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Petrobras renova seguro D&O e assusta setor com potencial de perdas

Petrobras renova seguro D&O e assusta setor com potencial de perdas

11/12/2014 / Fonte: Sonho Seguro/ CQCS

logo_petrobrasReportagem do Valor Econômico conta na edição desta quinta-feira, dia 11, que a Petrobras conseguiu renovar o seguro de responsabilidade de seus executivos com 40% de aumento e restrições de cobertura. O seguro tem cobertura de até US$ 250 milhões e custou aproximadamente US$ 1,5 milhão nesta última renovação, em setembro. Foi fechado pela Itaú Seguros ACE, tendo a Zurich como a principal resseguradora.

A nova apólice não vai cobrir os próximos desdobramentos da Operação Lava-Jato. De acordo com o texto, todo em OFF, os casos que podem exigir defesa de executivo avisados pela Petrobras à seguradora até aquela data estão cobertos. Tudo o que for reclamado depois, quando a apólice nova já estava em vigor, não terá direito à indenização. A reportagem conta que a apólice que venceu já está cobrindo, por exemplo, os custos de defesa com o processo em curso que investiga a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras. A aquisição foi feita em 2006, mas a investigação sobre a transação começou este ano e, por isso, é a apólice vigente até setembro de 2014 que cobre os gastos com o caso. A maior parte da conta, porém, deverá ser paga pelas resseguradoras da apólice da Petrobras. Isso porque a Itaú Seguros reteve, no máximo, 2% do risco e repassou o restante. A Zurich tem a primeira faixa, de cerca de US$ 15 milhões.

A seguradora está exposta a muitos riscos, diante da atual situação da Petrobras, com diversos processos movidos nos EUA contra os diretores, além da avalanche de reclamações que deve sofrer também no Brasil, principalmente de trabalhadores que usaram o FGTS para comprar ações da estatal na esperança de poder comprar uma moradia. O caso da Petrobras complica as negociações de seguros financeiros em vários segmentos, como construtoras e empresas envolvidas em contratos de outros setores que passam a ser investigados, como aeroportos e concessões. Segundo fontes ouvidas pelo Sonho Seguro, o caos vivido pela Petrobras poderá causar outros prejuízos ao mercado de seguros, uma vez que vários contratos, como de construção de navios, que contavam com seguro garantia, estão parados. Além de muitos outros aspectos, como falta de manutenção que agrave riscos de acidentes, demissões que podem reduzir a fatura de seguro de vida e planos de saúde, entre outros.

Petrobras renova seguro D&O e assusta setor com potencial de perdas

Petrobras renova seguro D&O e assusta setor com potencial de perdas

11/12/2014 / Fonte: Sonho Seguro/ CQCS

logo_petrobrasReportagem do Valor Econômico conta na edição desta quinta-feira, dia 11, que a Petrobras conseguiu renovar o seguro de responsabilidade de seus executivos com 40% de aumento e restrições de cobertura. O seguro tem cobertura de até US$ 250 milhões e custou aproximadamente US$ 1,5 milhão nesta última renovação, em setembro. Foi fechado pela Itaú Seguros ACE, tendo a Zurich como a principal resseguradora.

A nova apólice não vai cobrir os próximos desdobramentos da Operação Lava-Jato. De acordo com o texto, todo em OFF, os casos que podem exigir defesa de executivo avisados pela Petrobras à seguradora até aquela data estão cobertos. Tudo o que for reclamado depois, quando a apólice nova já estava em vigor, não terá direito à indenização. A reportagem conta que a apólice que venceu já está cobrindo, por exemplo, os custos de defesa com o processo em curso que investiga a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras. A aquisição foi feita em 2006, mas a investigação sobre a transação começou este ano e, por isso, é a apólice vigente até setembro de 2014 que cobre os gastos com o caso. A maior parte da conta, porém, deverá ser paga pelas resseguradoras da apólice da Petrobras. Isso porque a Itaú Seguros reteve, no máximo, 2% do risco e repassou o restante. A Zurich tem a primeira faixa, de cerca de US$ 15 milhões.

A seguradora está exposta a muitos riscos, diante da atual situação da Petrobras, com diversos processos movidos nos EUA contra os diretores, além da avalanche de reclamações que deve sofrer também no Brasil, principalmente de trabalhadores que usaram o FGTS para comprar ações da estatal na esperança de poder comprar uma moradia. O caso da Petrobras complica as negociações de seguros financeiros em vários segmentos, como construtoras e empresas envolvidas em contratos de outros setores que passam a ser investigados, como aeroportos e concessões. Segundo fontes ouvidas pelo Sonho Seguro, o caos vivido pela Petrobras poderá causar outros prejuízos ao mercado de seguros, uma vez que vários contratos, como de construção de navios, que contavam com seguro garantia, estão parados. Além de muitos outros aspectos, como falta de manutenção que agrave riscos de acidentes, demissões que podem reduzir a fatura de seguro de vida e planos de saúde, entre outros.

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