Arquivo de tag gasolina

Em caso de posto suspeito, prefira abastecer com etanol 

Combustíveis adulterados estão entre os principais problemas para o motor do seu carro. Por isso, caso não tenha a opção e precisar abastecer em um posto daqueles bem suspeitos, prefira o etanol se o seu carro for flex. Primeiro porque manipulações no etanol são mais fáceis de serem detectadas antes do frentista encher o tanque. Segundo porque se o combustível chegar ao motor é menos danoso do que a gasolina batizada.

Os postos são obrigados a fazer testes de combustíveis. Nas bombas de etanol existe um densímetro ao lado. É um tubo transparente com álcool dentro e nele é possível perceber a quantidade de água. O máximo permitido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) no etanol hidratado é de 5%. Mais do que isso é considerado adulteração. O álcool também não pode estar com aparência amarelada, recomenda a ANP.

“É mais fácil o motorista identificar o álcool adulterado porque o teste está visível nos postos de combustível. Já o teste da gasolina é preciso pedir para o frentista fazer. Nos dois casos, a adulteração terá efeitos nefastos aos motores, porque influencia na combustão e pode provocar falhas”, diz Silvio Figueiredo, pesquisador do Laboratório de Motores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Mas se o motorista não avistar o densímetro do álcool ou eventualmente não entendê-lo, os especialistas indicam igual optar pelo álcool. Isso porque a adulteração no etanol se dá acrescentando mais água. Isso prejudica o sistema de injeção, sim, mas é menos agressivo às peças do sistema de injeção do que a gasolina adulterada, muitas vezes batizada com solventes.

Figueiredo recomenda sempre procurar abastecer sempre nos mesmos postos que você está acostumado. Se isso não for possível, busque empresas com certificação da ANP.

Fonte: Terra.

Gasolina vendida em Porto Seguro é a mais cara da Bahia

Gasolina vendida em Porto Seguro é a mais cara da Bahia

O município de Porto Seguro, no sul do estado, vende a gasolina mais cara da Bahia. É o que mostra o levantamento feito, nos primeiros dias deste mês, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). O litro do combustível na cidade está sendo vendido por até R$ 3,559, enquanto em Salvador o máximo é R$ 3,199.

O empresário José Augusto Costa, presidente do Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de Conveniência do Estado da Bahia (Sindicombustíveis), explica que toda gasolina comercializada no Nordeste brasileiro, incluindo todo o interior baiano, é fornecida pela Refinaria Landulfo Alves (Rlam), em Mataripe, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Distância Refinaria

Segundo o empresário, a distância da Refinaria da Petrobras, entretanto, não justificaria, como se poderia imaginar, a alta do preço. É o caso de Simões Filho, por exemplo, que fica próximo à Rlam, que acabou constando em segundo lugar no ranking do custo mais alto do litro da gasolina no estado (R$ 3,32), no levantamento da ANP.

A pesquisa da agência ainda revela que também em Caetité, Campo Formoso e Valença, a gasolina está mais cara que na RMS – onde, no mês passado, foi constatado o maior preço entre as regiões metropolitanas de todo o país, em outra apuração feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pela nova apuração da ANP, entre os preços máximos praticados nas cidades do interior baiano, o mais em conta foi registrado em Poções
(R$ 2,96). Já a gasolina mais barata vendida no estado estava sendo comercializada em Guanambi (R$ 2,59). Já em Salvador, o preço mais baixo ficou em R$ 3.020.

A apuração da ANP revela ainda que o preço médio verificado em todo o estado (R$ 3,036) supera, por exemplo, os praticados no Rio de Janeiro (R$ 3,126), São Paulo (R$ 2,843), Pernambuco (R$ 2,942) e, inclusive, no Maranhão (R$ 3,004), onde o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), autarquia do Ministério da Justiça, instaurou ontem processo administrativo para apurar a formação de cartel.

“Muitas vezes, a política de preços da Petrobras vende o combustível da Rlam mais caro para a Bahia que em outros estados do Nordeste, por exemplo”, diz o presidente do Sindicombustíveis.

Fatores locais

Augusto Costa informa ainda que o preço da distribuidora é único para cada estado, mas os municípios vão formando os preços considerando vários fatores locais, “que muitas vezes têm mais peso que a questão do frete, daí porque essa diferença entre os preços praticados em diversas regiões do estado, independentemente da proximidade da Rlam”, afirma José Augusto Costa.

“Em Salvador, por exemplo, o aumento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) teve forte influência nos últimos reajustes”, justifica.

Etanol ou gasolina?

