alguns casos são proprietárias de hospitais. A relação direta do hospital com a empresa pode gerar subordinação. Já as seguradoras, por determinação da ANS, não podem ter rede própria e permitem que o segurado escolha onde quer ser atendido.

De acordo com Flávio Wanderley, presidente da seccional Nordeste da Associação Brasileira de Medicina de Grupo e dirigente da Santa Clara Planos de Saúde, a verticalização do serviço é uma vantagem aos consumidores de plano de saúde. “A empresa tem a responsabilidade acerca de todo processo de atendimento e administra os custos e funcionários com mais qualidade. O acompanhamento é feito desde o produto inicial até a prestação de serviços”, conta.

Segundo Solange, a outra diferença está nos valores de reserva financeira. “As seguradoras precisam dispor previamente da reserva técnica, ou seja deve ter o valor necessário para a cobertura dos seguros contratados pela corretora, enquanto algumas operadoras ainda estão constituindo sua reserva”, diz.

Para Flávio Wanderley, as operadoras têm que oferecer garantia dos valores necessários para a cobertura. “Toda a reserva é entregue à ANS. Além da garantia financeira, as operadoras têm que dispôr de estrutura fidelizada na rede de serviços, creditações de hospitais e profssionais de saúde”, explica.

O decreto Lei 73 determina que consumidor tem o poder de escolha dos médicos, hospitais e laboratórios pelos quais deseja ser atendido e será indenizado com o valor respectivo ao que gastou conforme contrato. Já os planos de saúde não são obrigados a oferecer a livre escolha.

Fonte; salariominimo

Belo Monte tem seguro de R$ 1 bi

Veja a matéria abaixo publicada no Segs Portal Nacional de Seguros em 12/08/2010,  mencionando que Belo Monte tem seguro de R$ 1 bi

A seguradora JMalucelli, do Paraná Banco, emitiu ontem a apólice de seguro garantia, no valor total de R$ 1,05 bilhão, que garantirá à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o cumprimento do projeto para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, Pará.
O valor da apólice representa 5,5% do custo aprovado pelo governo para a conclusão do empreendimento: R$ 19 bilhões. A apólice terá vigência de nove anos, já que a conclusão das obras está prevista para 2019. A JMalucelli Seguradora é líder da apólice, comparticipação de 50% do seguro. A outra parte é dividida entre as seguradoras do Fator e Itaú. Parte dos riscos será dividida com resseguradores nacionais e internacionais.[2]
“O negócio realizado reafirma a situação de que o mercado está apto a atender a demanda de seguro garantia para os mega projetos previstos para os próximos anos”, diz comunicado do Paraná Banco enviado ao mercado. O recado é para o governo, que planeja criar a Empresa Brasileira de Seguros (EBS) para garantir a oferta de seguro garantia numa possível falta de capacidade do mercado. Em março, JMalucelli, Fator e UBF criaram um pool para oferecer o seguro de Belo Monte

Fonte:Segs Portal Nacional de Seguros em 12/08/2010

error: Content is protected !!