Etanol ou gasolina?

Os carros flex chegaram ao mercado brasileiro em 2003, e caíram no gosto da população. De lá pra cá, a participação dos modelos no mercado de bicombustíveis se consolidou. Apesar de quedas nas vendas registradas entre 2011 e 2012, a imensa maioria dos carros de passeio vendidos no Brasil ainda é flex. Entretanto, apesar da ampla presença no cotidiano do país, e há tanto tempo, ainda há dúvidas: como saber se é mais vantajoso usar etanol ou gasolina?

Uma técnica bastante difundida e relativamente simples é a que indica que os motoristas, ao chegarem nos postos para abastecer, devem dividir o preço do etanol pelo da gasolina. Se o resultado da conta for igual ou inferior a 0,7, é melhor usar o combustível de cana de açúcar. Caso seja superior a 0,7, a gasolina compensa mais.

Calculando a média de seu carro

O diretor técnico da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Nilton Monteiro, explica que essa técnica surgiu a partir de uma média do consumo dos veículos flex presentes no mercado. Entretanto, pode haver variação de acordo com o modelo do carro e o local onde o consumidor mora, por exemplo.

Nilton afirma que cada motorista deve calcular a média de seu próprio carro para ter certeza do que é mais vantajoso. Para isso, é preciso, primeiro, encher o tanque com um dos combustíveis (gasolina, por exemplo). O consumidor, então, deve gastar todo o combustível e anotar quanto percorreu e quanto gastou para encher o tanque, fazendo uma média de quilômetros por litro e do custo. Em seguida, repetir o procedimento. Desta vez, entretanto, com o outro combustível.

“Após fazer esse teste, o consumidor deve dividir o valor do etanol pela gasolina e então vai chegar a uma conclusão. Normalmente, a média fica próxima dos 0,7 – pode variar para algo como 0,65 ou 0,75. Depende de cada carro e do uso que o motorista faz dele”, explica Nilton. “Entretanto, não é apenas o preço que conta. Todos devem lembrar que o álcool polui menos o ar que todos respiramos”, complementa.

No inverno, gasolina para não ficar a pé

Também é preciso levar em conta outros fatores. Durante o inverno, pessoas que vivem em regiões de baixas temperaturas devem dar preferência à gasolina – ou, ao menos, abastecer o reservatório de partida a frio (também chamado de “tanquinho”) com o combustível para evitar problemas no arranque. Por outro lado, consumidores que têm o hábito de usar apenas gasolina devem usar etanol regularmente, para limpar as câmaras e bicos.

Outra alternativa interessante é misturar os dois combustíveis. “Os carros flex foram desenvolvidos justamente para isso. Há algumas lendas sobre os motores levarem algum tempo para conseguir a adaptação à mistura, e isso é mentira. Os sensores identificam a proporção instantaneamente”, garante Nilton Monteiro.

Bradesco Seguros

A vida é um grande espetáculo e para protagoniza-lo com dignidade precisamos nos sentir protegidos. E esta proteção começa individualmente, passando pela nossa própria vida, nossa saúde, nosso futuro, nossa família e nosso patrimônio para que possamos viver intensamente cada ciclo da vida. Por isso, a proteção passa a ser a grande necessidade das pessoas neste século, marcado por acontecimentos imprevisíveis.  E proteger as pessoas e seus patrimônios é justamente a missão da maior seguradora do Brasil: a Bradesco Seguros.

Fundada há 78 anos, e atenta a diversas necessidades, atua nos ramos de Automóveis, Ramos Elementares, Seguro Saúde, Capitalização, Seguros de Vida e Previdência Complementar.

Ao longo de sua história a Bradesco Seguros, vem trilhando uma trajetória marcada por um sólido crescimento e pleno sucesso. Com uma ampla estrutura de proteção em todo o território nacional, oferece a seus quase 42 milhões de clientes uma moderna estrutura de atendimento por meio de suas Centrais de Atendimento Telefônico, Internet, 374 dependências próprias e 42 mil corretores ativos, além de contar com a rede de mais de 4,6 mil agências do Banco Bradesco.

A Bradesco Seguros também foi pioneira em seu segmento na implantação de uma Ouvidoria de Clientes. Um canal de comunicação, com o objetivo de solucionar eventuais problemas de atendimento. Uma estrutura que funciona dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade.

Diferenciais que consolidam cada vez mais a marca do Grupo Bradesco de Seguros no mercado brasileiro.

Uma marca construída a partir do resultado de suas quatro seguradoras.

error: Content is protected !!